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Após a saída de Felipe Aguilar ao Athlético-PR, o Santos monitora nomes para compor a zaga do clube e o de Maurício Carvalho, zagueiro brasileiro que atua no Urawa Reds-JPN, surgiu como opção.

A diretoria santista tem mantido conversa com o estafe do jogador, que está desde 2017 no futebol japonês e é um dos líderes do elenco dos Diamonds, mas deseja voltar ao Brasil após o nascimento da sua segunda filha, há três meses. A pandemia do novo coronavírus reforçou o desejo do atleta em ficar mais próximo à família.

Peixe e representantes do zagueiro trabalham com a possibilidade de uma liberação de empréstimo por parte do Urawa.

Procurado pela reportagem, Maurício admitiu o desejo em vestir a camisa santista, mas despistou sobre uma possível negociação.

- Muitas pessoas estão nos ligando, mas não há nada concreto. O Santos é um clube que todo jogador gostaria de jogar um dia. Os treinos do Urawa estão para voltar na próxima semana e estou focado - afirmou com exclusividade ao LANCE!.

Aos 28 anos, o atleta foi revelado pelo São Paulo e passou quatro anos no futebol português, atuando por Portimoniense, Porto e Marítimo, antes de ingressar no futebol do Japão. Pelo Urawa Reds, conquistou a Liga dos Campões asiática, em 2017, e destacou-se marcando dois gols no Mundial de Clubes do mesmo ano.

Pendências podem atrapalhar

Caso o negócio avance, o Santos precisará resolver o imbróglio envolvendo uma ação na Fifa que impede o clube de registrar novos atletas, por conta de uma dívida com o Hamburgo-GER, relacionada ao não pagamento pelo zagueiro Cléber Reis. A diretoria santista coloca a resolução do caso como prioridade e tem se movimentado para encontrar soluções.

 

Lançe

O desportista Júnior Bocão, atual presidente da Liga Florianense de Futebol - LFF- que foi alvo muitas denúncias durante essa sua gestão deve ser aclamado presidente da entidade esportiva, num processo que vai se realizar na próxima semana, quinta-feira, 21.

De acordo com informação do próprio Bocão, não apareceu concorrente para disputar a Liga de Futebol (LFF).

bocão

 Junior fala da processo a ser realizado numa entrevista cedida ao Ivan Nunes, pelo Facebook.

Bocão cita renovação, mas deixou alguns presidentes insatisfeitos com algumas das suas ações nesta gestão atual e que está terminando.

"Busco renovar a Liga", disse ele afirmando que vai colocar gente nova na diretoria. 

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Da redação

 

piaDurante a transmissão da final do Pan de 2007 Galvão Bueno repetiu por várias vezes, com a ênfase que lhe é característica, um apelo para que o futebol feminino passasse a receber a devida atenção da CBF, do governo, de quem quer que fosse. Aquela goleada histórica por 5 a 0 sobre as americanas, campeãs olímpicas e multicampeãs mundiais, emocionou as 70 mil pessoas que estavam no Maracanã e o país inteiro. Seria mais do que uma medalha de ouro, seria um recomeço - ou um começo.

Seria, porque não foi. Foi, aliás, mais um daqueles momentos que no Brasil conhecemos de sobra. Mais um momento de euforia, do “agora vai!”, que não vai a lugar nenhum.

É perseguido, esse futebol feminino.

Perseguido pelo conservadorismo machista dos políticos que durante quase 40 anos proibiram que fosse praticado sob o pretexto de preservar o que seria o nobre papel da mulher na sociedade, cuidar da casa, do marido e dos filhos. Um absurdo sem tamanho. Perseguido pelo desprezo secular dos governos, dos cartolas, das escolas e dos clubes. Perseguido, enfim, e agora, por uma verdadeira armadilha do destino, a tal pandemia do coronavírus.

A Olimpíada do Rio, em 2016, a Copa do Mundo do ano passado, na França e sua repercussão inédita, com jogos transmitidos ao vivo, apesar do Brasil ter caído nas oitavas de final, perdendo para as donas da casa, deram um novo impulso ao futebol feminino. Agora vai, repetiu-se.

A decisão da CBF de obrigar, desde 2019, que todos os times da Série A do Brasileiro masculina tivessem também equipes femininas adulto e de base foi bastante criticada no início. Mas é reconhecida como fundamental hoje em dia. Foi isso que permitiu o surgimento de um Brasileirão feminino de verdade, com primeira e segunda divisões, transmissão de jogos em TV aberta e fechada e um público cada vez maior nos estádios. As maiores torcidas do Brasil começaram a acompanhar mais de perto e a se interessar pela “novidade”.

