O grupo político liderado pelo Almir Reis, presidente de honra do MDB em Floriano, e que tem a ex-vereadora Ana Cleide (DEM) como integrante, promoveu na noite dessa quarta-feira, 12, uma reunião com o deputado estadual Gustavo Neiva (PSB) que visa continuar legislando pelo Estado.
A reunião de campanha foi no bairro Sambaíba e contou ainda com o ex-vice-prefeito Edilberto Batista de Araújo que desde as eleições passadas vem atuando com o grupo peemedebista.
O vereador Fábio Braga também compareceu ao encontro. A ex-vereadora Ana Cleide é candidata a suplente do Senado na chapa candidato Robert Rios.
O ex-vice-prefeito de Floriano professor Nelson Júnior, presidente do PDT municipal, que está trabalhando com os candidatos Flavio Nogueira, à Câmara Federal, e Flavio Nogueira Junior à Assembleia Legislativa do Piauí disse que tem observado durante a campanha que as os eleitores estão com um descrédito em relação aos políticos.
Foi solicitado ao Nelson Junior que ele fizesse uma avaliação desse primeiros dias de campanha e ele respondeu”, se trata de uma campanha difícil, muito descrédito com os políticos, mas todas as eleições tem as suas dificuldades e essa não será diferente”.
A liderança afirma que tem realizado reunião, que tem andado de porta em porta explicando sobre o processo e falando nos seus candidatos e completou, “tenho explicado a importância de se votar. A eleição se faz com o voto e política se faz com os políticos. Cabe aos eleitores escolherem aqueles que eles achem melhor”.
Nelson cita que tem sido uma campanha tranquila, bonita e afirma que os seus candidatos devem visitar Floriano ainda uma três ou quatros vezes até o fim do período eleitoral.
O grupo liderado pelo Didi da Lotérica, também membro do PDT, e pelo Nelson Junior apoia Wellington Dias para o Governo e ainda, Ciro Gomes para presidente e, foi decidido nessas horas pelas lideranças pedetistas todos devem apoiar o senador Ciro Nogueira.
Não foi citado pelo líder quem é outro candidato ao Senado.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não poderá votar nas eleições deste ano. A informação é de que Valeska Teixeira Zanin Martins, sua advogada e que está em Genebra para promover seu caso diante da imprensa estrangeira e em eventos. Um pedido havia sido formulado pela defesa do ex-presidente. Mas, segundo ela, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) o negou. O argumento era de que precisariam existir 20 solicitações da mesma natureza por pessoas detidas na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba para justificar a organização de uma espécie de sessão eleitoral.
Esse patamar, porém, não foi atingido. Cristiano Zanin Martins, também advogado de Lula, argumentou que, quando não existe o patamar mínimo de pessoas solicitando votar, o TRE teria a "obrigação" de levar Lula a votar no dia das eleições 2018. "Ele não pode ser eleito e agora não pode votar", disse Zanin, que não descarta apresentar um recurso.
Na terça-feira, 11, a Executiva Nacional do PT confirmou o nome do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como o candidato do partido à Presidência da República e Manuela d'Ávila (PCdoB) como vice na chapa. Haddad vai substituir o ex-presidente, cuja candidatura foi barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Lima. "Ele (Lula) sofreu muito", disse Valeska. "Ele sempre disse que era por sua dignidade", insistiu.
Em meados de agosto, o Comitê de Direitos Humanos da ONU havia concedido medidas cautelares e solicitado às autoridades brasileiras que mantivessem os direitos políticos de Lula até que seu caso fosse avaliado pelo Supremo Tribunal Federal. No início da semana, o Comitê de Direitos Humanos, reforçou em uma carta ao Itamaraty que o Brasil tem o dever de cumpriu sua determinação de garantir os direitos políticos do ex-presidente.
O governo brasileiro deixou claro, desde o início, que considerava a decisão do Comitê como sendo apenas uma recomendação, sem poder vinculante. Sua defesa ainda informou que irá voltar a enviar um comunicado à ONU nesta sexta-feira para alertar que, mesmo depois das medidas cautelares, o Brasil continuou a ignorar o Comitê. "Isso significa uma quebra das obrigações internacionais do Brasil e o País precisa fazer uma reflexão: ou participa dos instrumentos internacionais ou usa escudo da soberania para deixar de cumprir", alertou Zanin.
Terra
Foto: Lalo de Almeida/The New York Times/Divulgação / Estadão Conteúdo
A campanha da vice-governadora Margarete Coelho, à Câmara Federal, foi lançada para os florianenses na noite dessa quarta-feira, 12, no Clube Barraca do Bode, bairro Manguinha.
A reunião foi organizada pelo vereador Mauricio Bezerra, presidente da Câmara Municipal de Floriano, que contou com um grupo de amigos.
“Estou muita grata pelo apoio do vereador Mauricio, pois se trata de uma grande liderança da região de Floriano e, me sinto honrada. Floriano é uma cidade que tenho muito carinho e precisa de muito trabalho”, disse Margarete Coelho que na sua fala durante a reunião citou o médico Francisco Costa, candidato a deputado estadual.
O vereador Mauricio que no seu discurso falou dos nomes que está apoiando nesse processo citando Marcelo Castro e Ciro Nogueira para o Senado, disse que também decidiu trabalhar na campanha com nome do médico Francisco Costa, a ALEPI.
Mauricio, que no seu discurso por duas vezes parou de falar por se emocionar ao ver tanta gente reunida, externou que não decidiu quem apoiar ao Governo do Piauí e nem presidência da República.
O parlamentar municipal, que é do grupo liderado pelo prefeito Joel Rodrigues (PP), disse hoje ao piauinoticias, em relação a apoios para o Governo e Presidente da República, que já foi procurado por assessores de candidatos, inclusive por um candidato, mas que ainda não se decidiu e continua sem anunciar nomes nas suas reuniões de campanha.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.