O Sindicato dos Produtores Rurais da Microrregião de Bom Jesus, interior do Piauí, denunciou que a cobrança de pedágio na rodovia Transcerrados, região sul do Piauí, iniciará antes da estrada existir.
“A cobrança existirá sem que um palmo de asfalto tenha sido colocado nas estradas de nossa região”, afirma o presidente do Sindicato, Moyses Barjud, em nota contra a CS Grãos.
Alzir Neto, presidente da Aprosoja Piauí, destacou que a empresa vencedora da licitação nada fez na região, para além de praças de cobranças, e já está se aproveitando para exigir as taxas.
“Uma verdadeira aberração. Uma empresa privada que venceu uma licitação e apenas construiu as praças de cobrança sobre os trechos já existentes, não construiu nada novo. Vergonhosa a atuação desta empresa que se aproveita da concessão do estado pra lucrar antes de investir”, ratifica o presidente da Aprosoja Piauí, Alzir Neto.
A empresa CS Grãos foi vencedora da licitação para a PPP da Transcerrado, mas todo o asfalto existente na estrada (compreendido entre a BR 135 e a Transcerrados) foi feito pelo Governo do Estado na gestão do ex-governador Wilson Martins. Os produtores lembram que o trecho asfaltado sequer teve seu acostamento alargado pela PPP. O segundo trecho, já na Transcerrados (PI 397) permanece sem asfalto.
Impulsionar a capacitação profissional dos beneficiários do Bolsa Família e de quem está no Cadastro Único e incentivar o empreendedorismo para criar mais oportunidades de emprego e renda são metas da atual gestão do programa. O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, disse que o governo quer que o Brasil seja um país de oportunidades para os que vivem em situação de vulnerabilidade.
“Queremos ir além, garantir não só a proteção social, mas também um caminho seguro para as pessoas crescerem”, afirmou Wellington Dias em entrevista ao programaBrasil em Pauta, que vai ao ar neste domingo (16), às 22h30, naTV Brasil.
Na qualificação profissional, o ministro explicou que há um esforço interministerial para construir uma proposta de formação semelhante ao que foi o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), e que abranja formação para o trabalho e para o empreendedorismo.
“Se temos aqui um público que quer uma oportunidade, que tal se o Brasil inteiro se voltar para o Cadastro Único na hora de tomar uma decisão de contratação”, disse. Ele citou que isso valeria para o governo federal, estados, municípios e setor privado. “O setor privado vai trabalhar a construção civil, precisa de pedreiros, eletricistas. E se olharmos para o Cadastro Único, qualificarmos pessoas dali já no padrão da empresa que vai contratar. O estado, o município, precisa de pessoas de limpeza motoristas. E se qualificarmos do Cadastro Único”, exemplificou.
O ministro Wellington Dias disse que já teve conversas com o setor da construção civil que pode empregar integrantes de programas sociais na retomada de obras que estão paralisadas no país e somam cerca de 14 mil, segundo o governo federal. “Já fiz aqui um diálogo com todas as áreas do governo, setor da construção civil, e mais investimentos também em parceria público-privada, mais investimentos dos estados e dos municípios para que ali, onde tem um canteiro de obra, a gente também tenha uma condição de formação, a formação teórica e a prática”, disse.
Segundo ele, esse caminho pode ser seguido também no setor de comércio, na indústria, na área do turismo, de energias, petróleo e gás e outras que tenham condições da qualificação para o emprego e para o empreendedorismo.
O ministro relatou que uma das principais dificuldades enfrentada pelo empreendedor é não ter garantias a oferecer para tomar um empréstimo. Wellington Dias contou que, para apoiar o empreendedorismo entre as pessoas em situação de vulnerabilidade, está em discussão a disponibilização de um fundo garantidor para o investimento e de consultores sociais para organizar o projeto e orientar a implantação.
“O olhar do presidente Lula é que, na volta do Bolsa Família, na volta do Brasil, a gente possa ser um país de oportunidades”, disse Wellington Dias.
A Secretaria de Segurança Pública, através da CIPE (Companhia Independente de Pelotão Escolar) da Polícia Militar do Piauí, reforçou durante toda a semana o policiamento preventivo em escolas de todo o o Piauí, promovendo a segurança e tranquilidade para os estudantes, pais e sociedade, diante da circulação de notícias falsas de possíveis ataques nas unidades de ensino.
De acordo com o capitão Antônio Carmos, comandante da CIPE, foram cinco dias intensos de trabalhos no monitoramento das escolas e junto aos gestores, com orientação acerca de protocolos internos e dicas de segurança. Além da Polícia Militar, demais órgãos de rede protetiva, como a Secretaria de Educação, Polícia Civil, Ministério Público e entre outros, estiveram envolvidos nas ações de planejamento.
