O Fluminense tomou um susto no Chile ao sofrer um gol no fim do primeiro tempo. No entanto, os tricolores mostraram força para virar o placar e vencer por 2 a 1 o Huachipato, nesta quarta-feira. Com o resultado, os cariocas chegaram a seis pontos, assumiram a liderança do grupo 8 e se recuperaram da derrota em casa para o Grêmio na semana passada.
Os visitantes sofreram um pouco no início da partida, mas conseguiram equilibrar as ações e, mais tarde, dominar o confronto. Sò que nos acréscimos do primeiro tempo, viu Rodríguez abrir o placar para o Huachipato. No segundo tempo, com uma postura mais ofensiva, o Fluminense conseguiu a virada com gols de Wellington Nem, que havia perdido chance incrível na etapa inicial, e Wagner.
Os dois times voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, desta vez no Engenhão. Uma nova vitória sobre os chilenos vai colocar o Fluminense muito próximo da classificação para as oitavas de final da Libertadores.
As negociações que vinham sendo feitas visando um novo técnico para o comando do Corisabbá, lanterna do campeonato piauiense, devem ser aceleradas após mais uma vexame do time diante da sua torcida. O treinador e o elenco estão perdidos, não vem acertando o caminho da vitória. Foram cinco partidas com três derrotas e dois empates, três dos jogos perante a torcida corisabbana no estádio Tiberão.
Na partida dessa noite de quarta-feira, 27, alguns torcedores já sonhavam com a primeira vitória já que nos minutos finais a equipe florianense ganhava por 2 x 1 de virada, mas diante de tanta imaturidade, a equipe adversária com dois jogadores a menos se impôs e conseguiu o empate.
Um dos lideres da equipe que assistia o jogo da arquibancada, o dr. Gilberto Duarte, como maioria no estádio não acreditava e não queria ver, o que todos viram.
Quando foi indagado pelo piauinoticias.com sobre a possibilidade de mudar o treinador o desportista revelou, “estamos negociando com o professor Silvio Lemos, e faltam detalhes para acertar a sua vinda para a equipe”. O treinador anunciado e que possivelmente deve assumir o time já passou pela equipe Corisabbá e foi campeão em 1995.
O Corisabbá que disputa o Campeonato de Futebol Piauiense consegue feitos inacreditáveis nas partidas jogadas nos seus domínios, estádio Tiberão, e que deixam os torcedores revoltados.
A última façanha de forma negativa da equipe florianense foi nessa noite de quarta-feira, 27 de fevereiro, quando jogava mais uma partida com apoio da torcida no Tiberão.
O time florianense começou perdendo com um gol da equipe adversária que saiu antes dos 15 minutos de jogo, conseguiu empatar, virar o placar para a satisfação dos quase 500 pagantes, e ainda tinha muito para acontecer, o juiz da partida em jogadas reais expulsou dois jogadores do Piauí, ou seja, o Cori estava vencendo por 2 x 1, com mais dois jogadores em relação aos adversários e no apagar das luzes cedeu o empate, numa jogada em que foi feita uma falta num jogador do Piauí na grande área e não deu outra, pênalti que foi convertido em gol, resultado final para insatisfação da torcida de Floriano, 2 x 2.
O Cori é o lanterna da competição com cinco partidas jogadas, das três partidas, dois empates e uma derrota dentro de casa e duas derrotas fora do Tiberão. O comando da equipe está com o ex-jogador Faustivânio Fernandes (Vanin) que deve deixar a função o mais breve possível.
Diante da partida realizada com apoio da torcida local, podemos classificar o jogo de mais um vexame do Cori dentro de casa?
A batalha judicial entre Romário e Vasco chegou ao fim nessa terça-feira, com aperto de mãos entre o deputado federal e o presidente Roberto Dinamite e aplausos dos presentes. Após quase três horas de audiência na 48ª Vara Cível, o clube entrou em acordo com o Baixinho para quitar a dívida cobrada pelo ex-jogador, revelado na Colina. Assim, ficou determinado que o Cruz-Maltino irá pagar 120 parcelas de R$ 150 mil, reajustadas a cada mês de janeiro, começando em 2014. O valor total se aproxima da dívida original de 2004, que era pouco menos de R$ 22 milhões. A audiência foi ministrada pelo juiz Mauro Nicolau Júnior. Antes, o acordo era considerado improvável pelas duas partes.
- O importante é que houve um acordo que foi bom para ambas as partes - limitou-se a dizer o mandatário vascaíno, por conta do segredo de Justiça.
O acordo ainda prevê que cada parcela terá uma carência de 120 dias. Caso o prazo expire, o Vasco pagará uma multa de 50% sobre o valor original. Além disso, o contrato de transmissão de televisão foi incluído como uma das garantias ao Baixinho. No entanto, por conta da decisão de se manter sigilo, nenhuma das partes confirmou os termos do acordo.
