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Um grupo de governadores tenta fazer com que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado reavalie as convocações aprovadas nesta quarta-feira, 26, pelo colegiado. Se o pedido aos senadores não der certo, o plano é protocolar uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir que os gestores locais sejam chamados.

"A Coordenação de Procuradores Estaduais estava estudando o tipo de ação mais adequada e ainda se vale a pena o pedido de reconsideração direto à CPI. O que não impede que cada governador convocado possa ter a iniciativa (separada das dos procuradores)", disse ao Estadão o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), um dos convocados pela comissão. Foto: Lucas Dias/GP1Wellington Dias Wellington Dias

Após ouvir integrantes e ex-integrantes do governo de Jair Bolsonaro nas primeiras semanas, a CPI da Covid do Senado aprovou, nessa quarta-feira, 26, as convocações de nove governadores. Como mostrou o Estadão, a ação, de iniciativa do presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), tem como objetivo neutralizar críticas, inclusive nas redes sociais, de que a comissão tem como foco exclusivo a gestão federal na pandemia.

Há divergências, porém, se a CPI pode convocar governadores e se eles podem recusar comparecer. Motivo: o artigo 50 da Constituição permite somente a convocação de autoridades diretamente subordinadas ao presidente da República, como ministros.

Em 2012, o então governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), conseguiu um habeas corpus do STF para impedir que ele fosse convocado para a CPI que investigava o bicheiro Carlinho Cachoeira.

O critério da CPI para escolher quais governadores serão ouvidos foi priorizar os Estados onde houve operações policiais para investigar possíveis casos de corrupção com verbas destinadas ao combate à pandemia.

Ontem, quando Omar Aziz anunciou a votação da convocação do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), houve manifestações contrárias dos representantes do MDB e do PT na comissão. Os senadores Humberto Costa (PT-PE), Renan Calheiros (MDB-AL) e Eduardo Braga (MDB-AM) declararam votos contrários. Helder é filho do também senador Jader Barbalho (MDB-PA), suplente no colegiado.

O presidente da CPI reagiu irritado: "Nós fizemos um acordo, então... Isso é o seguinte: isso é falta de respeito para comigo, que fiz um acordo com vocês, com Vossa Excelência, Senador Humberto. Não, nós fizemos um acordo, Senador Humberto. Vossa Excelência, agora, tem que cumprir o acordo aqui, por favor", disse.

Ao que o relator da comissão, senador Renan Calheiros respondeu: "Eu queria aproveitar a oportunidade, já que eu, pelo menos, não fiz acordo com ninguém, tá? Eu não fiz acordo com ninguém, eu tenho uma posição contrária com relação a isso, no entanto me submeto à decisão da maioria; mas eu não fiz acordo. Eu quero guardar o crédito para fazer um acordo mais adiante". Renan é pai de Renan Filho (MDB), governador de Alagoas, que não foi convocado nesta primeira leva.

Estão na lista das convocações para a CPI da Covid os seguintes governadores:

  • Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB)
  • Tocantins, Mauro Carlesse (PSL)
  • Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL)
  • Roraima, Antonio Denarium (sem partido)
  • Amapá, Waldez Góes (PDT)
  • Rondônia, Marcos Rocha (PSL)
  • Piauí, Wellington Dias (PT) -
  • Pará, Helder Barbalho (MDB)
  • Amazonas, Wilson Lima (PSC).

Os senadores também aprovaram a oitiva do ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. Eleito governador do Rio em 2018 junto da "onda" bolsonarista nas urnas, Witzel foi afastado do cargo em agosto de 2020 por decisão do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), após acusações de corrupção envolvendo recursos da saúde. O afastamento foi tornado definitivo pelo impeachment, em abril de 2021.

estadão

Nesta quinta quinta-feira (27) os ex-prefeitos de Teresina Sílvio Mendes e Francisco Gerardo se filiaram ao PSDB. O presidente estadual da sigla, ex-deputado Luciano Nunes, o deputado Marden Menezes e o vereador Edson Melo estiveram presentes durante as filiações, que aconteceram nas residências dos ex-prefeitos.