Nesta sexta-feira (14/04), foi realizado o 2° dia de capacitação de agentes de portaria e gestores escolares, junto a SEDUC (Secretaria de Educação do Piauí).
“No dia de hoje, quinto dia de trabalho efetivo de toda essa equipe, tivemos vários pontos positivos, desde a identificação dos autores das fake news, as suas apreensões, e a busca da responsabilização junto ao poder judiciário. As escolas estão voltando à normalidade, os pais foram orientados. Hoje estamos aqui finalizando a capacitação dos vigilantes das escolas, dos gestores, dessa questão da segurança do ambiente escolar. Segunda-feira nós vamos fazer o ciclo de formação no interior do estado e vamos iniciar pela 18ª regional que vai ser na cidade de Altos, onde ali vai se reunir vários gestores das cidades circunvizinhas da área que pertence a décima oitava regional, onde nós vamos levar a capacitação com um protocolo de segurança, capacitando os vigias e os gestores, com dicas de segurança para o ambiente escolar”, adiantou.
Viviane Holanda, superintendente de Gestão da Educação Básica e Superior da SEDUC, explicou que o objetivo da capacitação e formação dos agentes de portaria das escolas e gestores, é reforçar a orientação e informação sobre as questões de segurança relacionadas às unidades de ensino.
“O objetivo é principalmente orientar sobre questões de segurança relacionadas às escolas. Estamos num momento muito positivo, nesse momento nós estamos com cerca de 400 pessoas entre gestores escolares e agentes de portaria e o objetivo principal é trazer não só a sensação de segurança, mas informação e formação para os agentes de portaria, que são as pessoas que estão nas portas das escolas. Além disso, trazer para os gestores escolares mais segurança porque a escola é lugar de acolhimento, de inclusão, de aprendizado, e precisa ser um espaço reservado para a cultura de paz e de segurança nas escolas”, reitera.
Para a superintendente, a parceria com as secretarias de Educação e Seguranças, através da Polícia Militar, não tem medido esforços para promover paz e segurança no ambiente escolar.
“Esse é o nosso propósito, fruto dessa parceria com a CIPE da Polícia Militar que não tem medido esforços. Essa parceria entre a Secretaria de Educação e a Polícia Militar que não tem medido esforços para nos apoiar. O time da CIPE para nos apoiar nesse enfrentamento às questões de violências nas escolas, a essas situações que estão agora causando um certo tumulto nas escolas. Mas a gente precisa trazer a sensação de paz e segurança para todo mundo. E essa parceria forte e firme que tem realmente trazido, retomado, recuperado o objetivo principal que as escolas têm que é realmente um espaço de fazer a aprendizagem acontecer”, completa Viviane Holanda.
Outro ponto destacado pelo capitão é o compartilhamento de informações de supostos ataques envolvendo escolas sem a devida confirmação da veracidade, pois pode atrapalhar possíveis investigações, o trabalho da própria polícia, além de causar pânico na sociedade e gerar graves consequências.
“Há um ponto importante que nós gostaríamos de orientar toda a população piauiense. Não propague fake News, não curta fake News. Isso é crime. Se você fizer isso estará fazendo um 'desserviço', estará prejudicando a saúde mental da população. Então não faça isso. Se você viu alguma mensagem, alguma divulgação, que seja fake news, encaminhe imediatamente para as autoridades para que sejam tomadas as providências, mas não faça publicidade sem que primeiro tome conhecimento da veracidade dos fatos”, finaliza.
A Associação Piauiense das Defensoras e Defensores Públicos do Piauí (APIDEP) realizará a doação de móveis e eletrodomésticos da sua antiga sede para instituições de caridade do estado que atende ao público em situação de vulnerabilidade social. A decisão foi tomada por meio de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) convocada pela mesa diretora da associação, após a mudança de sede da associação para um novo local.
O presidente da APIDEP, Jeiko Leal, explica que essa decisão foi tomada pensando na utilidade dos móveis para novos fins. “Nossa antiga sala era grande, com quase 40 m², e agora mudamos para uma sala bem menor. Então é impossível adequar nossos móveis antigos para a sede atual. E convocamos uma assembleia e foi definido que esses móveis serão destinados para uma entidade que atenda a população em situação de vulnerabilidade”, explicou o presidente.
Ao todo serão doados quase 20 móveis e eletrodomésticos, incluindo aparelhos de refrigeração, móveis de escritório e um televisor. As instituições interessadas em concorrer aos bens deverão apresentar formalmente sua candidatura, mediante o envio de um e-mail para a APIDEP (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.), contendo o CNPJ da organização.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.