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O Dia Mundial do Sedentarismo é celebrado no dia 10 de março e a data chama a atenção para um problema crescente de saúde pública: o tempo excessivo que muitas pessoas passam sentadas ou com pouca movimentação ao longo do dia.

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Em grandes centros urbanos, como São Paulo, rotinas marcadas por longos deslocamentos, trabalho em escritório e pouco tempo livre contribuem para um estilo de vida cada vez mais sedentário.

Pesquisas científicas recentes reforçam os impactos desse comportamento na saúde. Uma revisão científica publicada em 2026 no Journal of Epidemiology concluiu que o comportamento sedentário, caracterizado por longos períodos sentado ou com baixo gasto energético, está associado a maior risco de doenças crônicas, problemas cardiovasculares e outros prejuízos à saúde, independentemente da prática de atividade física.

Segundo o nutrólogo e médico do esporte Dr. Eduardo Rauen, esse é um ponto que ainda gera muita confusão entre as pessoas. “Mesmo se eu praticar atividade física todos os dias, se eu tiver um estilo de vida sedentário, o risco para a saúde continua aumentado. A prática do exercício é muito importante, mas também é fundamental não passar o dia inteiro parado, sentado no sofá ou no escritório”, explica.

O especialista ressalta que sair do sedentarismo não significa necessariamente começar com treinos longos ou intensos. A partir de pequenas mudanças na rotina ajudam a reduzir o tempo de inatividade.

“Entre um compromisso de trabalho e outro, por exemplo, é possível levantar por um ou dois minutos. No horário do almoço, fazer uma caminhada de cinco a dez minutos. Essas pausas ajudam a quebrar períodos longos sentado e já trazem benefícios para o organismo”, orienta.

Ele ressalta que a ideia é manter o corpo em movimento sempre que possível. “Temos que sempre nos movimentar. Não é apenas praticar atividade física em um momento do dia e depois passar o restante do tempo parado. O ideal é evitar ficar muitas horas seguidas sentado e tentar incluir movimento ao longo de toda a rotina”, afirma.

Pequenas mudanças fazem diferença Em cidades como São Paulo, onde muitas pessoas passam horas no transporte e chegam em casa cansadas, o médico recomenda aproveitar oportunidades do próprio dia a dia para se movimentar. “Descer um ponto antes do ônibus ou do metrô, caminhar alguns minutos, usar escadas em vez de elevador ou fazer pausas para alongamento já são mudanças simples que ajudam a reduzir o comportamento sedentário”, explica.

Criar pequenos lembretes também pode ajudar a manter o corpo ativo ao longo do dia. “Colocar um alarme no celular para lembrar de levantar, alongar-se, mudar de posição ou caminhar alguns minutos já faz diferença. No trabalho, por exemplo, é possível levantar entre uma tarefa e outra, buscar água, usar escadas ou fazer pequenas pausas para alongamento”, recomenda.

Começar com poucos minutos Para quem ainda não tem o hábito de praticar exercícios, o especialista recomenda começar de forma gradual. “Muita gente acredita que precisa começar fazendo uma hora de atividade física por dia, mas não é assim. Cinco minutos de alongamento ou uma caminhada curta já são um começo. O importante é dar o primeiro passo e manter a constância”, diz.

Segundo o médico, com o tempo o corpo responde positivamente. “Pequenas mudanças repetidas todos os dias ajudam a melhorar o condicionamento físico, reduzir o cansaço e cuidar da saúde. A atividade física é uma necessidade, mas também é fundamental evitar passar o dia inteiro parado”, conclui.

Desperte seu corpo: 4 dicas práticas para mulheres deixarem o sedentarismo para trás Cada etapa da vida afeta o organismo feminino, mostrando que ele não é realmente estático. As oscilações hormonais, desde o ciclo menstrual à gestação, passando pelo pós-parto e chegando à menopausa...cada etapa influencia energia, qualidade do sono, composição corporal e ritmo metabólico. Quando o estilo de vida passa a ser mais sedentário, o corpo perde um dos seus principais mecanismos de ajuste biológico: a prática regular de atividade física.

De acordo com dados publicados durante o Panorama Setorial – 4ª edição da Fitness Brasil publicado em 2025, entre os que não realizam exercícios, 65% pertencem ao público feminino. A maior concentração está entre 41 e 50 anos, fase marcada por sobrecarga pessoal e profissional e pelo início de transições hormonais relevantes.

O levantamento ainda mostra que os principais impeditivos para abandonar a inatividade são falta de tempo (21%), falta de motivação (21%), limitações financeiras (13%) e não saber como iniciar (12%).

