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A tosse seca prolongada é uma condição caracterizada pela persistência de uma tosse seca e irritante que dura por um período estendido de tempo, normalmente mais de 3 semanas.

tosseseca

Diferentemente da tosse produtiva, na qual há eliminação de muco ou catarro, a tosse seca prolongada não está associada à produção de secreções nas vias respiratórias.

Esse sintoma pode ser provocado por uma variedade de fatores e costuma causar incômodo ao portador.

Para saber detalhes sobre o assunto, como o que causa, sintomas e o que fazer diante do quadro, continue acompanhando o artigo!

Índice — Neste artigo, você encontrará:

O que pode ser tosse seca e prolongada? Sintomas O que fazer quando a tosse seca não passa? Como é feito o diagnóstico? Tratamento para tosse seca prolongada

O que pode ser tosse seca e prolongada?

A tosse seca e prolongada pode ser provocada por diversas condições de saúde. Veja a seguir as causas mais comuns. Infecções respiratórias

As infecções respiratórias como sinusite, rinite, amigdalite, laringite, bronquite, Covid-19, gripe, pneumonia e resfriado, são as principais doenças causadoras da tosse seca e prolongada. Alergias e exposição a substâncias irritantes

A exposição a alérgenos, como pólen, mofo, ácaros ou pelos de animais e agentes irritantes, também podem desencadear uma resposta alérgica das vias respiratórias, levando a uma tosse seca. Doenças pulmonares

Condições pulmonares, como doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e câncer no pulmão, são outras condições de saúde que podem provocar tosse seca persistente. Refluxo gastroesofágico (DRGE)

O refluxo ácido do estômago para o esôfago pode irritar a garganta e causar tosse seca. A tosse seca prolongada é uma condição caracterizada pela persistência de uma tosse seca e irritante que dura por um período estendido de tempo, normalmente mais de 3 semanas.

Diferentemente da tosse produtiva, na qual há eliminação de muco ou catarro, a tosse seca prolongada não está associada à produção de secreções nas vias respiratórias.

Esse sintoma pode ser provocado por uma variedade de fatores e costuma causar incômodo ao portador.

Para saber detalhes sobre o assunto, como o que causa, sintomas e o que fazer diante do quadro, continue acompanhando o artigo!

Índice — Neste artigo, você encontrará:

O que pode ser tosse seca e prolongada? Sintomas O que fazer quando a tosse seca não passa? Como é feito o diagnóstico? Tratamento para tosse seca prolongada

O que pode ser tosse seca e prolongada?

A tosse seca e prolongada pode ser provocada por diversas condições de saúde. Veja a seguir as causas mais comuns. Infecções respiratórias

As infecções respiratórias como sinusite, rinite, amigdalite, laringite, bronquite, Covid-19, gripe, pneumonia e resfriado, são as principais doenças causadoras da tosse seca e prolongada. Alergias e exposição a substâncias irritantes

A exposição a alérgenos, como pólen, mofo, ácaros ou pelos de animais e agentes irritantes, também podem desencadear uma resposta alérgica das vias respiratórias, levando a uma tosse seca. Doenças pulmonares

Condições pulmonares, como doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e câncer no pulmão, são outras condições de saúde que podem provocar tosse seca persistente. Refluxo gastroesofágico (DRGE)

O refluxo ácido do estômago para o esôfago pode irritar a garganta e causar tosse seca. O que fazer quando a tosse seca não passa?

Além de buscar ajuda médica para averiguar a causa do problema e seguir o tratamento de forma rigorosa, é importante que o(a) paciente consuma bastante água e faça repouso, para ajudar na melhora do quadro clínico.

É essencial buscar orientação médica para identificar a causa e receber o tratamento adequado e lembre-se: jamais se automedique! Como é feito o diagnóstico?

Para diagnosticar a causa da tosse seca prolongada, os médicos(as) costumam fazer uma avaliação clínica e levantar histórico de saúde da pessoa. Além disso, eles(as) também podem solicitar exames laboratoriais e de imagem, como a radiografia de tórax, para auxiliá-los nesse processo. Tratamento para tosse seca prolongada

O tratamento da tosse seca prolongada é realizado de acordo com o agente causador do quadro. Primeiramente, os(as) especialistas buscam a razão por trás da tosse persistente, para então recomendar as medicações e intervenções necessárias.

Se for provocado por uma alergia, podem ser prescritos antialérgicos e a recomendação de que o(a) paciente não se exponha ao elemento alérgeno.

Já as infecções respiratórias normalmente são tratadas com medicamentos que aliviam os sintomas e repouso. Enquanto quadro de refluxo gastroesofágico, podem ser receitados fármacos para reduzir a acidez estomacal.

A tosse seca prolongada é um sintoma que está associado a diversas condições de saúde e não possui muco.

Por isso, é indispensável procurar auxílio profissional para descobrir a doença que está causando a tosse, que pode ser resultado de alguma condição mais grave, especialmente se não tratada.

minutosaudavel R7

Foto: divulgação

Os casos de SRAG (síndrome respiratória aguda grave) apresentam tendência de queda em adultos e crianças, segundo o Boletim Infogripe, divulgado nesta quinta-feira (27), no Rio de Janeiro, pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

Segundo monitoramento feito por pesquisadores da fundação, a maioria dos estados tem registrado menos ocorrências de SRAG causadas por Covid-19. Já nas crianças, o principal causador da síndrome é o VSR (vírus sincicial respiratório), cujos registros também estão em queda.

Tendência positiva

Apesar da tendência positiva, o boletim alerta que Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rondônia e Rio Grande do Sul mantêm tendência de alta nos casos de SRAG. Quanto a Minas Gerais, o aumento recente na população infantil pode estar associado ao crescimento do rinovírus e do metapneumovírus.

