Em Floriano, contra o novo coronavirus, já foram aplicadas mais de 8 mil doses da vacina. Para a gestão municipal que gerida pelo prefeito Joel Rodrigues, são gotas de esperança em tempos tão difíceis.
Na cidade onde uma polêmica foi levantada, depois que a pasta da Saúde adiou a aplicação de doses da vacina, há milhares de pessoas presas em casa e aguardando tomas as doses, 1ª e 2ª etapas.
O gráfico na matéria, à cima, foi divulgado pela gestão municipal.
A aplicação da 2ª dose deve acontecer com um intervalo de 28 dias depois da 1ª. O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), usou as redes sociais para alertar sobre o quadro e fazer um apelo à população.
Quem perde a data, ainda pode tomar o reforço da vacina. Dúvidas podem ser esclarecidas com as secretarias estaduais de Saúde.
Intervalo entre as doses
Quando autorizou o uso das vacinas, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) analisou as pesquisas disponíveis para indicar o intervalo entre as duas doses. A agência reguladora autorizou que a vacina de Oxford-AstraZeneca tenha intervalo de até 12 semanas (84 dias) entre as 1ª e 2ª doses. Já a CoronaVac deve manter o intervalo de 4 semanas.
“A importância de você tomar a vacina é para que você pegue uma imunidade contra essa doença que temos aí. Agora, se você tomou a 1ª dose, não deixe de tomar a 2ª, porque é um reforço da 1ª dose. Você não pode ficar com uma dose só. Se a vacina é do tipo que deve ser tomada duas vezes, por que não tomar?”, recomendou o diretor da AMB (Associação Médica Brasileira), José Fernando Macedo.
Mais vacinas
O governador da Paraíba também anunciou a chegada de 180 mil novas doses da vacina. Dessas, 167 mil são CoronaVac (Butantan) e 13.700 da Fiocruz.
A situação de instabilidade financeira e a crise econômica agravada pelo Coronavírus, especialmente no Brasil, obrigou pessoas físicas e jurídicas a reinventarem suas formas de obter renda e garantir a manutenção de seus negócios. Muitas, infelizmente, sem apoios privados ou do governo em diferentes esferas (municipal, estadual e federal). Nesse contexto o Projeto Alavancar insere-se através do estímulo ao crescimento econômico e à geração de novos empregos através do auxílio das prefeituras municipais, tendo como foco principal o uso de ativos imobilizados de propriedade dos municípios”.
Segundo Lauri Alves, um dos idealizadores da proposta, são três os principais pilares que compõem os planos e metas atingidas pelo Alavancar:
Existir a Vontade Pública, por parte dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) a nível municipal;
Existir a Vontade e Apetite Empresarial, onde detecta-se agentes econômicos que busquem investimentos para esses projetos econômicos locais;
Existirem Ativos Imobilizados Regionais que possam ser alienados pelo Poder Público Municipal com um novo propósito.
Como contrapartida, segue Alves, existe uma série de vantagens que ajudam às Prefeituras Municipais a movimentarem, a partir do Poder Público, a economia e a geração de empregos ou de ações sociais, articulando Parcerias entre os setores Público e Privado, incentivando pequenos e médios empreendedores a contribuírem com o Desenvolvimento Local.
“Como efeito desse processo podemos citar:
a) redução no custo de linhas de crédito para realização de obras através do Fundo Garantidor;
b) geração de novas receitas (como a regularização do IPTU e outras contribuições);
c) desoneração de custos para a administração municipal com a transferência da responsabilidade de manutenção de diferentes espaços, além dos custos de limpeza e segurança;
d) ordenamento do crescimento urbano das cidades
e) estímulo do reaquecimento econômico regional, entre outros.
O Projeto Alavancar foi desenvolvido por Lauri Alves, Marcelo Angelini e Cesar A. Oller do Nascimento. Graças às experiências de Alves na articulação de ações conjuntas entre o Poder Público e Privado foi possível conceber o Projeto Alavancar. Dentre outras atividades, o profissional é Diretor de Relações Governamentais da Câmara do Mercosul e América, que atua no desenvolvimento do consórcio intermunicipal CITCOCAIS, na região norte do Piauí, e diretor de operações na Cooperativa do município de Porto.
Atuante ativo na consultoria de empresas nos mercados africano, asiático e europeu, Lauri sempre teve intensa participação política no Congresso Nacional em defesa do municipalismo como o principal caminho para o desenvolvimento social e econômico para o Brasil.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.