Para Flávia Cristófaro, educadora física formada pela USP, ex-atleta da Seleção Brasileira de Ginástica Aeróbica Esportiva (2011–2014) e fundadora do Elah App, plataforma de treinos femininos, o estímulo corporal funciona como um regulador do sistema feminino. “O exercício vai além do gasto calórico. Ele modula hormônios, melhora a resposta à insulina, preserva o tecido muscular e ajuda o organismo a lidar melhor com o estresse”, detalha.

A seguir, a educadora física apresenta orientações práticas para deixar o comportamento sedentário e adotar um padrão mais ativo de forma segura e sustentável:

Comece pelo que é possível: casa, rua ou academia

“Muitas mulheres acreditam que só vale a pena começar quando têm tempo, dinheiro ou a estrutura ideal, mas o corpo reage ao movimento, não ao ambiente. O estímulo certo, feito com regularidade, é o que transforma esforço em resultado — em qualquer lugar que você esteja”, explica. A profissional ainda reforça que quando há baixa ativação muscular, o gasto energético tende a cair, portanto, qualquer prática contínua já melhora a circulação, oxigenação e vitalidade.

O início não precisa ser longo, precisa ser frequente

“Quem está em um quadro de sedentarismo costuma errar pela intensidade, o corpo precisa de um processo de adaptação. Sessões curtas e frequentes são mais eficientes do que treinos longos e esporádicos”, orienta a profissional. Flávia explica que mesmo práticas de 20 a 30 minutos por dia já estimulam o sistema cardiovascular e muscular sem sobrecarregar articulações. Essa progressão reduz desconfortos, aumenta a tolerância ao esforço e facilita a constância.

Participe de comunidades que incentivam a prática

“O apoio social faz diferença real na manutenção do hábito. Quando a mulher se insere em um grupo, seja presencial ou online, o compromisso deixa de ser só individual. Ela passa a se sentir parte de um processo coletivo, o que aumenta a motivação e reduz as chances de desistência”, relata. Grupos de caminhada, aulas coletivas, aplicativos com acompanhamento ou amigas que treinam juntas ajudam a transformar o movimento em rotina. “Além do estímulo físico, há troca de experiências, incentivo e sensação de pertencimento, fatores que sustentam a prática mesmo nos dias de menor energia”, orienta.

Use a evolução do preparo físico para experimentar novas atividades

“A corrida é excelente, mas o impacto exige adaptação. Alternar caminhada com trotes curtos permite que articulações e musculatura se fortaleçam gradualmente. Conforme o condicionamento melhora, outras modalidades também se tornam mais acessíveis”. Segundo a especialista, esse momento amplia o repertório corporal. “Natação, dança, ciclismo ou esportes coletivos podem deixar de ser apenas exercício e se tornar lazer. Quando a atividade vira um passatempo, a continuidade acontece de forma natural”, conclui.

Exercícios fáceis para sair do sedentarismo

Caminhada: é uma ótima opção para iniciantes, pode ser feita em qualquer lugar e ajuda a melhorar a circulação sanguínea e o bem-estar mental. A médica orienta estabelecer uma meta para atingir algo próximo de 10000 passos diários.

Agachamento: é um exercício que tem uma execução simples e auxilia no fortalecimento de pernas e glúteos, além de melhorar a postura.

Polichinelos: os polichinelos provocam um aumento da frequência cardíaca e colaboram para o desenvolvimento de mais resistência física.

Alongamentos: são movimentos que podem ser incluídos em diferentes momentos do dia e ajudam a aumentar a flexibilidade, a evitar dores musculares e a melhorar a mobilidade das articulações.

Exercícios de peso corporal: flexões e abdominais são ótimos movimentos para fortalecer os músculos sem utilizar equipamentos específicos.

Passear: é algo simples, mas que pode contribuir para o aumento dos níveis de atividade física. É importante priorizar ambientes seguros e agradáveis.

Danças: são atividades dinâmicas e que podem ser extremamente divertidas. Elas envolvem grandes segmentos corporais e ativam diversos músculos durante a execução.

Boa Forma

Foto: © senivpetro/Freepik

A inteligência artificial pode ser utilizada para prever o risco de doenças cardiovasculares em mulheres a partir de análises de mamografias.

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Isso é o que aponta um novo estudo da Sociedade Europeia de Cardiologia publicado na revista científica "European Heart Journal".

Segundo a pesquisa, a IA consegue avaliar o acúmulo de depósitos de cálcio nas artérias da mama a partir dos exames de raio-x, muito utilizados para o rastreamento de câncer.

A calcificação arterial das mamas costuma ser identificada em mamografias de rotina e não tem relação com tumores. Mas, diversos estudos mostram a associação da calcificação com fatores de risco cardiovascular e futuro desenvolvimento de doenças cardíacas.

De acordo com os pesquisadores, o uso de IA pode ajudar a reduzir o número de mulheres com doença cardiovascular não diagnosticada e não tratada.

