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poçoMorreu nessa quinta-feira, 05, o piauiense Raimundo Bertolino dos Santos, de 42 anos, após cair no poço do elevador de um prédio em construção na Estrada da Granja, Chácara Santa Cecília, na cidade de Itapevi, São Paulo.

Segundo informações do jornal Itapevi Agora, quando Raimundo despencou, alguns funcionários que trabalhavam na obra ouviram ele gritar por socorro. Em seguida, eles escutaram um barulho e constataram que Raimundo havia caído.

Socorristas do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) estiveram no local, mas a vítima já estava morta.

Raimundo Bertolino é natural do povoado Oitis, zona rural de Colônia do Piauí e seu corpo deverá chegar à localidade ainda nesta sexta-feira, onde será velado e sepultado.

 

Com informações do Itapavi Agora

bbNa madrugada desta sexta-feira, 06, policiais militares entraram em confronto com bandidos que praticavam ações simultâneas no Banco do Brasil, Bradesco e Correios da cidade de Simplício Mendes, a 416 km de Teresina. O coordenador-geral de operações da PM-PI, coronel Márcio Oliveira, diz que os suspeitos dispararam várias vezes contra a sede da Polícia Militar na cidade. Não houve feridos.

 "Por volta das 3:15h, os PMs de plantão deram uma pausa no trabalho para o lanche. De repente, indivíduos começaram atirar de fuzil contra a Companhia. Houve revide pelos PMs e pelo comandante que conseguiram abortar a ação ao Bradesco e Correios que tiveram apenas as portas arrombadas", explica o coronel.

 Já a agência do Banco do Brasil foi detonada por explosivos e ainda não se sabe se alguma quantia em dinheiro foi roubada.

O comandante acredita que pelo menos 12 homens participaram do crime. O bando seria integrante do "Novo Cangaço", modalidade criminosa que age de forma violenta, explodindo caixas eletrônicos, fazendo moradores reféns e ameaçando matar policiais locais.

"Eles estavam em dois carros: uma pick up branca e um palio de cor escura. O bando fugiu em direção a Oeiras e está próximo à cidade de Santa Cruz do Piauí. Policiais de Oeiras, Picos, Simplício Mendes e Paulistana estão em diligência", complementa Oliveira.

 

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Foto: Reprodução: WhatsApp

csdesabUma casa localizada nas proximidades do Centro Histórico de Oeiras desabou com a forte chuva que caiu na cidade na de ontem, 04.

 

A casa de propriedade de um senhor, identificado como Luís, residente na zona rural, e que vem frequentemente vai para a cidade, não resistiu a chuva desta quarta e desabou, provocando prejuízos materiais, visto que no momento da chuva, não havia pessoas no seu interior.

 

A rápida e forte chuva provocou diversos transtornos na cidade. Algumas casas foram invadidas pelas águas, ruas foram alagadas, galerias transbordaram, calçamento destruído e problemas estruturais de uma escola estadual ficaram expostos, como goteiras, infiltrações e vazamentos.

 

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Na tarde dessa quarta-feira, 04, mais de 35 estudantes da Escola Municipal Justina Freitas de Souza deram entrada Hospital Regional de Corrente, por reação à medicação tomada na unidade de saúde localizada ao lado da escola. De acordo com a diretora da unidade escolar, a professora Iracema Souza e Silva, os estudantes tomaram o remédio Albendazol, ministrado na campanha de combate ao tracoma, verminose e hanseníase, e em poucos minutos tiveram a reação alérgica.

 

"Todos os anos essa campanha é realizada, por isso não me preocupei que algo pudesse acontecer. Levei os 10 primeiros estudantes, depois mais um lote e na quarta vez em que eu encaminhava outra turma um estudante da primeira começou a ter uma reação alérgica, com coceira, e pediu para passar álcool no local e nem desconfiei que pudesse ser por causa do remédio. Fui levar os estudantes e quando voltei as crianças da primeira turma já estavam todas com forte coceira, quando percebi que tinha algo de muito errado. Aos poucos as outras crianças foram tendo a reação e imediatamente suspendi a medicação", relata.

 

A diretora da escola, localizada na zona rural, a mais de 20 quilômetros do centro de Corrente, afirma que providenciou para que todos os estudantes fossem levados imediatamente para o Hospital Regional para receberem atendimento médico. "Eu trouxe os 15 primeiros e o restante foi sendo trazido pelos pais e pessoas da comunidade", informou a diretora.

 

De acordo com a equipe de enfermagem do hospital, as crianças chegaram com coceira por todo o corpo, alterações na pele, fortes dores de cabeça, tontura, pressão alta e dores no corpo, principalmente no abdômen.

 

Todas as crianças foram atendidas pela equipe médica, que ministrou a medicação adequada. A grande quantidade de crianças para serem atendidas ao mesmo tempo gerou grande confusão na recepção do hospital e a Polícia Militar chegou a ser acionada para acalmar os ânimos. "Eram muitas crianças e os pais estavam muito nervosos, mas tínhamos que manter uma ordem para poder atender a todas as crianças adequadamente", comentou uma das enfermeiras.

 

Por volta das 21:30h, ainda haviam crianças em observação. Todas chegaram a receber alta, mas algumas retornaram ao hospital com novas reações, principalmente fortes dores de cabeça.

 

Sobre as possíveis causas da reação alérgica à medicação, a diretora da escola informa que um dos médicos que atendeu as crianças analisou a embalagem do medicamento e informou que ele não estava vencido. "Ele disse que pode ser em decorrência do mal armazenamento do remédio. A secretária de Saúde veio pessoalmente no hospital e já está em posse do remédio ministrado, que será encaminhado para análise amanhã", colocou a diretora.

 

A mãe de uma das crianças informou que não foi enviado nenhum comunicado para os pais solicitando a autorização para a medicação. "O meu filho mais novo não tomou a medicação porque ele não sabia se eu ia deixar. A mais velha tentou esconder o remédio, mas a enfermeira obrigou ela a tomar e logo ela teve a reação", contou a mãe que às 21h30 ainda acompanhava a filha de 12 anos no hospital.

 

A diretora do hospital, Lindaura Perpétua Cavalcanti, esteve pessoalmente acompanhando a situação das crianças internadas. "Amanhã faremos uma notificação formal à ANVISA informando sobre o ocorrido", informou.

 

portalcorrente