Entre 4.876 educadores de todo o Brasil que inscreveram seus projetos no Prêmio Educador Nota 10, foram selecionados 10 para demonstrar como ideias inovadoras podem transformar a educação. Temáticas como gestão escolar, modernidade, protagonismo feminino e juvenil e preconceito estão entre os projetos em destaque no Prêmio que, neste ano, chega a sua 22ª edição.
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A cerimônia de premiação ocorrerá no próximo dia 30 de setembro, em São Paulo. Até lá, a população também poderá escolher o seu projeto favorito na Votação Popular #EsseProjetoé10. Dessa maneira, além de ser escolhido o educador pelo júri, o segundo, eleito pelo público, receberá uma homenagem especial. Para escolher o seu melhor projeto, basta clicar aqui.
Os critérios para a escolha estão a equidade e inclusão como valores, didática específica da área, inspiração para aplicabilidade do projeto em outros contextos entre outros. Todos os projetos passam por avaliação de uma Academia de Selecionadores e Jurados, que é composta por especialistas em cada área do conhecimento. Todos os premiados receberão diploma de participação, assinatura digital de NOVA ESCOLA e R$ 15 mil – além disso, as escolas em que trabalham recebem R$ 1 mil. Já o Educador do Ano também recebe R$ 15 mil e sua escola será contemplada com R$ 5 mil.
Em 2018, o título de Educador do Ano ficou com o professor de História José Marcos Couto Júnior, do Rio de Janeiro. Com o projeto Caravanas, Marcos utilizou a música de Chico Buarque para discutir a relação do negro na sociedade brasileira, trabalhando também a invisibilidade social.
O Prêmio Educador Nota 10 é realizado pela Fundação Victor Civita (FVC) em parceria com a Fundação Roberto Marinho. A premiação tem ainda apoio da NOVA ESCOLA e patrocínio da Fundação Lemann e da Somos Educação.
Fonte: Agência Educa Mais Brasil
Estão abertas, até 09 de outubro, as inscrições para a 5ª edição do Concurso de Redação da Defensoria Pública da União (DPU), direcionado para alunos de ensino fundamental e médio, incluindo educação de Jovens e Adultos (EJA), adolescentes que estejam cumprindo medidas socioeducativas e adultos em privação de liberdade em instituições estaduais, desde que devidamente matriculados em escola da rede pública de ensino ou de ensino técnico do país, assim também para todos os internos das penitenciárias federais.