Projeto aprovado na Câmara Municipal de Floriano-PI, torna-se essencial para todas modalidades esportivas.
O desportista e presidente da Liga Florianense de Futebol - LFF, Lourenço Júnior ( Jr. Bocão) é quem explica sobre os benefícios que a Projeto vai proporcionar aos esportes locais. A entre
Quando soube que estaria no Grupo D da Libertadores, o Fluminense já começou a projetar as várias dificuldades que uma das chaves mais complicadas deste início de competição traria. No entanto, faltando menos de 48 horas para a partida, o Tricolor precisou se reinventar para mudar a logística, ir de Bogotá a Armênia e minimizar o cansaço do elenco, que terá um complicado Independiente Santa Fe pela frente nesta quarta-feira, às 21h (de Brasília), em duelo com transmissão em tempo real do LANCE!.
A equipe chegou à capital colombiana na noite de segunda-feira após quase sete horas de viagem. Na terça, treinou ainda no local enquanto definia a melhor forma de se deslocar até Armênia, cerca de 280 km de distância, que será apenas nesta quarta-feira, horas antes de entrar em campo, mas de avião.
Veja a tabela da Libertadores
Mesmo com todo foco voltado para a Libertadores, a comissão técnica também se preocupa com as fases finais do Campeonato Carioca. Mesmo com duas partidas seguidas na Colômbia, o Tricolor precisará voltar ao Rio de Janeiro para jogar diante da Portuguesa no próximo domingo, pela ida da semifinal. Há chances de o técnico Roger Machado utilizar alguns reservas para preservar ao máximo seus titulares nesta maratona.
Mesmo com tudo contra, a boa notícia em meio a tanta indefinição foi a melhor condição de jogo. O Santa Fe até tentou manter a vantagem do ambiente, já que Bogotá fica a 2.650 metros acima do nível do mar, mas a única alternativa foi Armênia, a 1.480 metros. Apesar de ainda ter uma altitude maior do que a que os brasileiros estão acostumados, os efeitos são bem menores. Como praticamente não houve tempo para aclimatação na Colômbia, a alteração, neste ponto, foi positiva.
Na estreia, o Fluminense demonstrou nervosismo diante do River Plate (ARG), no Maracanã, e saiu atrás após um pênalti cometido pelo goleiro Marcos Felipe. Apesar dos erros recorrentes, o Tricolor se superou, melhorou no segundo tempo com a entrada de Cazares e saiu com o empate e o gostinho de que poderia ter conseguido os três pontos. O Grupo D está todo igual com as quatro equipes com um ponto.
RETROSPECTO
Assim como foi com o River, Fluminense e Independiente Santa Fe já se encontraram anteriormente, mas apenas em amistosos. No caso dos colombianos, as partidas aconteceram em 1957, 1960 e 1964, com duas vitórias do Flu (2 a 0 e 1 a 0) e uma derrota (1 a 0), todas no El Campín. O último encontro foi marcado por um confronto duro e de quatro expulsões, duas para cada lado. Os gols foram de Waldo e Paulinho.
Não foi com aquela facilidade que todos esperavam, mas o Flamengo venceu o Unión La Calera, por 4 a 1, nesta terça-feira à noite no Maracanã, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa Libertadores. Esta foi a segunda vitória do time carioca, que lidera o Grupo G, com seis pontos. Poderia ter sido mais tranquilo, não fosse a inconstância dos brasileiros durante o jogo. Gabigol fez dois, Arrascaeta outro e Pedro um golaço.
O time chileno soma um ponto, em penúltimo, na frente do Vélez Sarsfield-ARG, que apanhou fora por 3 a 1 do LDU, em Quito. O time equatoriano é vice-líder com quatro pontos. Pelo regulamento, após turno e returno, os dois primeiros de cada grupo seguem na briga, com o terceiro colocado indo para a Copa Sul-Americana. FORÇA MÁXIMA Como era esperado o Flamengo começou em cima, na pressão e impondo seu ritmo de jogo agressivo e ofensivo.