Num primeiro momento, o Vasco se propôs a pagar R$ 14 milhões, mais 20% de correção, o que chegaria a R$ 16,8 milhões. Além disso, Romário passaria a deter os direitos econômicos de Fellipe Bastos, avaliados em 1 milhão de euros (cerca de R$ 2,7 milhões). Assim, o Baixinho embolsaria os 250 mil euros a serem pagos pelo Internacional na contratação do volante, valor que se refere à dívida do Vasco com o Benfica por ocasião da contratação do jogador, no ano passado. Por isso, era esperada a presença de um representante do clube gaúcho na audiência desta terça-feira, mas ninguém apareceu. Entretanto, a proposta não foi aceita, e as partes passaram a conversar em outros termos.
Romário, que deixou o tribunal sem dar entrevistas, cobrava R$ 58 milhões, cálculo feito com base em salários e direitos de imagem não pagos quando ele ainda defendia o clube nos gramados. No entanto, os advogados vascaínos contestavam o montante, alegando que o ex-atacante recebeu do Vasco - ainda sob a administração do então presidente Eurico Miranda - valores não reconhecidos pela atual gestão. Na confissão de dívida assinada por Eurico, em 21 de maio de 2004, o Cruz-Maltino reconheceu ter de pagar R$ 21.898.000,00 ao Baixinho em 150 parcelas mensais de R$ 150 mil. O documento descreve que a dívida tem origem no contrato de uso da imagem do jogador de 1999 a 2002 e "créditos pessoais do atleta referido, cedidos à credora".
- O acordo é a maneira mais civilizada de resolver essas questões. Ninguém ganhou e ninguém perdeu. O acordo mostrou a grandeza das duas partes - disse um dos advogados contratados pelo Vasco, Silvio Capanema, curiosamente, ex-presidente do Conselho Deliberativo do Flamengo.
Com o acordo, a penhora de parte das cotas de patrocínio e dos direitos econômicos dos jogadores Fellipe Bastos, Eder Luis e Dedé será liberada pela Justiça. O volante Nilton, que se transferiu para o Cruzeiro, também estava na mesma situação que os antigos companheiros. O bloqueio dos direitos federativos, por exemplo, foi o que impediu a negociação de Fellipe Bastos com o Internacional.
- Essa (penhora) é uma questão que ainda vai ser solucionada por completo e essa decisão será anunciada nos próximos dias. Mas está resolvido - explicou outro advogado de defesa do Vasco, Marcello Macedo.
Entenda o caso
A Romario Sports Marketing e Empreendimentos LTDA. moveu o processo número 0121184-95.2012.8.19.0001 contra o Vasco que, por sua vez, responde com duas outras ações contra a empresa que agencia a imagem do ex-jogador e hoje deputado: a de número 0246627-56.2012.8.19.0001, de classe "incidente de falsidade", e o processo 0246627-56.2012.8.19.0001, de classe "embargos à execução por título extrajudicial". A ação por incidente de falsidade, porém, foi julgada intempestiva por Mauro Nicolau Júnior no dia 15 deste mês e, dessa forma, extinta.
O presidente do Vasco, Roberto Dinamite, enviou carta ao Clube dos 13, em 17 de julho de 2008, solicitando a suspensão dos pagamentos do financiamento da dívida com Romário, acordado pela gestão anterior, de Eurico Miranda. A entidade confirmou a interrupção do repasse das verbas de TV, que eram usadas para pagar o acordo, quatro dias depois.
Em 10 de agosto de 2010, o Conselho Fiscal do Vasco emitiu um parecer afirmando que a baixa da dívida precisa ser melhor fundamentada. "O Conselho Fiscal examinou alguns documentos que, supostamente, fundamentaram a decisão de 31/12/2009 da Diretoria Administrativa de dar baixa na dívida de R$ 13.934.800 (treze milhões, novecentos e trinta e quatro mil e oitocentos reais) contabilizada desde 2004, com a Romário Sports e Marketing Ltda. e é de opinião que a fundamentação apresentada até o momento, carece de consistência. A baixa da referida dívida produziu uma significativa redução do Patrimônio Líquido Negativo (Passivo a Descoberto), apurado no exercício de 2009", diz o documento.
O valor da causa, de acordo pedido de execução impetrado pelos advogados de Romário, Jackson Vianna e Fernando Zacharias, já chegava a R$ 52.572.419,32 em março de 2012. Nos argumentos, citam que "em julho de 2008, o devedor cessou todo e qualquer fluxo de pagamentos. Se, desde maio de 2005, o cumprimento das obrigações pactuadas já vinha sendo feito aos 'trancos e barrancos', em 2008, o Vasco da Gama fechou-se em todas as copas, recusando-se a pagar o que confessadamente deve. Todas as tentativas para uma solução amigável acabaram por fracassar pelo evidente desinteresse do executado em pagar o que deve".