Virou réu no processo que investiga a morte de Camila Abreu, morta em uutubro deste ano, o capitão da Polícia Militar, Alisson Wattson. A juíza Maria Zilnar Coutinho Leal aceitou ontem (12) a denúncia do Ministério Público. O PM será julgado pelos crimes de homicídio qualificado pelo feminicídio, ocultação de cadáver e fraude processual.
A decisão da juíza saiu na mesma data em que Camilla completaria 22 anos de idade, se estivesse viva. Pelas redes sociais, Jean Carlos, pai da vítima, relembrou a morte cruel da filha.
"Hoje era pra minha família está unida. Comendo um bolo ou uma pizza quem sabe. Minha filha comemorando seus 22 anos. Aí aparece um sujeito, esse da foto, capitão da Polícia Militar do Piauí, infelizmente manchando a farda de bons homens que formam a corporação. E sem dó nem piedade tira a vida de uma jovem e a joga no mato como se joga um animal morto. No lugar do coração tem uma pedra. Um monstro, infelizmente", postou o pai de Camilla.
Além de responder criminalmente, Alisson Wattson é investigado administrativamente e aguarda decisão sobre o destino dele dentro da Polícia Militar. O caso gerou um clamor popular para que o réu perda a farda da PM.
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A Delegacia de Homicídios descobriu durante a investigação de um assassinato em Teresina, que a motocicleta usada num crime deveria estar guardada no depósito da Polícia Civil do Piauí. Inicialmente, a moto foi apreendida durante uma operação da Delegacia de Entorpecentes em 2016, mas estava sob o poder do suspeito de matar Cosme Damião dos Santos Neto, no dia 10 de outubro de 2017.
Nessa segunda-feira, 11, foi registrado na ‘rodovia da morte’ mais um acidente na BR 135. É o quinto nos últimos dois dias no trecho de Alvorada do Gurguéia até Corrente, região sul do Piauí.
Um homem identificado por Edmilson, conhecido como ‘Lili’ foi preso pela Polícia Civil de Piripiri, acusado pela morte de Alex Magalhães. O corpo da vítima foi encontrado na manhã dessa segunda-feira, 11.