O técnico Rogério Ceni recuou Willian Arão para a defesa ao lado de Bruno Viana, deixando o meio-campo criativo com Diego e Gerson, mais Arrascaeta e Everton Ribeiro. Na frente, o rápido Bruno Henrique e o matador Gabigol. Enfim, o time estava pronto e com força máxima para vencer bem. Só Rodrigo Caio, machucado, ausente. O primeiro gol, porém, saiu somente aos 30 minutos. Gerson recebeu sozinho na intermediária e devolveu pela esquerda para Arrascaeta. O uruguaio avançou já dentro da área e cruzou em curva para encontrar na pequena área Gabigol. Ele só bateu de chapa para as redes, bem ao seu estilo. O gol apavorou ainda mais o adversário, que ficou acuado. Era a senha para o Flamengo buscar o segundo gol que saiu aos 34 minutos. Num contra-ataque, desta vez, Arrascaeta tabelou com Bruno Henrique, que devolveu na frente.
O uruguaio carregou a bola e tinha a opção de passe para Gabigol, do lado direito, mas dentro da área bateu seco no canto esquerdo do goleiro: 2 a 0. CHILENOS EM CIMA No segundo tempo, o visitante tentou começar mais na frente, inclusive com a entrada do meia Valdívia, ex-ídolo do Palmeiras.
O Flamengo não acreditou, deu mole e sofreu um gol aos 11 minutos. Ramirez fez lançamento longo nas costas da defesa e Jorge Sáez, de repente, se viu sozinho na frente de Diego Alves. Ele bateu rasteiro no canto esquerdo do goleiro flamenguista que nem foi na bola.
O susto falei, porque o time carioca respondeu com Arrascaeta cobrando falta no ângulo e exigindo um voo do goleiro para espalmar. Depois teve duas chances com Gabigol. Mas os chilenos sonhavam com o empate.
GOL E GOLAÇO Mas aos 32 minutos, Gabigol colocou um pá de terra no sonho chileno. Ele recebeu o passe diagonal de Bruno Henrique, ajeitou e bateu cruzado. Aos 39 minutos, Pedro fechou a goleada com um golaço.
Ele recebeu o passe de Vitinho, que arrancou com a bola, dai o atacante invadiu a área, passou por todos os adversários e deu um toquinho de cobertura por cima do goleiro.
Tanto Vitinho como Pedro tinham entrado em campo no minuto anterior. Fechado o caixão. PRÓXIMOS JOGOS O Flamengo agora espera a terceira rodada diante do LDU, no Equador, dia 4 de maio, terça-feira. Antes disso, vai disputar a primeira semifinal do Campeonato Carioca contra o Volta Redonda, sábado, às 21h05, no estádio Raulino de Oliveira, o popular Estádio da Cidadania na cidade do aço. Pela Libertadores, o La Calera vai receber o Vélez Sarsfield-ARG, na outra terça, dia 4, em casa.
Não é apenas dentro de campo que as coisas não andam bem para Hulk no Atlético-MG. Fora das quatro linhas, o atacante já acumula alguns pequenos ruídos. O mais conhecido deles é com Cuca, de quem ele cobrou mais oportunidades. Mas, antes disso, Hulk já havia tomado uma dura de Rodrigo Caetano.
O diretor-executivo de futebol do Galo não gostou da forma como Hulk tentou o drible diante de um zagueiro do La Guaíra, na última terça-feira, e deu um grito, ouvido de dentro de campo - não havia permissão para a presença da torcida, o que facilitou a compreensão geral. Há quem garanta que Hulk pediu uma conversa com Caetano no vestiário, pós-jogo, para demonstrar chateação com a bronca pública. Mas o Blog apurou com uma pessoa da comissão técnica, que acompanhou tudo de perto, que o episódio terminou com a dura do dirigente no gramado.
Hulk acabou não respondendo a Caetano, que carrega em seus trabalhos a fama de parceiro dos atletas, mas extremamente disciplinador. De qualquer forma, o início de Hulk no Galo não poderia ser pior. Desde que foi contratado, como o mais bem pago do elenco e o terceiro maior entre os atletas de futebol do país, o atleticano disputou nove jogos, marcou um único gol e ainda foi expulso contra o Cruzeiro.
Sob o comando de Cuca, acumula sete partidas, sendo quatro como titular e três na condição de reserva.