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Uma fera indomável e nove caçadoras à espreita animarão a 10ª edição da Copa América de futebol feminino, que começa nesta sexta-feira, um torneio no qual o Brasil é a estrela indiscutível, pronto para manter o título na altitude de Quito (2.850 metros).

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O torneio, uma vitrine de talentos e que clama por melhores condições para as mulheres no futebol, começará com o duelo entre Equador e Uruguai, no estádio Independiente del Valle, nos arredores da capital equatoriana.

Copa América feminina: os títulos do Brasil

Com um currículo invejável e a lendária Marta no comando, a Seleção buscará seu nono título na competição mais importante da região, que será realizada no Equador pela quarta vez.

Quarta colocada no ranking mundial da FIFA, a seleção canarinha está bem à frente de uma de suas rivais mais ousadas na primeira fase: a vice-campeã Colômbia.

Ambas, juntamente com Paraguai, Venezuela e Bolívia, compõem o Grupo B; e Equador, Argentina, Chile, Uruguai e Peru, o Grupo A.

A competição, que vai até 2 de agosto, premiará as duas finalistas com ingressos para as Olimpíadas de Los Angeles em 2028 e as três seguintes para os Jogos Pan-Americanos de Lima em 2027, dos quais o Peru se classifica como anfitrião.

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Foto: Livia Villas Boas/CBF

A Fifa publicou nesta quinta-feira o seu novo ranking de seleções, levando em consideração os últimos jogos das Eliminatórias continentais para a Copa do Mundo de 2026 e o término da Liga das Nações, vencida por Portugal.

Após confirmar a classificação para a Copa do Mundo de 2026 e vencer o Paraguai na última data Fifa, a Seleção Brasileira se manteve na quinta posição. A líder ainda é a Argentina, campeã mundial de 2022. O Top 3 é composto por Espanha e França.

Portugal, que venceu a Liga das Nações, subiu para o sexto lugar. Já a Holanda do corintiano Memphis Depay, caiu para a sétima posição. A Alemanha, que esteve entre as semifinalistas da competição, assumiu a nona colocação.

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Top 10 diferente

Por fim, no Top 10 houve mais mudanças significativas. Tetracampeã mundial, a Itália saiu das dez primeiras colocações e agora está no 11º lugar. Os italianos perderam por 3 a 0 para a Noruega na última data Fifa e ainda demitiram o treinador Luciano Spalletti. Para o lugar dele, a Azzurra contratou o ex-volante Gennaro Gattuso.

A Croácia ganhou uma posição e agora fecha o Top 10. Eles são seguidos pelos mexicanos, que subiram para o 13º lugar após conquistarem a Copa Ouro em cima dos Estados Unidos, ocupantes da 15ª posição. No Atlântico e no Caribe, Bermudas (162.ª, +6) e Granada (167.ª, +7) registraram os maiores avanços da lista.

O Botafogo tem interesse em Luis Guilherme, atacante do West Ham, da Inglaterra. O Alvinegro formalizou uma proposta pelo atleta de 19 anos, mas o primeiro sinal do estafe do jogador revelado pelo Palmeiras não foi positivo.

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O desejo de Luís Guilherme, inicialmente, é permanecer na Europa. O jovem pouco jogou em sua primeira temporada na Inglaterra - apenas 13 aparições pelo clube de Londres -, mas a expectativa é que o tempo em campo aumente nos próximos meses com as mudanças no elenco.

Monitorado há meses, o Alvinegro fez sondagem por Luís Guilherme ainda na janela especial para a Copa do Mundo de Clubes, no mês passado. Há poucos dias, formalizou o interesse pelo atacante. O clube considera a operação difícil pelo desejo do jogador, mas não fecha as portas.

Davide Ancelotti, novo treinador do Alvinegro, é encarado como uma arma para atrair jogadores no mercado. O novo técnico tem experiência internacional e trabalhava diretamente com Carlo, comandante da seleção brasileira.

A opção por Luís Guilherme é considerada interessante no Botafogo porque o perfil dele se encaixa no que a Eagle Football quer: jogador jovem e que ainda tem margem para crescimento dentro e fora de campo.

Luís Guilherme foi vendido ao West Ham por 30 milhões de euros em junho do ano passado. Ele fez 45 jogos pelo time principal do Palmeiras antes de se transferir para a Inglaterra.

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Foto: Visionhaus/Getty Images

A eliminação no Mundial de Clubes diante do Chelsea nesta terça-feira foi dolorosa para o Fluminense, a maior surpresa do torneio, que chegou às semifinais com três desfalques importantes: o lateral-direito Samuel Xavier, o zagueiro Juan Pablo Freytes e o meio-campista Martinelli.

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Além de não conquistar a vaga na final, viu um jogador que surgiu em sua base - João Pedro - encerrar seu sonho de lutar pelo título.

Destaque dos cariocas, o meia-atacante Jhon Arias admitiu uma mistura de sentimentos após o revés contra o Chelsea. "É um dia triste, mas também de muito orgulho", disse o colombiano.

Por outro lado, o Tricolor das Laranjeiras sai da competição como brasileiro com melhor desempenho e único não europeu a chegar às semifinais.

  • Com conteúdo da AFP

Foto: Franck Fife / AFP