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Como havia anunciado quando assumiu a Sutran nessa nova gestão de Floriano, em janeiro passado, o ex-vereador Carlos Antonio afirmava que um dos seus objetivos era desobstruir a calçada da Central de Flagrantes da Polícia Civil, área do centro.

A situação, para parte da população, é um dos maiores absurdos da cidade, pois enquanto centenas de venddeores ambulantes foram retirados das calçadas por atrapalharem o tráfego de pedestres, a situação na Polícia continuou, como forma de desafiar a própria Legislação. No local que é uma área bancária, portanto de grande movimento de pessoas, muita gente se arisca didivindo o espaço com carros e motos na via de rolamento.

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O ex-vereador e hoje Superintendente Carlos Antônio vinha deste que assumiu o cargo na SUTRAN trabalhando no caso, ou seja, estudando todas as possibilidades para resolver o problema que vem de muitos anos e agora, afirma, os policiais civil tem o prazo até segunda-feira, 05 de abril, para retirarem seus carros particulares e veículos publicos e estacionarem de forma correta, pois para isso, para que a calçada seja desobstruida foi feita nessa segunda uma demarcação em amarelo (uma pintura na pista) indicando que ali somente os carros da Central sejam estacionados.

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O Ministério Público, por meio do promotor Artimatéia Dourado, já havia anunciado que estava aguardando um posicinamento da gestão em relação a essa questão para se posicionar. Na manhã de hoje, numa entrevista exclusiva ao Piauí Notícias, o ex-vereador Carlos Antonio esteve na frente das instalações da Central de Flagrantes onde cedeu uma entrevista.

Veja na reportagem do Carlos Iran.

Da redação

O deputado estadual Marden Menezes (PSDB) postou vídeo nas redes sociais repercutindo a denúncia - feita por um portal de notícias local - sobre o suposto desaparecimento de imunizantes contra a Covid-19.

Segundo o portal, mais de 50 mil doses de vacinas, que deveriam ter sido entregues aos municípios piauienses, não aparecem no sistema do Ministério da Saúde.Marden Menezes afirmou que vai apresentar um requerimento na Assembleia Legislativa cobrando o paradeiro das vacinas e a apuração da denúncia.

“Enquanto o governo diz para você ficar em casa, sem o seu trabalho, sem a sua renda, aguardando a sua vez para a imunização, nós somos submetidos a mais um vexame, a mais um escândalo dessa natureza. Isso não pode ficar impune. Estamos requerendo na Assembleia Legislativa a apuração dessas irregularidades e desses crimes através da Polícia Federal e do Ministério Público Federal na expectativa de que os culpados sejam apontados, de que a Polícia encontre os responsáveis e de que isso não mais aconteça", defendeu.

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O parlamentar criticou ainda as autoridades responsáveis pela dinâmica da vacinação no estado.

"É uma vergonha e uma falta de capacidade e competência das autoridades, que deveriam cuidar corretamente do processo de vacinação”, avaliou.Em relação à denúncia, Herlon Guimarães, Superintendente de Atenção Primária à Saúde e Municípios da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), informou que o número total de doses entregues não aparece no sistema disponível no site do órgão porque o registro das doses é feito somente quando estas são entregues nas cidades e que a defasagem dos números é causada pelo fato de que o governo reserva parte das vacinas para a aplicação da segunda dose.

ascom

Uma confraternização promovida pelo governador interino do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PSC), neste domingo (28), em Itaipava Petrópolis, na Região Serrana, levantou suspeitas de aglomeração em meio à alta de casos da covid-19 no Estado. Às 22h, a assessoria do governo informou ao Estadão/Broadcast que o movimento de pessoas e veículos que fora relatado pelo jornal O Globo era uma pequena comemoração familiar.

Segundo o jornal carioca, havia doze carros estacionados na porta da casa onde ocorria a celebração, iniciada ao meio-dia. O governo afirmou por nota que Castro almoçou com parte de sua família. Estavam lá a mulher, os pais, irmãos e filhos do governador. O governador completa 42 anos nesta segunda-feira (29).

“Não houve aglomeração ou festa com convidados. Os carros vistos na entrada da casa eram de familiares e de sua escolta (de Castro). Só a sua segurança, garantida pelo cargo que ocupa, utiliza quatro veículos”, diz o texto encaminhado pela assessoria de imprensa do governo fluminense. A reportagem do Estadão/Broadcast pediu detalhes sobre o número de presentes no local ou imagens do encontro, mas não obteve retorno.

Especialistas em saúde pública recomendam que, durante a pandemia – sobretudo agora, que a doença atinge um pico de casos e mortes no Brasil – sejam evitadas aglomerações. Mesmo reuniões menores, que juntem núcleos familiares diferentes, são desaconselhadas. O objetivo é reduzir a transmissão da covid-19, que levou os sistemas de saúde do País ao colapso. Com esse objetivo – por decretos de Castro e de prefeitos -, o Estado do Rio de Janeiro iniciou na sexta-feira (26) uma pausa de dez dias. O feriadão vai até 4 de abril.

Ao longo da última semana, Cláudio Castro protagonizou um embate com o prefeito do Rio, Eduardo Paes (DEM), em relação às restrições a serem adotadas ao longo do feriado antecipado para conter a covid-19. Ao compartilhar no Twitter uma reportagem na qual Castro afirmava que municípios seriam proibidos de fechar bares e restaurantes durante o “superferiadão”, Paes foi irônico. Alegou que o governador não entendera o objetivo das medidas de isolamento. “CastroFolia! A micareta do governador! Definitivamente ele não entendeu nada do objetivo de certas medidas.”, escreveu o prefeito do Rio.

Claudio Castro

Castro é próximo do presidente Jair Bolsonaro, que é opositor do fechamento da economia para combater a pandemia. Também é próximo do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Depois de Castro voltar atrás em sua decisão – manteve a proposta branda, mas aceitou a autonomia das prefeituras para agir diferente -, Paes foi de novo às redes sociais. “Agradeço ao governador por entender e respeitar as medidas difíceis e impopulares que tivemos que tomar partindo de decisões técnicas. Adoraria não ter que tomá-las, mas o momento nos impõe e assim me determinam as autoridades sanitárias. Continuarei como sempre no caminho do diálogo”, afirmou.

As divergências tinham começado no fim de semana anterior. No sábado (20), após uma reunião na véspera com Paes na qual não houve acordo, Castro se reuniu com empresários. Fechou com eles uma proposta branda de feriadão, com comércio e shoppings abertos e algumas limitações, sobretudo, de horário.

No dia seguinte, em novo encontro com os prefeitos do Rio e de Niterói, Axel Grael (PDT), adeptos de uma proposição mais dura, a divergência se aprofundou. Paes sentiu-se emparedado por Castro que teria se cacifado junto ao empresariado para pressionar os prefeitos. Para ele, o governador preparara uma “sinuca de bico” para ele e Axel.

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

jocinala

Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação