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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP, divulgou nesta semana os microdados relativos à edição de 2024 do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). A partir das informações é possível listar as 50 escolas bem mais avaliadas do país, entre privadas e públicas, e a nota de cada escola brasileira.

Outra informação relevante obtida a partir dos microdados do Inep são as escolas que ocupam o Top 30 no quesito nota da redação. Nesta categoria, o destaque vai para as escolas de Minas Gerais (1º lugar), Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul , Ceará e Piauí. Apenas uma única escola pública (EEEP Marta Maria Giffoni de Sousa, de Acaraú, no Ceará) consta na listagem. Confira o ranking com as notas de cada uma:

Top 30 - Redação Enem 2024

  • Colégio Apogeu de Ensino Fundamental e Ensino Médio – Juiz de Fora (MG) - 931,90
  • Colégio Ipiranga - Petrópolis (RJ) - 930,91
  • Colégio Regina Coeli - Veranópolis (RS) - 929,09
  • Farias de Brito Colégio de Aplicação - Fortaleza (CE) - 928,00
  • CPI Área Leão - Teresina (PI) - 927,62
  • Colégio Classe A – Campo Grande (RS) - 927,50
  • Sistema de Ensino Equipe Integrado Eireli – EPP - Belém (PA) - 927,27
  • Farias Brito Colégio Pré-Vestibular Central – Fortaleza (CE) - 927,10
  • CEV Colégio Unidade Jockey – Teresina (PI) - 926,06
  • Colégio Diocesano Padre Anchieta Limoeiro – Limoeiro do Norte (CE) - 923,59
  • Escola Popular Madre Maria Villac – Teresina (PI) - 922,86
  • Fibonacci Colégio - Ipatinga (MG) - 921,89
  • Colégio Alfa CEM Bilíngue - Rio de Janeiro (RJ) - 920,95
  • Colégio Ciências Aplicadas – Natal (RN) - 920,95
  • Colégio Galileu - Anápolis (GO) - 920,00
  • Colégio Industrial São Francisco de Assis – Floriano (PI) - 918,82
  • Instituto Presbiteriano Gammon – Lavras (MG) - 917,18
  • Colégio Alfa CEM - Bilíngue - Rio de Janeiro (RJ) - 916,47
  • Colégio Nossa Senhora da Piedade – Belo Horizonte (MG) - 916,36
  • Colégio Santa Marcelina – Belo Horizonte (MG) - 914,86
  • Colégio e Curso Pensi - Niterói (RJ) - 914,67
  • Colégio Atuação Bilíngue - Niterói (RJ) - 914,17
  • Instituto Educacional São José - Teresina (PI) - 913,85
  • Colégio e Curso Evolução - João Pessoa (PB) - 913,85
  • EEEP Marta Maria Giffoni de Sousa - Acaraú (CE) - 912,09
  • Colégio Procampus – Teresina (PI) - 911,67
  • Escola Crescer - Vitória (ES) - 910,67
  • Colégio Ari de Sá Cavalcante Sede Mario Mamede - Fortaleza (CE) - 910,59
  • Colégio Nossa Senhora das Graças - Parnaíba (PI) - 910,55
  • Colégio Nossa Senhora Aparecida – Nova Prata (RS) - 910,00

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A primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) contabiliza 105.320 inscrições, sendo 96.635 confirmados, após o pagamento da taxa de inscrição.

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Do total de confirmados no Enamed 2025, 39.839 são estudantes concluintes do curso de medicina neste ano. A participação é obrigatória e a inscrição foi feita pelo coordenador do curso de graduação em medicina.

O Enamed será anual, com início este ano, para avaliar e monitorar a qualidade dos cursos de medicina ao longo dos anos. O novo exame aperfeiçoa o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 56.796 candidatos já são formados em medicina, e estão interessados em usar o resultado do exame para concorrer nos processos seletivos de residência médica de acesso direto do Exame Nacional de Residência (Enare).

O Enare amplia o acesso à residência médica, modalidade de ensino de pós-graduação destinada somente a médicos formados, sob a forma de cursos de especialização.

Perfil Do total de 96.635 candidatos confirmados no Enamed 2025, as mulheres são a maioria, representando 58.963 inscritas. Os homens inscritos são 37.672.

Os participantes de 25 anos a 29 anos de idade, são 50.009, sendo 32.692 público externo e 17.317, formandos.

Provas As provas serão realizadas em 19 de outubro, em 225 municípios.

Na prova serão observadas as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) do curso, além das normas e legislações de regulamentação da profissão de médico no Brasil.

O exame terá 100 questões objetivas, de múltipla escolha, com a mesma quantidade para cada uma das áreas da medicina abordadas.

