O Programa de Regularização Fiscal e Atualização Cadastral para Empresas vai chegar a todas as empresas de Floriano, com o objetivo de recadastramento dos dados e identificação de possíveis problemas na situação fiscal de algumas dessas empresas, junto ao fisco municipal. Os agentes fiscais da secretaria de Finanças devem percorrer as empresas para entregar o convite, solicitando a presença dos representantes das empresas, na própria secretaria, localizada no Centro Administrativo Municipal.
Os detalhes do programa foram definidos nesta quinta-feira (7), durante reunião entre a secretaria de Finanças, através da secretária da pasta, Josélia Rodrigues e a Empresa de Consultoria Tributária e a empresa de Gestão dos Sistemas E-Nota e GTN - Gestão de Tributos Municipais.
A oportunidade garantirá aos proprietários de empresas, a possibilidade de renegociação de dívidas junto à receita municipal, como IPTU e ISSQN e outros com parcelamentos em até 36 vezes, escolha da data de vencimento das parcelas etc. A regularização das empresas é um importante passo para que todas as pessoas jurídicas não tenham impedimentos na hora de participar de licitações, ter empréstimos em banco, renovar alvarás de funcionamento, alvarás de funcionamento, licença ambiental, alvará de vigilância sanitária e usufruir de outros benefícios. As empresas devem aguardar a solicitação de comparecimento para só depois, se dirigir até a secretaria de Finanças de Floriano.
“O bom filho a casa torna”. Isso é o que está acontecendo agora na política de Floriano. O ex-vereador Carlos Augusto (Carlão) que começou a vida política no grupo liderado pelo ex-vereador Almir Reis e, que havia deixado a sua base, há algum tempo já como vereador eleito, está de volta ao grupo.
O ex-vereador Carlão que é do PDT, partido liderado pelo ex-vice-prefeito Nelson Junior, teve uma reunião com o deputado estadual Gustavo Neiva (PSB) e houve um entendimento.
O deputado Gustavo, em Floriano, desde a campanha de prefeito em 2016, tem como aliado o líder político Almir Reis que é presidente de honra do MDB.
Sobre a decisão de trabalhar com o deputado nas próximas eleições o ex-vereador Carlão disse, “acertamos com o deputado Gustavo Neiva de darmos continuidade a esse apoio, pois na verdade já tive trabalhando com ele nas eleições de 2014, e fui procurado pelo Gustavo e por várias outras lideranças da cidade de Floriano e, diante de muitos diálogos com os amigos decidimos continuar trabalhando com o deputado Gustavo Neiva”.
O ex-vereador Carlão disse que um dos motivos de voltar a ser aliado do Gustavo Neiva é porque o mesmo é muito presente na cidade, tem ações como parlamentar no município florianense e ainda, por se tratar de líder que tem tido atenção com a sua pessoa.
Sobre o PDT, partido presidido pelo Nelson Junior, do qual faz parte o ex-vereador Carlos Augusto, ele disse que teve uma conversa com a direção do mesmo e explicou sobre o seu posicionamento. “Tivemos uma conversa com os líderes do PDT e achamos por bem não apoiar os nomes do nosso partido”, disse Carlos afirmando que estará apoiando nas Camarás Estadual e Federal, Senado e para Governador os nomes que forem indicados pelo deputado.
Carlos já esteve no PTB quando em 2012 obteve nas urnas 692, se elegendo um dos parlamentares do período. Mas tarde, ou seja, quatro anos depois ele tentou a reeleição, mas a votação não foi suficiente e obteve na votação 354 votos, ficando como suplente.
O ex-parlamentar tenta se organizar para disputar, mais uma vez, uma cadeira na Câmara no processo de 2020.
O deputado Paes Landim, presidente do PTB no Piauí, falou sobre a situação delicada do partido na base do governador Wellington Dias (PT). O partido tenta emplacar um nome para concorrer a vice-governador na chapa governista. Segundo ele, sem a vaga, o PTB deve reavaliar a aliança com o governador.
Paes Landim afirma que vai ouvir os deputados do partido para a tomada de decisão.
“Temos que repensar a posição. É claro que não podemos falar sozinho. O partido tem uma ligação profunda dos deputados estaduais com o governador Wellington Dias (PT). Eles foram secretários do governo. Vamos nos reunir logo após a decisão do governador. Se não for favorável, vamos decidir qual será nossa posição”, comentou.
O PTB perdeu força na chapa majoritária depois que o ex-senador João Vicente Claudino, principal liderança do partido no Piauí, anunciou apoio à oposição. Sem ele, o partido tem dificuldades de disputar a vaga de vice com siglas como o MDB, que deve indicar o deputado Themístocles Filho. Sem João Vicente, o PTB deve indicar a deputada estadual Jannaína Marques para ser a candidata à vice. Paes Landim diz que se o ex-senador fosse candidato teria o apoio do partido.
