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flavasAnalisar técnica ou taticamente o empate com o Vasco seria muito pouco para o que aconteceu neste domingo no Maracanã. Mais do que na bola, o Flamengo ganhou a Taça Rio no coração. Assim como na semifinal contra o Fluminense, um gol nos acréscimos foi apoteótico e mudou o cenário da competição. Se o time não teve uma grande atuação, os rubro-negros podem se orgulhar da entrega e determinação de seus jogadores.

E haja coração! O próprio Abel exagerou na emoção na reta final da Taça Rio e foi “desfalque” na final. No Fla-Flu, quando o Flamengo jogou todo o segundo tempo com um jogador a menos e conseguiu a vitória nos acréscimos, o treinador teve uma arritmia, ficou três dias internado e passou por procedimentos cardíacos. Proibido pelos médicos de ir ao Maracanã, emocionou-se de casa com o título e com as homenagens dos jogadores.

Abel citou o resgate da “alma rubro-negra”. Não que a falta de vontade tenha sido um problema do Flamengo nas últimas temporadas, mas sim a dificuldade de vencer em momentos decisivos. Faltava o algo a mais. Talvez seja precoce avaliar, afinal foram dois jogos da Taça Rio, mas esse elenco começa a mostrar sinais de um grupo vencedor. O tão falado “DNA vencedor”.

 

O jogo ganhou contornos dramáticos no fim, mas deixou a desejar em vários aspectos. Um jogo morno, em que o Flamengo, com o time reserva, não foi brilhante, mas mostrou força para brigar de igual para igual com os titulares do Vasco. Aliás, o clube abdicou da força máxima nos jogos decisivos da Taça Rio. Peças importantes como Diego, Gabigol e Cuéllar, por exemplo, sequer foram relacionadas para os clássicos contra Fluminense e Vasco.

Do clássico deste domingo, é possível tirar pontos positivos, mas também sinais de alerta.

O que deu certo
Espírito do time
O Flamengo nunca desistiu. Acreditou e buscou o empate até o fim. Não teve medo de se expor, lançou-se ao ataque e foi premiado. Teve alma, raça e coração.

Arrascaeta
Não foi a melhor atuação de Arrascaeta com a camisa do Flamengo, ele teve mais erros do que acertos, mas não se omitiu e decidiu. Em um time que teve oito garotos formados na base ao longo do jogo, o uruguaio assumiu a responsabilidade e foi premiado com o gol. Está cada vez mais difícil para Abel deixar o camisa 14 no banco. O problema é: quem sai?


Espírito do time
O Flamengo nunca desistiu. Acreditou e buscou o empate até o fim. Não teve medo de se expor, lançou-se ao ataque e foi premiado. Teve alma, raça e coração.

Arrascaeta
Não foi a melhor atuação de Arrascaeta com a camisa do Flamengo, ele teve mais erros do que acertos, mas não se omitiu e decidiu. Em um time que teve oito garotos formados na base ao longo do jogo, o uruguaio assumiu a responsabilidade e foi premiado com o gol. Está cada vez mais difícil para Abel deixar o camisa 14 no banco. O problema é: quem sai?

 

GE

Foto: André Durão

Um grupo de atletas veteranos de Floriano, com mais de 50 anos, saiu da cidade nessa sexta-feira para neste sábado, 30, realizarem  um jogo amistoso em Teresina.

A partida de futebol society realizada na AABB, clube de um grupo de  bancários, estava marcada para o começo da manhã.

Neste momento, após a partida, os peladeiros estão participando de uma confraternização. 

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A partida, apitada pelo Ary Carnibe, é um jogo de volta e saiu 5 X 5. Na imagem, estão os florianenses Zé Robim, Manoel Neto, Carlito, Antonio Narciso, Chagas e Edilson dentre outros.

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Da redação

IMAGEM:> Carlos Iran

palmeO Palmeiras fez na tarde desta sexta-feira, na Academia de Futebol, seu último treino antes de visitar o São Paulo às 18 horas (de Brasília) de sábado, no Morumbi, em clássico válido pela primeira semifinal do Campeonato Paulista.


Nos dez minutos em que a imprensa teve acesso ao centro de treinamento, o técnico Luiz Felipe Scolari, ao seu melhor estilo, tratou de alimentar mistério em torno da escalação, que, segundo disse ao longo da semana, deverá ter "quatro ou cinco" mudanças.


O treinador dividiu o elenco em dois grupos para trabalhos em campos diferentes. Num deles, 11 jogadores de linha corriam sob supervisão da preparação física. No outro, os demais nomes do elenco faziam aquecimento com bola.

Os 11 jogadores de linha com a preparação física eram Dudu, Thiago Santos, Mayke, Lucas Lima, Luan, Diogo Barbosa, Gustavo Gómez, Felipe Pires, Bruno Henrique, Arthur Cabral e Edu Dracena (que se juntou a eles mais tarde).

A novidade na atividade desta sexta-feira foi Gustavo Gómez, que treinou com bola no gramado. No dia anterior, quando se reapresentou depois de defender a seleção paraguaia em dois amistosos, o zagueiro havia feito trabalhos específicos na parte interna da Academia.

Uma provável escalação para sábado é Weverton; Marcos Rocha, Antônio Carlos (Luan), Edu Dracena (Gómez) e Victor Luis; Felipe Melo, Bruno Henrique e Ricardo Goulart; Gustavo Scarpa, Dudu e Deyverson (Borja).

 

GE

 

 

jorgeO Santos tem um novo camisa 3. Nesta sexta-feira, o lateral esquerdo Jorge foi apresentado pelo Peixe e, logo “de cara”, exaltou o projeto oferecido pela equipe da Baixada Santista – o jogador também revelou ter recebido procura do Flamengo, time que o revelou.

“Ao Flamengo, só tenho a agradecer, clube que me criou, fui muito feliz. É um grande clube. Recebi ligação do Fla também, mas decidi escolher o Santos pelo projeto oferecido, bom para minha carreira. Pela história do clube e pela vitrine muito grande também. Espero que isso seja produtivo no dia a dia”, falou o defensor, que também destacou a influência de Jorge Sampaoli em sua decisão.

 

“Quando recebi a ligação dele (Sampaoli), foi gratificante. É um treinador que tem conhecimento no mundo todo, foi treinador de Europa e hoje está em um grande clube, tenho certeza que vai ajudar muito. Decisão foi boa por isso também”, elogiou.

Com passagem recente pelo futebol europeu, onde defendeu Monaco e Porto, Jorge também afirmou que a decisão de sair do continente foi difícil.

“O próprio Monaco queria que eu ficasse, então quando eu recebi ligações, pensei muito bem junto de empresário e família. Quando decidi vir, pensei que precisava jogar novamente”, contou, revelando também se o time francês de fato fez a exigência de que o atleta teria que ser titular no Santos.

“Quando a gente sai de um grande clube na Europa e vem para o Brasil, eles querem que a gente jogue. Vou respeitar a opção do Sampaoli, comissão e companheiros, mas quero estar jogando e espero na hora certa entrar. Me sinto bem fisicamente. Se tiver que me colocar, vou ajudar meus companheiros. Sei da concorrência na posição, estou chegando agora e tenho que ganhar meu espaço e ajudar meus companheiros”, disse Jorge.

 

 gazetaesportiva

Foto: Reprodução/SFC