Hari Trivedi, pesquisador da Emory University e líder do estudo, explica que a detecção do depósito de cálcio por meio da mamografia já era conhecida, mas o grupo queria entender como usar esses dados para contribuir em um diagnóstico precoce de doenças cardíacas.

"Queríamos testar se a IA poderia usar essas informações para identificar mulheres em risco de doença cardiovascular, sem custo ou inconveniência adicional", afirma o pesquisador. Calcificação das artérias e risco cardíaco

O estudo contou com a participação de 123.762 mulheres que participaram do rastreamento mamográfico e não tinham doença cardiovascular conhecida.

Os pesquisadores utilizaram IA para analisar a quantidade de depósitos de cálcio nas artérias do tecido mamário. A quantidade de calcificação foi classificada como grande, moderada, leve ou ausente.

A categorização foi comparada posteriormente com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares graves, como AVC e infarto, e com dados de morte por doença cardiovascular.

Os resultados apontaram diferentes níveis de risco, a depender do estágio de calcificação:

Mulheres com calcificação leve - 30% mais probabilidade de sofrer um evento cardiovascular grave. Mulheres com calcificação moderada - 70% mais risco de sofrer um evento cardiovascular grave. Mulheres com calcificação grande - duas a três vezes mais chance de sofrer um evento cardiovascular grave.

"Descobrimos que quanto mais cálcio visível nas artérias da mama em uma mamografia, maior o risco de a mulher sofrer um evento cardíaco grave, como infarto, AVC ou insuficiência cardíaca", explica Trivedi. Ele ainda pontua que esse efeito foi observado inclusive em mulheres mais jovens, com menos de 50 anos, grupo considerado de baixo risco. A tendência permaneceu mesmo quando considerados outros fatores de risco, como diabetes e tabagismo.

Diagnóstico precoce A técnica pode ser uma importante aliada no diagnóstico precoce de problemas cardiovasculares em mulheres, a partir de um exame que já é feito rotineiramente com outro propósito.

Segundo os pesquisadores, o método oferece uma maneira prática de identificar mulheres em risco cardiovascular que atualmente passam despercebidas.

Para que seja inserido nos meios de diagnóstico, é necessário integrar a ferramenta de IA aos fluxos de trabalho de imagem que já existem e estabelecer meios de notificação de pacientes e médicos.

Além disso, o grupo planeja realizar um ensaio clínico para testar novas etapas envolvendo a tecnologia.

G1

Foto: Ascom Sesapi

Um novo estudo publicado pelo Instituto Butantan mostrou que a vacina brasileira contra a dengue permanece eficaz por pelo menos cinco anos após a aplicação.

O imunizante Butantan-DV foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro do ano passado e já começou a ser aplicado em profissionais de saúde de diversas partes do país.

Durante esse período nenhuma pessoa vacinada apresentou dengue severa, nem precisou de hospitalização por causa da doença. Com isso, a eficácia da vacina contra as formas graves da doença ou a infecção acompanhada de sinais de alerta ficou em 80,5%.

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A diretora médica do Butantan, Fernanda Boulos, explica que esse resultado é positivo não somente por confirmar a eficácia da vacina, mas por demonstrar a eficiência do esquema de dose única. A vacina produzida pelo Instituto é a primeira do mundo contra a dengue aplicada em apenas uma dose.

"Vacinas que precisam de duas ou mais doses, a gente tem vários dados que mostram que muitas pessoas não voltam pra completar o esquema. Então, essa demonstração de que uma única dose mantém a proteção alta é muito importante. Mas é claro que nós vamos continuar acompanhando, para saber se realmente não vai ser necessário um reforço depois de 10 ou 20 anos", afirmou.

Crianças e idosos A eficácia do imunizante contra a dengue, de forma geral, foi um pouco menor, de 65%. Mas o índice sobe para 77,1% entre as pessoas que já contraíram a doença antes de receber o imunizante.

Os resultados também apresentaram algumas variações de acordo com a faixa etária, com maior eficácia entre adultos e adolescentes do que entre as crianças.

Por essa razão, a Anvisa registrou a Butantan-DV apenas para pessoas de 12 aos 59 anos, apesar da vacina ter sido testada também em crianças, a partir dos 2 anos.

"Eles reconhecem que os dados de segurança pra crianças estão corretos, mas como depois de cinco anos, a eficácia entre as crianças cai mais do que entre os adultos, nós precisamos saber se elas vão precisar de reforço", explicou a diretora médica do Butantan.

Fernanda Boulos acrescentou, no entanto, que o Butantan já está planejando, junto com a Anvisa, a realização de um estudo adicional em crianças para embasar a inclusão desse público no esquema de vacinação no futuro. Além disso, o Instituto já está fazendo testes em idosos, em um estudo que deve ter resultados no ano que vem.

