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gabigolO Flamengo fez o jogo do ano contra a LDU. Melhor partida do time sob comando de Abel Braga. Vitória justíssima por 3 a 1, placar até magro se levarmos em conta os gols perdidos e a superioridade do time nos 90 minutos.

O Flamengo deu um passo decisivo e importante para a classificação. E mais. Passa a depender exclusivamente dos jogos em casa para ser primeiro do grupo e ter vantagem a partir das oitavas.

Se repetir o que fez ontem, passa fácil.

Noite inspiradíssima de Éverton Ribeiro, disparado o destaque da partida. Diego destoou, continua segurando a bola demais e poderia ter comprometido a vitória com o pênalti bisonho e desnecessário cometido no fim do primeiro tempo.

Brilhou a estrela de Diego Alves que por sinal praticamente não trabalhou tirando essa ocasião. Chama atenção a determinação e espírito de luta de Gabigol.

Quando tudo dá certo sobra até para o técnico.

Bruno Henrique jogou abaixo do que pode e foi corretamente substituído. Abel errou. Arrascaeta era o cara, mas entrou Uribe. Entrou e menos de 1 minuto depois marcou o terceiro gol.

Aí fica difícil contestar Abel.

 

gazetaesportiva

Foto: Carl de Souza/ AFP

flaO Flamengo recebe a Liga Deportiva Universitaria, e LDU do Equador, nesta quarta-feira, às 21h30, no Maracanã, no Rio de Janeiro, em confronto válido pela segunda rodada do Grupo D da Copa Libertadores. O choque vale a liderança da chave, uma vez que ambos ganharam na estreia. Os flamenguistas bateram o San José por 1 a 0 na altitude da cidade de Oruro na Bolívia. Já os equatorianos bateram o Peñarol por 2 a 0 em casa.

Os jogadores do Flamengo têm consciência do que representa esta partida e por isso mesmo esperam contar com o apoio dos torcedores.

“Vai ser uma partida muito complicada pois o adversário tem qualidade. Mas tem muita coisa em jogo neste duelo e estamos nos preparando para uma grande final. Se ganharmos vamos nos colocar em uma situação muito confortável e por isso mesmo tenho a certeza de que a torcida vai jogar conosco”, disse o meia Diego, que lembrou que o Flamengo deve garantir a vaga nas oitavas de final se ganhar seus três jogos em casa.


Apesar da empolgação dos jogadores, o técnico do Flamengo, Abel Braga, alertou para o fato de a LDU ter uma histórico de grandes resultados no Brasil. No próprio Maracanã, enfrentando o Fluminense, o time equatoriano conquistou a Copa Libertadores de 2008 e a Copa Sul-Americana de 2009.

“Sabemos que vai ser um jogo complicado pela tradição que a LDU tem na competição e de fazer bons resultados fora de casa, inclusive no Brasil. Mas a Copa Libertadores exige as vitórias como mandante”, lembrou Abel Braga.

Para este compromisso o Flamengo terá Éverton Ribeiro, que ganhou a disputa com o uruguaio De Arrascaeta, na criação de jogadas. O atacante Vitinho, se recuperando de lesão muscular na coxa direita, fica de fora. Também seguem vetados o zagueiro Rhodolfo, com dores na panturrilha esquerda, e os atacantes colombianos Orlando Berrío, que sofreu uma lesão no reto femoral da coxa esquerda, e Fernando Uribe, que vem lutando contra uma entorse no tornozelo direito. Vale lembrar que o jovem Lincoln, revelado nas categorias de base do clube e que estava com a Seleção Brasileira no Campeonato Sul-Americano Sub-20, ficará três meses parado devido a uma lesão na coxa direita.

Pelo lado da LDU, o técnico Pablo Repetto elogiou o Flamengo.

“Trata-se de um clube que investiu alto e montou um elenco muito qualificado para brigar pelo título. Mas como toda equipe, apresenta deficiências. Precisamos saber trabalhar bem com elas para construir a vitória”, disse Pablo Repetto.

O treinador da LDU não terá o seu goleador, Juan Luis Anangonó, que não viajou ao Brasil por conta de problemas particulares. Rodrigo Aguirre, que recentemente trocou o Botafogo pela equipe equatoriana, deve herdar a vaga.

Pelo regulamento, nesta fase de grupos da Copa Libertadores os times jogam em turno e returno dentro de suas respectivas chaves e os dois primeiros colocados avançam para as oitavas de final. Os terceiros colocados passam para a Copa Sul-Americana.

