• IMG_2987.png
  • prefeutura-de-barao.jpg
  • roma.png
  • vamol.jpg

ciroUm policial é morto a cada 32 horas no Brasil. No ano passado, até 31 de outubro, 229 policiais civis e militares haviam sido assassinados no país, 79% deles estavam de folga, em situação vulnerável.

 

Para o senador Ciro Nogueira (PP-PI), é necessário promover mecanismos para proteger os agentes de justiça do país, e garantir que eles possam desempenhar suas atividades com segurança. Com essa intenção, o parlamentar propôs projeto (PLS 41/2013) que torna crime hediondo o assassinato de policiais civis e militares, guardas municipais, membros do Ministério Público, da Defensoria Pública e do Poder Judiciário.

 

“O país tem acompanhado a série de crimes contra policiais e agentes públicos. Esse projeto é uma resposta do Congresso Nacional a essa situação de intranquilidade que vivem em grande parte os policiais civis e militares, em especial nos estados de São Paulo e Santa Catarina”, afirma Ciro.

 

Atualmente, a pena prevista no Código Penal por homicídio simples é de 6 a 20 anos de reclusão. No caso de homicídio qualificado, é de 12 a 30 anos. No caso dos crimes hediondos, a pena é cumprida inicialmente em regime fechado; além disso, para esses delitos não pode haver perdão da pena. Para o senador, aumentar a punição é uma forma de ajudar a combater o assassinato desses profissionais.

 

“Quem pratica crimes contra essas autoridades não pode confiar na sua punição branda, o que pode abalar o Estado Democrático de Direito, pois podem crescer os sentimentos de medo e insegurança em instituições públicas e nas comunidades”, argumenta o senador na justificação da proposta.

 

A proposta foi encaminhada à Comissão Temporária de Reforma do Código Penal. Depois, será votada na Comissão de Constituição e Justiça, e no Plenário. Se aprovada, a matéria segue para análise na Câmara dos Deputados.

 

cidadeverde

A Polícia Civil de Demerval Lobão fará a reconstituição do assassinato da menina Débora, de apenas cinco anos, nessa sexta-feira, 22. A criança foi morta pelo meio irmão, A.C.S., de 17 anos na segunda-feira de Carnaval. O jovem confessou ter estuprado e asfixiado a menina, e se entregou no dia 18 de fevereiro.

 

De acordo com o delegado Tales Gomes, responsável pelo inquérito, ainda não há horário definido para o início dos trabalhos, mas a reconstituição deve acontecer no mesmo horário do crime, por volta das 16h. Um boneco com o mesmo tamanho e peso da menina deve ser usado durante a reprodução do crime.

 

A Polícia fez um pedido de reforço policial de 20 homens para garantir a segurança do acusado e o transcorrer do trabalho. O crime será reproduzido do momento em que o jovem pega a menina, faz o trajeto percorrido com ela, o ato sexual e volta para a casa da tia, passando pelo açude, onde ele tomou banho e abandonou as roupas, encontradas posteriormente pela Polícia, e que ajudaram nas primeiras investigações.

 

Em sua confissão A.C.S. revelou que estava bebendo em um bar das 14h até às 16h e quando chegou em casa embriagado viu as quatro irmãs pequenas brincando, pegou a de cinco anos e a estuprou com muita violência, agredindo-a e em seguida a arrastou pelos pés por cerca de 60 metros e a estrangulou, depois cobriu o corpo da criança com folhas, caminhou pela margem do açude até um local onde ele tomou banho e deixou parte da roupa do açude, onde a camisa foi encontrada.

 

Em coletiva de imprensa na Delegacia Geral, na última terça-feira, 19, o delegado acrescentou que ao prestar as informações, A.C.S. disse que nunca desejou a irmã e nunca a fez mal e só fez isso porque estava bêbedo. Com a violência descrita pelo adolescente, Tales Gomes descarta a presença de uma terceira pessoa na cena do crime.

 

cidadeverde

A chuva com forte vendaval provocou estragos em Teresina na noite dessa quarta-feira. Mais de 30 árvores caíram e o Corpo de Bombeiros teve dificuldade de atender a grande demanda.

 

As árvores caídas causaram falta de energia, principalmente na zona Leste e Centro da capital.

 

Um das árvores caiu na avenida Kennedy, zona Leste de Teresina, provocando engarrafamento no local. Foi registrada ocorrências na avenida Raul Lopes, no São Cristovão, Mocambinho, Saci, Campos Sales e na Frei Serafim.

 

O vendaval causou “apagões” temporários em vários bairros.

 

cidadeverde

torcedorUm torcedor do San José, de apenas 14 anos, morreu após ser atingido por um sinalizador que teria partido da torcida do Corinthians, no estádio Jesús Bermúdez, na noite dessa quarta-feira, 20, em jogo válido pela Taça Libertadores da América. As informações são do tenente Cáceres, da polícia local. A diretoria do clube boliviano também confirmou o fato e lamentou o ocorrido logo após a partida. O clima foi de total comoção e revolta.

 

Natural de Cochabamba, cidade onde o Timão se concentrou para sua estreia na competição continental, o garoto viajou para assistir à partida, foi atingido no olho pelo artefato, liberado nos estádios bolivianos, e chegou a ser levado para o Hospital Obrero, em Oruro, mas não resistiu. De acordo com um assessor da presidência do San José, será aberta uma investigação criminal.

 

“Alguns torcedores do Corinthians atiraram um objeto cilíndrico que acertou o torcedor. Depois os torcedores foram identificados pelo pessoal da inteligência, que encontrou com eles o mesmo objeto que causou a morte”, afirmou o coronel Hector Rios, à Fox Sports.

 

A polícia boliviana deteve 12 corintianos acusados de envolvimento na confusão. Um produtor que filmava os torcedores na arquibancada teve a sua câmera apreendida.

 

Segundo a delegada Abigail Saba, responsável pela investigação do caso, seis dos 12 já passaram por testes para detecção de resíduos de pólvora em suas mãos. Ela disse que só vai revelar os nomes dos detidos depois de ouvir seus depoimentos, nesta quinta-feira pela manhã.

 

 

Revoltados com o acontecimento, torcedores bolivianos chamaram os corintianos de "assassinos" e os juraram de morte. A polícia não permitiu a saída imediata dos alvinegros, que ficaram presos no local do confronto após o apito final. Ao longo do jogo, sinalizadores e outros tipos de fogos de artifício foram notados tanto na torcida local quanto entre os visitantes.

 

No intervalo da partida, oficiais bolivianos se dirigiram à arquibancada onde a torcida do Corinthians estava posicionada, em busca dos responsáveis pelo acidente. Temendo represália, membros de organizadas rapidamente retiraram faixas e bandeiras, causando tumulto e confusão.

 

Até mesmo os jornalistas brasileiros que acompanham o Corinthians na Bolívia foram orientados pelos policiais a permanecer no estádio, devido à situação crítica do lado de fora. Pouco mais de uma hora depois do fim do jogo é que a delegação do Timão, torcedores brasileiros e jornalistas puderam deixar o local.

 

G1