Serão cobrados conteúdos, habilidades e competências das seguintes áreas: clínica médica; cirurgia;

ginecologia e obstetrícia; pediatria; medicina da família e comunidade; saúde coletiva e saúde mental. Também faz parte do Enamed o questionário obrigatório para o estudante concluinte do curso de medicina inscrito no Enade.

Para os demais participantes, deverá ser preenchido o questionário contextual.

O levantamento é composto, ainda, pelo questionário de percepção de prova.

Saiba mais sobre o Enamed no site do exame.

Agência Brasil

Foto: © Fernando Frazão/Agência Brasil

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) será contemplada com o programa “A Vida Universitária: Desafios e Oportunidades – Diz Aí Universitário”, uma iniciativa totalmente gratuita, desenvolvida para apoiar estudantes com idade de 18 a 30 anos de todo o Brasil em sua jornada acadêmica.

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Com 125 vagas destinadas à comunidade uespiana, o programa tem abrangência nacional e conta com a participação de pesquisadores do Brasil, África do Sul e Reino Unido. A proposta é ofertada de forma online e voltada para discentes da graduação que recebem algum tipo de auxílio na Universidade, além de estudantes que são beneficiários do Bolsa Família ou já pertenceram a famílias contempladas pelo programa.

O programa tem como foco a saúde mental dos universitários. Assim, buscando garantir a participação, cada estudante inscrito receberá um plano de internet no celular e terá acesso a 10 reuniões semanais online de uma hora, lideradas por uma psicóloga. Durante essas sessões online, os estudantes terão a oportunidade de aprender habilidades simples e práticas para gerenciar o estresse, manter o foco e fortalecer sua resiliência emocional. Estudantes que tem acompanhamento com núcleo de psicologia da UESPI também podem participar se atenderem aos critérios exigidos.

A pesquisadora Carolina Ziebold, da Universidade Federal de São Paulo e coordenadora científica do programa “Diz Aí Universitário”, destacou que a iniciativa do programa nasceu a partir de um grupo de pesquisadores do Brasil, da África do Sul, do Reino Unido, dos Estados Unidos e da Suíça, que tinham a proposta de criar um programa online para universitários, especificamente de baixa renda, com o objetivo de apoiá-los com estratégias eficazes para lidar com o estresse. “O programa consiste em dez sessões, que são dirigidas por uma psicóloga ou psicólogo. São dez encontros online, em grupo, nos quais a ideia é ajudar os estudantes a lidar com a vida universitária de forma mais tranquila, fornecer ferramentas para lidar com emoções intensas, manter a motivação, superar desafios e aumentar a confiança”, explicou a pesquisadora.

Além disso, a professora Carolina evidenciou o motivo de escolher o grupo de universitários de baixa renda no Brasil. Segundo ela, a vida universitária pode oferecer oportunidades para os jovens saírem de situações de pobreza e melhorar suas condições psicossociais; no entanto, existem empecilhos, como responsabilidades, preocupações financeiras e pressões acadêmicas, que influenciam nesse processo.

“Alguns estudantes podem vivenciar estresse e ansiedade que, quando acumulados, podem se intensificar e levar à perda de motivação para continuar os estudos”, concluiu a Profa. Dra. Carolina, ressaltando que o programa visa ajudar os jovens a desenvolver estratégias para lidar melhor com o estresse, melhorar o sono, aprimorar habilidades de gerenciamento de pensamentos negativos e contribuir para fortalecer a resiliência psicológica.

O professor Thiago Reisdorfer, do campus de Oeiras, explicou que a participação da UESPI no programa aconteceu a partir de um convite feito aos pesquisadores da Rede de Apoio Pode Falar, da qual ele faz parte desde 2023. A rede desenvolve, em parceria com estudantes e professores de diferentes regiões do Brasil, um trabalho de escuta ativa e acolhedora de jovens por meio do site Pode Falar. “A Rede Pode Falar foi chamada a contribuir com a pesquisa e, a partir daí, manifestamos o interesse da participação da UESPI no desenvolvimento da mesma. Felizmente, fomos contemplados com a participação nessa importante pesquisa e intervenção”, destacou o professor.

O professor também ressaltou a importância fundamental da pesquisa ao observar os desafios enfrentados pelos estudantes, como o estresse e as pressões decorrentes da vida universitária. “Trazer para a UESPI 125 vagas destinadas a estudantes para que tenham um espaço de diálogo com profissionais da área da saúde mental, com certeza, pode contribuir para um aprendizado individual, coletivo e institucional sobre o assunto”.

Para ter acesso a mais informação e garantir sua participação, acesso link: https://redcap.unifesp.br/surveys/?s=D4TWLF3DJNTCXEC3

Caso existe alguma duvida sobre o link, entre em contato com a equipe de pesquisa através da Dra. Carolina Ziebold pelo E-mail : Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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