 

gazetaesportiva

 

copaDepois de uma reunião que durou seis horas num hotel de luxo em Miami, a Conmebol decidiu o que fazer com a Copa América de 2020. Tudo indica que o torneio terá duas sedes, numa fórmula de disputa complexa, que tentaremos explicar a seguir:

12 seleções, as dez da Conmebol e duas convidadas
Dois grupos com seis seleções cada, cada um num país-sede
Os quatro melhores de cada grupo avançam para um mata-mata
Quartas de final, semifinais e final são disputadas no mesmo país-sede
O projeto prevê que o torneio sempre tenha uma sede no norte e uma no sul do continente. A ideia é que o formato estreie em 2020 com Argentina e Colômbia.

A mudança no formato aumenta o número de jogos e de datas da Copa América. O torneio que será disputado no Brasil em 2019 tem os mesmos 12 participantes, mas divididos em três chaves com quatro integrantes cada uma, com os oito melhores avançando ao mata-mata.

O formato atual prevê a realização de 26 partidas. No novo, serão 38. Cada seleção teria garantido um mínimo de cinco jogos na fase de grupos. A lógica por trás dessa decisão: mais jogos, mais dinheiro.

Na mesma reunião em que optou por esse modelo, a Conmebol recusou propostas para organizar a Copa América fora da América do Sul.
Duas propostas concretas foram postas sobre a mesa: uma da US Soccer (equivalente à CBF dos EUA) tornada pública algumas semanas atrás, e outra da Austrália, que queria levar a Copa América para o outro lado do mundo.

Além disso, houve demonstração de interesse por parte da China, da Rússia e do Catar, que no entanto não chegaram a formular propostas concretas.

As negativas, porém, valem apenas para 2020. A Conmebol deixou aberta a porta para analisar ofertas semelhantes para as edições seguintes da Copa América, que serão disputadas sempre em paralelo com a Euro, em 2024, 2028, 2032...

A edição que o Brasil vai organizar em 2019 será a última no atual formato e também a última em anos ímpares. Para poder parear seu calendário de seleções com a Uefa, a Conmebol pediu (e obteve) autorização da Fifa para organizar o torneio nos anos pares no intervalo entre as Copas do Mundo.

 

GE

Foto: EFE

A Conmebol vai abrir, nos próximos dias, o processo de candidatura para cidades interessadas em receber as finais da Copa Libertadores e da Copa Sul-Americana a partir de 2020. Neste ano, em que estreia o formato com final em partida única, as decisões serão em Santiago (Libertadores) e Lima (Sul-Americana). Após estipular as regras para as candidaturas, a Conmebol deve levar mais alguns meses até decidir onde serão disputadas as finais de 2020.

Ainda não há candidaturas oficiais, mas o Rio de Janeiro já manifestou formalmente para a Conmebol o desejo de abrigar a final da Libertadores do ano que vem. A julgar pelos acontecimentos recentes, o Rio terá muita concorrência.


No ano passado, a Libertadores foi decidida em Madri, como consequência do atentado sofrido pelo ônibus do Boca Juniors no caminho para o estádio do River Plate -- onde deveria ter acontecido a partida de volta da última final em dois jogos da história do torneio.

Mas antes que a capital fosse escolhida, a Conmebol recebeu uma grande quantidade de propostas, tanto da América do Sul quanto de fora. As mais concretas, segundo o GloboEsporte.com ouviu de dirigentes da confederação, foram as de Medellín, Assunção e Belo Horizonte.

Este é um dos assuntos que serão tratados na reunião do Conselho da Conmebol, nesta quarta-feira, em Miami. Nesta semana, a cidade americana também recebe o Conselho da Fifa, que discute mudanças importantes no calendário do futebol mundial -- como o novo Mundial de Clubes e a possibilidade de ampliar de 32 para 48 o número de participantes da Copa do Mundo do Catar, em 2022.

A Copa América de 2020 também está na pauta da Conmebol. A edição de 2019, a ser organizada pelo Brasil, será a última disputada em anos ímpares. Depois disso, o torneio de seleções da América do Sul vai ocorrer sempre de maneira paralela à Euro: a cada quatro anos, nos pares entre as Copas do Mundo. Ou seja: em 2020, 2024, 2028, 2032...

A Conmebol recebeu (e recusou) um convite da US Soccer para disputar um torneio continental organizado nos EUA em 2020, nos mesmos moldes da Copa América Centenário de 2016. A entidade sul-americana, então, convidou os EUA e o México para participar da Copa América em 2020 -- e este convite também foi recusado.

Para 2019, a Conmebol tinha planos ousados que nunca se concretizaram: a ideia inicial era ter a presença de Portugal e Espanha, México e EUA e mais dois convidados da Ásia. Os europeus e os norte-americanos não puderam (ou não quiseram) disputar o torneio no Brasil, e a saída encontrada foi organizar a Copa América com os 10 países da América do Sul e mais Japão e Catar como convidados.

 

GE