O deputado Marden Menezes, em entrevista à imprensa, afirmou que os ex-gestores são dois homens públicos respeitados no estado do Piauí e destacou que o retorno chega em uma época importante de restruturação da sigla.

“É um momento de muita satisfação o retorno dos ex-prefeitos, Silvio Mendes e Chico Gerardo, aos quadros do PSDB. São dois homens públicos com uma moral e respeitabilidade muito grande no Piauí, e que voltam ao partido nesse momento importante de restruturação do partido, e que sem dúvida alguma irão estimular, incentivar e abrir caminho para o PSDB nos próximos anos”, declarou. Foto: Divulgação/AscomEdson Melo, Luciano Nunes, Francisco Gerardo e Marden Menezes Edson Melo, Luciano Nunes, Francisco Gerardo e Marden Menezes

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O ex-prefeito Sílvio Mendes estava filiado ao Progressistas de Ciro Nogueira, mas deixou a sigla em 2018 para apoiar Luciano Nunes ao Governo do Estado. Sílvio retorna ao ninho tucano e apesar de não assumir, é colocado como uma alternativa para as eleições de 2022. Mendes é tido como uma das maiores lideranças do partido na capital. Foto: Divulgação/AscomEdson Melo, Luciano Nunes, Sílvio Mendes e Marden Menezes Edson Melo, Luciano Nunes, Sílvio Mendes e Marden Menezes

“Se depois de várias discussões, definições da população, do partido, da família, a disposição de tempo e dedicação plena a uma atividade política, se tudo isso convergir e tiver consenso, naturalmente facilita uma decisão de futuro. Nesse momento estamos apenas no período de reflexão, de olhar para frente e torcer por Teresina”, destacou Sílvio Mendes.

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”Sigo acompanhando as atividades parlamentares remotamente. Mas, sempre muito atento às demandas e solicitações dos piauienses. O trabalho continua firme!”. A explanação é do deputado estadual Gustavo Neiva (PTB), numa rede social.

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Gustavo Neiva que já foi infectado pelo novo coronavirus, após um tratamento de saúde, se recuperou e voltou as suas atividades no parlamento estadual. Ele vem tomando com os seus familiares os cuidados em relação a pandemia.

Há dez dias o deputado estava lamentando a morte de um amigo. O que ele externou no seu Instagram, “Minha solidariedade à família e amigos do empresário Paulo Leandro, da cidade de Bom Jesus, mais uma vítima da COVID-19. Que todos possam encontrar em Deus o conforto e força nesse momento de dor e tristeza.

Da redação

O Prefeito Municipal de Picos, Gil Marques de Medeiros, recebeu em seu gabinete na manhã desta terça-feira, 25 de maio, representantes do 3º Batalhão de Engenharia e Construção de Picos (3º BEC). Na ocasião, Gil Paraibano foi empossado como Presidente da 083 Junta de Serviço Militar da região de Picos.

gil

Estiveram representando o 3º BEC, o Tenente Paulo Roberto Chefe do PRM de Picos, Ivanisio Chavier, Delegado de Serviço Militar e Francilúcia, Secretária da Junta de Serviço Militar. Além de empossarem o Prefeito de Picos como presidente da Junta de Serviço Militar a reunião também se tratou de uma visita de cortesia e planos a serem desenvolvidos em prol de Picos.

O Prefeito Gil Paraibano se diz contente e honrado com tamanho reconhecimento e destaca que com o recrutamento feito diretamente na cidade de Picos, descentralizado e trazendo autonomia administrativa, consequentemente terá um serviço mais ágil e que atenderá ainda melhor aos jovens nos períodos de alistamento militar.

riachaonet

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

jocinala

Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação