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Internação, tratamento, acolhimento e a recuperação das mulheres dependentes de crack e outras drogas, é o objetivo do Indicativo do Projeto de Lei apresentado na Assembleia Legislativa pela deputada Flora Izabel (PT) e, em tramitação nas comissões técnicas.

 

Conforme a parlamentar explicou, "a iniciativa é a recuperação para a convivência familiar através de ações terapêuticas além da qualificação profissional a exemplo do que ocorre em outros estados brasileiros".

 

Além das terapias, deverão funcionar em regime de 24 horas, clínica para a convivência familiar e a terapia ocupacional dessas mulheres, além de cursos de qualificação a exemplo de corte e costura, hortas orgânicas,estética, beleza, informática, internet, construção civil, mecânica e produção de salgadinhos.

 

Flora Izabel estabelece que o Executivo poderá firmar convênios com entidades públicas federal, estadual, municipal, consórcios ou entidades privadas como determina o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras drogas. Os convênios serão firmados com a Embrapa, universidades e instituições a exemplo do Sebrae para cursos de curta duração.

 

A clínica será formada por uma equipe de profissionais clínicos, nutricionistas, psiquiatras, educadores físicos, enfermeiros, técnicos e assistentes sociais. Uma pesquisa mostra que 54% dos homens e 46% das mulheres são dependentes de drogas no Brasil.

 

Piauí - As pesquisas mostram que, no Piauí, de 224 municípios, em 152 cidades ocorre a incidência de crack. Em Teresina, são mais de 8 mil viciados. A deputada Flora Izabel explicou que "a criação da estrutura administrativa da Secretaria de Saúde do Estado do Piauí com a clínica de acolhimento das mulheres viciadas em crack é um projeto piloto para outras regiões do país".

 

 

Alepi

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