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, as ocorrências de SRAG com causa viral foram distribuídas da seguinte forma: 8,0% para influenza A, 3,8% para influenza B, 35,1% para VSR e 23,1% para Covid-19 (Sars-CoV-2).

Quanto a mortes por SRAG viral, o coronavírus continua em destaque, com 45,7% de prevalência.

Agência Brasil

Um novo estudo realizado no Japão descobriu que a desnutrição materna durante a gravidez, especificamente uma baixa ingestão de fibras alimentares, está associada a um risco aumentado de atrasos no desenvolvimento neurológico em crianças.

fibrasgravidez

Os pesquisadores da Universidade de Yamanashi analisaram dados de mais de 76 mil pares mãe-bebê. Foram aplicados dois questionários: um de frequência alimentar para coletar informações sobre a dieta das mulheres grávidas e o outro para avaliar os atrasos no desenvolvimento de seus filhos quando eles tinham 3 anos. Os resultados, publicados nesta quinta-feira (27) em um artigo na revista científica Frontiers in Nutrition, revelaram que as mulheres que comeram mais fibras durante a gravidez tiveram filhos com desenvolvimento cerebral mais acelerado.

Por outro lado, crianças cuja mãe tinha baixa ingestão de fibras eram mais propensas a apresentar atrasos em várias áreas da função cerebral, incluindo habilidades de comunicação, de resolução de problemas e de coordenação.

O trabalho destaca a importância da orientação nutricional às gestantes para reduzir o risco de problemas de saúde em seus filhos.

"Nossos resultados forneceram evidências reforçadoras de que a desnutrição durante a gravidez está associada a um aumento no risco de atraso neurodesenvolvimental em crianças", afirmou um dos autores do estudo, o pesquisador Kunio Miyake, que também ressaltou que a ingestão de fibras por gestantes no Japão normalmente é baixa.

Ele estima que apenas 8,4% das mulheres grávidas consomem fibras suficientes.

"Nossos resultados mostram que a orientação nutricional para mães grávidas é crucial para reduzir o risco de futuros problemas de saúde para seus filhos", disse Miyake.

A pesquisa publicada hoje levou em conta a ingestão de ácido fólico durante a gravidez, mas o impacto de outros nutrientes não foi completamente descartado, assim como a ingestão de fibras alimentares por meio de suplementos também não foi investigada.

Esses motivos, segundo os autores, justificam a necessidade de novos trabalhos científicos para avaliar completamente o impacto da fibra alimentar e outros nutrientes no desenvolvimento infantil durante a gravidez.

No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda às mulheres grávidas que consumam 25 g de fibras por dia — o equivalente a uma xícara e meia de feijão-preto cozido ou cinco colheres de sopa de aveia em flocos, por exemplo.

As fibras também podem ajudar a manter a regularidade intestinal, prevenir a constipação, reduzir o risco de diabetes gestacional e melhorar a saúde do coração.

Alimentos ricos em fibras incluem:

  • frutas — maçã, banana, laranja, uva e pera;
  • vegetais — brócolis, couve-flor, espinafre, cenoura e tomate;
  • grãos integrais — arroz integral, aveia, quinoa, pão integral e macarrão integral; e
  • leguminosas — feijão, lentilha e grão-de-bico.

R7

Foto: Freepik

Um novo estudo, publicado nesta quarta-feira (25) no Jama (Jornal da Associação Médica Americana), traz um alerta sobre o uso diário de AAS (ácido acetilsalicílico), cujo nome comercial mais famoso é a Aspirina, por idosos.

A medicação é comumente prescrita para prevenir eventos cardiovasculares, como infartos e derrames, mas o trabalho mostrou um que ela aumentou significativamente o risco geral de sangramento intracraniano, incluindo derrame hemorrágico e outras causas de hemorragia intracerebral. O artigo sugere ainda que, além de não reduzir o risco de derrame em idosos sem doenças cardiovasculares sintomáticas, a Aspirina em baixas doses pode não ter nenhum papel na prevenção primária do AVC.

Os autores também salientam que deve-se ter cuidado com o uso de AAS em idosos propensos a traumatismo craniano (por exemplo, devido a quedas).

Historicamente, a Aspirina é tem sido prescrita em doses diárias de 75 mg a 100 mg para prevenir eventos cardiovasculares. Estudos recentes, todavia, têm levantado preocupações sobre sua segurança e eficácia.

A principal preocupação é o aumento do risco de sangramento, pois o remédio inibe a formação de coágulos sanguíneos que ajudam a interromper o sangramento.

Esse risco pode ser mais pronunciado em idosos ou pessoas com histórico de distúrbios hemorrágicos.

Portanto, é fundamental que os profissionais de saúde avaliem cuidadosamente os benefícios e riscos potenciais da terapia com Aspirina em cada paciente, reforçam os pesquisadores.

Um outro recorte do mesmo estudo, publicado no mês passado, já havia mostrado que uma dose baixa de Aspirina aumenta o risco de anemia em aproximadamente 20% em pessoas com 65 anos ou mais.

Segundo os autores, idosos que fazem uso de ácido acetilsalicílico em devem ser submetido a monitoramento periódico dos glóbulos vermelhos ou da hemoglobina devido à associação de anemia com declínio funcional, fadiga, incapacidades, sintomas depressivos e problemas de cognição.

O estudo ASPREE, um projeto de pesquisa conjunto entre os EUA e a Austrália, teve como objetivo determinar o efeito da aspirina em baixa dose na sobrevivência sem demência ou incapacidade em idosos saudáveis.

O trabalho envolveu mais de 19 mil pessoas com 65 anos ou mais e teve uma metodologia rigorosa e altas taxas de retenção de participantes.

R7