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Foram presos em flagrante nessa quinta-feira, 22, dois homens suspeitos de aplicar golpes ao negociar a venda de máquinas de cartão de crédito para os empresários. Eles chegaram a fechar venda, mas o produto nunca chegou aos compradores, que perceberam a armadilha do “golpe da maquineta” e acionaram a polícia. Até o momento, dois empresários foram vítimas em Teresina, com prejuízo de cerca de R$ 6 mil cada um.

A prisão ocorreu no bairro Saci, zona Sul de Teresina. O major Audivam Nunes, comandante da Força Tarefa da Secretaria de Segurança Pública do Piauí, informou que os suspeitos de aplicar o golpe se diziam gerentes de expansão de uma empresa para conseguir enganar os empresários.

A Força Tarefa da SSP identificou os suspeitos de aplicar o golpe como André Alisson de Sousa Lima Pimentel e Rafael Oliveira Carvalhedo. “Eles falavam que eram funcionários dessa empresa (de máquinas de cartão); eles realmente trabalharam lá, mas foram desligados porque vendiam as máquinas, mas o dinheiro não chegava à empresa, nem os equipamentos aos clientes”, disse o major, após contato com a empresa, que ressaltou não ter nenhum contrato de trabalho com a dupla.

A suspeita é de que a dupla aplicou golpes em Teresina e no interior do Piauí. Os presos foram autuados por crime de estelionato, passaram pelo 3º Distrito Policial e pela Central de Flagrantes de Teresina.

“Os estelionatários vendiam as máquinas a juros menor que o normal, até sem nenhum juros para conseguir vender as maquinetas. Os empresários demoraram a receber os produtos. Eles só diziam que estavam chegando, e nisso um dos empresários desconfiou”, disse o major.

Até o momento, a polícia identificou duas vítimas da dupla: o proprietário de uma barbearia e um proprietário de um posto de gasolina. “O dono do posto comprou umas cinco máquinas, o prejuízo deles deve ser de uns R$ 6 mil”.

 

Cidade Verde

aldoNa madrugada desta sexta-feira, 23, um sargento da Polícia Militar do 16º Batalhão de José de Freitas, lotado no GPM da cidade de Cabeceiras entrou em contato com o BPM de José de Freitas informando que três bandidos estavam arrombando vários estabelecimentos comerciais, inclusive um loja daquela cidade, onde conseguiram subtrair vários objetos, dentre eles 1 TV de LED “32”, 5 aparelhos celulares, 10 rádios e vários outros objetos.

Após praticar o arrombamento, o trio fugiu pela PI-113, rumo a cidade de José de Freitas. De imediato, duas viaturas da Polícia Militar de José de Freitas se deslocaram para a cidade de Cabeceiras, no intuito de prender os Meliantes.

De acordo com o tenente Alberto, ao chegar no povoado São Luiz, zona rural de José de Freitas aconteceu o encontro entre a polícia e os bandidos, que entraram em uma estrada vicinal tentando fugir do cerco. Como a poeira era intensa, os bandidos bateram o carro em um obstáculo e atiraram contra os policiais. Durante a colisão, um dos assaltantes ficou ferido e não conseguiu fugir; sendo preso e levado para o Hospital Nossa Senhora do Livramento, onde depois foi conduzido para a Central de Flagrantes, em Teresina. Outros dois bandidos fugiram pelo matagal.

Ainda segundo o tenente Alberto, o assaltante deu 3 nomes para a polícia, mas eram falsos, após chegar na Central de Flagrantes descobriu-se que o nome do assaltante é Aldo Nunes dos Santos, que já foi preso e condenando pelo crime de homicídio.

 

realidadeemfoco

fraldasNa manhã desta quinta-feira, 22, o superaquecimento de um pneu quase provocou o incêndio um caminhão e de toda a carga de fraldas descartáveis armazenada no veículo. O caso ocorreu na BR 316, próximo a Penitenciária José Ribamar Leite (antiga Casa de Custódia).

O tenente Arnaldo Vasconcelos, do Corpo de Bombeiros do Piauí, informou ao Cidadeverde.com que o aquecimento da roda ocorreu por problemas mecânicos. O fogo foi controlado rapidamente e atingiu apenas uma pequena parte do produto.

"Por conta desse problema mecânico, a roda superaqueceu, pegou fogo em algumas embalagens por irradiação da temperatura. A carga era bastante inflamável. Se não tivesse o controle rápido desse foco, o fogo iria consumir toda a carga, inclusive o caminhão", comentou.

Após o controle da situação, o caminhão foi liberado para reparos e seguir viagem. O motorista não sofreu ferimentos.

 

cv

Fotos: subtenente Pimentel/Corpo de Bombeiros

corpoFamiliares de uma idosa que faleceu na tarde de ontem, 21, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Satélite, zona Leste de Teresina, ficaram indignados com um erro ‘bárbaro’ supostamente cometido por funcionários da unidade de saúde gerida pela Prefeitura de Teresina. Segundo os familiares, a idosa Júlia Maria da Conceição Sousa, de 100 anos, morreu quando estava hospitalizada na UPA e após o comunicado à família, eles foram até uma funerária pagar pra preparação do corpo para velório e sepultamento.

Porem a família passou por um grande transtorno. Em entrevista à equipe de reportagem da TV CLUBE, o neto da vítima Cesar Carvalho, disse que quando a funerária foi pegar o corpo da mulher na UPA, funcionários entregaram o corpo errado. “Nós só descobrimos porque a funerária nos chamou para verificar a preparação do corpo, foi quando vimos que o corpo não era da minha vó e sim de outra pessoa”, reclamou Cesar.

Nesse momento, a funerária retornou à UPA e lá trocaram o corpo e enviaram o correto para funerária, contou César. “Isso é absurdo, nós procuramos a diretora da UPA, Luciana Sebim, mas ela fez pouco caso e jogou toda culpa na funerária, mas nem quis nos ouvir direito. Por isso, vamos buscar os meios judiciais. Já pensou se esse outro corpo for de alguém cujo cartão não pudesse ser aberto, e o transtorno que passamos num momento difícil”, disse Cesar.  

Com toda essa confusão, o velório que deveria iniciar no fim da tarde, so iniciou no fim da noite. O sepultamento ocorreu na manhã desta quinta-feira (22) no Cemitério São Judas Tadeu.

Em nota a Fundação Municipal de Saúde informou que vai apurar o caso e tomar as providencias cabíveis.

Já a funerária divulgou a seguinte nota

Sobre o fato ocorrido envolvendo a UPA do bairro Satélite, Zona Leste, a Pax União informa que prestou atendimento prévio à família, que aguardou nas dependências da funerária pela remoção do corpo do necrotério da UPA do Satélite. Todo o procedimento de liberação foi realizado pelos profissionais da referida unidade de saúde, sem a presença dos familiares para reconhecimento legal e foi reconhecido pelos familiares antes do procedimento de preparação, medida de segurança adotada em todos os atendimentos. O corpo foi reencaminhado para a UPA do Satélite para que fossem tomadas as providências de reparação pela unidade de saúde. A Pax União reitera o compromisso com o bem estar dos seus clientes.

 

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