"O sistema imunológico também passa por um processo de envelhecimento, então é importante entender se os idosos tem a mesma capacidade de gerar resposta imune com a vacina", explicou.

O acompanhamento dos pacientes vai ser feito por um ano, depois os dados serão comparados com os dos adultos, e enviados para a Anvisa para uma possível ampliação do público-alvo.

O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), Juarez Cunha, afirma que essa inclusão seria muito importante, considerando que a maior taxa de mortalidade por dengue é verificada entre idosos. Ele ressalta, ainda, os resultados importantes sobre a segurança da vacina apresentados no estudo.

"Ele nos mostra que a vacina se mantém protetora por um prazo bastante longo, e é extremamente segura. E esse também é um aspecto fundamental. Qualquer medicação, incluindo vacina, a gente precisa ver como eles vão se comportar com a sua utilização", complementa.

O estudo de longo prazo da Butantan-DV foram publicados na quarta-feira (4), na revista Nature Medicine e explica que a vacina foi, de modo geral, bem tolerada e não foram observadas preocupações de segurança a longo prazo."

Eles foram obtidos após o acompanhamento de mais de 16 mil pacientes, sendo que cerca de 10 mil receberam a vacina, e quase 6 mil receberam placebo, para compor um grupo de comparação.

"Em termos estratégicos é fundamental que a gente tenha uma pesquisa nacional conseguindo chegar a esses produtos de ponta, eficazes e seguros. Possibilita que a gente consiga abastecer mais fácil o nosso Programa Nacional de Imunizações e também é um ativo de negociação com outros países", destaca o diretor da SBIM.

A diretora médica do Instituto Butantan, Fernanda Boulos, confirma que a prioridade absoluta é abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, assim que a demanda nacional for suprida, a instituição pública, vinculada ao estado de São Paulo, deve negociar a venda de doses para outros países, especialmente da América Latina, que também tem sofrido com epidemias da doença.

Agência Brasil

Foto: © Walterson Rosa/MS

O intestino inflamado pode afetar muito mais do que a digestão. Quando há inflamação intestinal, o corpo costuma emitir sinais que muitas vezes passam despercebidos ou são confundidos com problemas comuns do dia a dia.

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Alterações no funcionamento intestinal, desconfortos abdominais e até mudanças na pele podem estar relacionados ao problema. Por isso, reconhecer os sintomas é essencial para buscar diagnóstico e tratamento adequados.

A seguir, veja 7 sinais de intestino inflamado que muita gente ignora.

Intestino inflamado: sintomas que merecem atenção A inflamação intestinal pode surgir por diferentes motivos, como alimentação inadequada, estresse, intolerâncias alimentares ou doenças inflamatórias intestinais.

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas alguns sinais são bastante comuns.

  1. Inchaço abdominal frequente Sentir a barriga constantemente estufada, mesmo após refeições leves, pode indicar desequilíbrio intestinal ou inflamação na mucosa do intestino.
  2. Gases em excesso A produção exagerada de gases também pode ser um sinal de que o intestino não está funcionando adequadamente.
  3. Alterações no hábito intestinal Diarreia, prisão de ventre ou alternância entre os dois quadros podem indicar irritação ou inflamação intestinal.
  4. Dor ou desconforto abdominal Cólica ou dor na região abdominal, especialmente após as refeições, pode estar associada a processos inflamatórios no intestino.
  5. Cansaço frequente Um intestino inflamado pode prejudicar a absorção de nutrientes importantes, o que pode levar à sensação constante de fadiga.
  6. Problemas de pele Acne, irritações ou inflamações na pele podem estar relacionadas ao chamado eixo intestino-pele, que conecta a saúde intestinal à saúde cutânea.
  7. Sensibilidade alimentar Dificuldade em digerir certos alimentos ou desconforto após consumir determinados ingredientes também pode ser um indicativo de inflamação intestinal.

Confira também: “Dieta cetogênica: O que acontece com o corpo sem carboidratos?”.

Quando procurar ajuda médica Se os sintomas forem frequentes ou persistentes, é importante procurar orientação médica. O diagnóstico adequado pode identificar a causa da inflamação e indicar o tratamento correto.

Além disso, algumas medidas podem ajudar a proteger a saúde intestinal, como:

manter uma alimentação equilibrada.

consumir fibras regularmente.

beber água ao longo do dia.

reduzir o consumo de ultraprocessados.

controlar o estresse.

Cuidar da saúde intestinal é essencial para o bem-estar geral do organismo, já que o intestino desempenha um papel fundamental na digestão, na imunidade e até no equilíbrio do humor.

Saúde em Dia