“Nosso candidato natural ao governo era o João Vicente Claudino. Se fosse candidato já estávamos com ele na rua. Infelizmente nosso João desistiu, foi uma pena porque quem perde é o Piauí. João demonstrou ser um homem sério, mostrou isso como senador. O Piauí só tem a perder com a saída dele do páreo”, disse.
Um preso político, tratado como inimigo pela Justiça, afastado da convivência com o povo brasileiro, candidato à Presidência para acabar mais uma vez com o "sofrimento do povo brasileiro", é como o ex-presidente Luiz Inácio Lula se apresentou nesta sexta-feira, em uma carta enviada a militantes no lançamento da sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto.
"Não tenho dúvida de que me puseram aqui para me impedir de conviver com minha grande família: o povo brasileiro. Isso é o que mais me angustia, pois sei que, do lado de fora, a cada dia mais e mais famílias voltam a viver nas ruas, abandonadas pelo Estado que deveria protegê-las", escreveu o ex-presidente na carta lida pela ex-presidente Dilma Rousseff em Contagem, zona metropolitana de Belo Horizonte.
Preso há dois meses em Curitiba por causa de uma condenação na operação Lava Jato, Lula não compareceu ao ato montado pelo PT para mostrar unidade do partido em torno da sua candidatura. No palco, as principais lideranças do partido, parlamentares, e quatro dos cinco governadores petistas --Camilo Santana (CE) foi o único que não compareceu.
Cerca de 2 mil pessoas lotaram um auditório para ouvir quase três horas de discursos de lideranças petistas.
Quando Dilma começou a ler o que Lula batizou de "Manifesto ao Povo Brasileiro", o silêncio tomou conta do local.
"Contra todas as injustiças, tenho o direito constitucional de recorrer em liberdade, mas esse direito me tem sido negado, até agora, pelo único motivo de que me chamo Luiz Inácio Lula da Silva. Por isso me considero um preso político em meu país", escreveu o ex-presidente.
"Quando ficou claro que iriam me prender à força, sem crime nem provas, decidi ficar no Brasil e enfrentar meus algozes. Sei do meu lugar na história e sei qual é o lugar reservado aos que hoje me perseguem. Tenho certeza de que a Justiça fará prevalecer a verdade."
Mais uma vez, Lula afirmou que o condenaram sem provas, sem o direito de defesa e sem ser tratado como um cidadão comum, mas como inimigo.
"É para acabar com o sofrimento do povo que sou novamente candidato à Presidência da República. Tive muitas candidaturas em minha trajetória, mas esta é diferente: é o compromisso da minha vida. Quem teve o privilégio de ver o Brasil avançar em benefício dos mais pobres, depois de séculos de exclusão e abandono, não pode se omitir na hora mais difícil para a nossa gente", disse.
"Sei que minha candidatura representa a esperança, e vamos levá-la até as últimas consequências, porque temos ao nosso lado a força do povo."
Lula lidera as pesquisas de intenção de voto para o Planalto na eleição de outubro, mas pode ficar impedido de concorrer devido à Lei da Ficha Limpa que torna inelegíveis condenados por órgãos colegiados da Justiça, como aconteceu com o petista.
No texto, Lula diz que quer ser presidente porque já provou que o Brasil pode ser um país melhor para todos e que seu governo foi "um tempo de paz e prosperidade, como nunca antes tivemos na história".
"Acredito, do fundo do coração, que o Brasil pode voltar a ser feliz. E pode avançar muito mais do que conquistamos juntos, quando o governo era do povo", escreveu.
O ex-presidente avançou ainda no que deve ser seu programa de governo, caso possa manter sua candidatura. Afirma que impedirá a privatização da Eletrobras, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Afirmou que a Petrobras "não foi criada para gerar ganhos para os especuladores de Wall Street", mas para garantir a autossuficiência de petróleo no país e com preços compatíveis com a economia popular.
"Sonho ser o presidente de um País em que o julgador preste mais atenção à Constituição e menos às manchetes dos jornais. Em que o Estado de Direito seja a regra, sem medidas de exceção. Sonho com um país em que a democracia prevaleça sobre o arbítrio, o monopólio da mídia, o preconceito e a discriminação. Sonho ser o presidente de um país em que todos tenham direitos e ninguém tenha privilégios", escreveu.
Ao final de sua carta, o ex-presidente fez um apelo à união das esquerdas em torno de sua candidatura. Disse ser necessário unir as "forças democráticas" do país em um projeto "mais solidário e mais justo" e que tem certeza que todos estarão "juntos no final da caminhada".
"Daqui onde estou, com a solidariedade e as energias que vêm de todos os cantos do Brasil e do mundo, posso assegurar que continuarei trabalhando para transformar nossos sonhos em realidade. E assim vou me preparando, com fé em Deus e muita confiança, para o dia do reencontro com o querido povo brasileiro. E esse reencontro só não ocorrerá se a vida me faltar", concluiu.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.