Com um calendário consistente, jogadoras que fizeram carreira no exterior – por falta de opção de jogar aqui, inclusive – começaram a voltar. E a atividade permanente tende a melhorar ainda mais, progressivamente, o nível do futebol feminino brasileiro como um todo. Neste cenário, a contratação da técnica sueca Pia Sundhage, bicampeã olímpica com os EUA e prata na Rio 2016 com a Suécia, foi a cereja do bolo. Desde que chegou, ela mudou a cara da seleção brasileira que chegaria a Tóquio para a Olimpíada de julho, com boas chances de ir ainda bem além de suas melhores campanhas.

Tudo parecia caminhar bem... mas veio a pandemia. E a paralisação do planeta.

Ao anunciar seu tímido pacote de ajuda ao futebol, a CBF destinou R$ 120 mil para os 16 clubes da Série A1 do Brasileirão Feminino, e R$ 50 mil para os 36 clubes da Série A2. Muito pouco, longe de resolver qualquer problema, mas melhor do que nada. Se a indefinição sobre o futuro persegue o futebol masculino - quando volta? como serão os campeonatos? como ficará a situação financeira dos clubes? - o que se dizer então do futebol feminino. A dúvida, mais do que essas questões, perguntas sem respostas, é a própria sobrevivência.

Ninguém merece o que estamos passando. As meninas do Brasil muito menos. Que o vírus não faça desse 2020 mais um frustrante agora vai.

Lançe

Foto: Matheus Guerra / MoWA Press

gabjesusEm dezembro de 2016, Gabriel Jesus se despediu do Palmeiras com um discurso emocionado para os torcedores, durante a comemoração do título brasileiro daquela temporada. Mais de três anos depois, o atacante, hoje no Manchester City, diz ainda manter uma relação de carinho com o clube.

Na Inglaterra, Gabriel Jesus acompanha o Verdão sempre que pode. Nas passagens pelo Brasil, já assistiu a jogos na arena, visitou o clube e até treinou na Academia de Futebol.


– Nunca escondi que minha relação com o Palmeiras e torcida era de muito carinho. Acho que é boa até hoje. Apesar de estar jogando na Inglaterra, até hoje sinto nas redes sociais o carinho que o torcedor palmeirense tem por mim. Vi que fui eleito para uma seleção da década pelos torcedores e falei que teria sido uma honra jogar nesse time. E é recíproco, tenho muito carinho pelo clube e pelo torcedor – disse o atacante, por intermédio de sua assessoria de imprensa.

– O carinho e o respeito pela instituição sempre vão permanecer comigo. É onde iniciei minha trajetória, então guardo ótimas lembranças e bons amigos. Sempre que posso, vou ao clube, visito esses amigos. Claro que agora com a pandemia não posso ir, mas futuramente continuarei visitando sempre que eu puder – completou.

 Gabriel Jesus bateu recorde de gols marcados no Campeonato Paulista da categoria – ele fez 37 no torneio estadual. No ano seguinte, foi promovido ao elenco profissional por Oswaldo de Oliveira e terminou aquele ano titular do time campeão da Copa do Brasil, sob o comando de Marcelo Oliveira.

O título brasileiro, meses depois do ouro olímpico, veio como peça de destaque na equipe de Cuca.

 – Acho que cada pessoa que passa na sua carreira pode ensinar algo novo, mostrar algo diferente. O Cuca foi muito importante, como foram também Oswaldo, Marcelo, Alberto Valentim, Micale. Todos me fizeram evoluir, e é assim até hoje com o Guardiola no City e com o Tite na Seleção. Cada um tem o seu jeito e o modo de ver o jogo. Você se adapta e tira um pouco de cada um para crescer – afirmou.

Gabriel Jesus manteve a rotina de títulos e passou a colecionar conquistas como atleta do Manchester City, comandado pelo espanhol Pep Guardiola.

Em sua sexta temporada como profissional, o atleta soma 12 conquistas. Além dos troféus com o Palmeiras e com a seleção brasileira (ouro olímpico e Copa América), ele ganhou duas vezes o Campeonato Inglês, duas vezes a Supercopa da Inglaterra, uma vez a Copa da Inglaterra e três vezes a Copa da Liga da Inglaterra.

Algum segredo para tantos títulos em tão pouco tempo de carreira? Alguma chance de voltar a ser campeão pelo Palmeiras no futuro? O atacante respondeu:

– Cara, não sei. Sou muito abençoado, sempre falo isso. Sempre joguei do lado de grandes jogadores, times fortes, e os títulos vieram naturalmente por causa disso. Sobre ser campeão no Palmeiras no futuro, não dá pra dizer, né? Estou no City, sou muito feliz pelo clube e o futuro a Deus pertence.

 

GE

 Foto: Felipe Zito