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“Com alegria recebemos a publicação no Diário Oficial da União que nosso município, através do Ministério da Cidadania, está APTO a receber um veículo que será utilizado para o transporte de alimentos da Agricultura Familiar, através do Programa de Aquisição de Alimentos – PPA”. Essas declarações foram feitas pelo prefeito Nonato de Abílio, de Nazaré do Piaui.

O gestor nazareno que acabou de se reeleger para mais um mandato fez a publicação numa rede social.

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Nonato de Abílio, que vai assumir uma nova gestão em 1º de janeiro de 2021, tem lideranças a nível de Piauí e de Brasília que estão ajudando na sua gestão conseguindo benefícios, sendo recursos e bens, para comunidade.

Da redação

IMAGEM: Ilustrativa

O vereador Mauricio Bezerra, presidente do Poder Legislativo de Floriano-PI e vice-presidente da União dos Vereadores do Brasil – UVB, foi um dos participantes de um encontro de vereadores que houve no Distrito Federal.

O evento, intitulado de Marcha dos Vereadores, reuniu parlamentares municipais de várias partes do Brasil e contou com grandes nomes da política.

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“Discursei na abertura oficial da XIX Marcha dos Vereadores, em Brasília-DF, como vice-presidente da UVB-União dos Vereadores do Brasil e, em nome dos vereadores do Piauí na luta pelo reconhecimento dos municípios piauienses junto ao Governo Federal”, externou o vereador Maurício Bezerra que estava na mesa de honra da solenidade.

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De acordo com o líder do Poder Legislativo florianense, vereador Maurício, o tema central era, “Luta pelo Municipalismo e pela Reforma do Pacto Federativo”. Outros parlamentares piauienses, que estavam representando outras cidades, estiveram presentes.

Da redação

Bem! Essa é uma resposta que o Piauí Notícias está buscando, mas que vai saber da mesma somente em 1º de janeiro de 2021, dia em que ocorre o processo de eleição, após a posse dos eleitos e reeleitos para o Legislativo baronense-MA.

Na cidade de onze vereadores existem apenas dois grupos políticos, o da base e da oposição.

Para a próxima Legislatura foram reeleitos Valdery Moura, Bomga, Wellington Ribeiro, Arilson Lima e Teotônio Costa.

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Pio Resende, Doidão, professor Edimar, Thiago do Mazim, Zé Nilton e Ze Leão são as novas apostas da comunidade baronense para o Legislativo.

Por enquanto, de acordo com os grupos locais, a oposição a partir de janeiro tem seis vereadores que são: Valdery Moura, Pio Resende, Bomga, Doidão, Professor Edimar e Wellington Ribeiro.

A situação, que tem como líder maior a ex-vice-prefeita e futura prefeita Claudimê Lima, está com cinco nomes eleitos para o poder Legislativo: Thiago do Mazim, Zé Leão, Zé Nilton, Arilson Lima e Teotônio Costa.

As informações que foram levantadas pelo Piauí Noticias, ainda na manhã de hoje, é que a oposição, a partir de janeiro, hoje liderada pelo atual prefeito Gleydson Resende, está tentando manter esse grupo unido de seis vereadores.

Esses opositores da futura gestão, se alguém não mudar de lado até o momento da posse, estarão se reunindo ainda hoje para tratar, entre outros assuntos, sobre a presidência do Legislativo.

Ainda não tem os nomes dos interessados, pelo menos do conhecimento da redação, na presidência do Poder para o biênio 2021/2022.

Como a futura gestão somente tem cinco vereadores eleitos na base, a pergunta é: Será que a futura prefeita Claudimê Lima vai procurar ter maioria na Câmara? Quem será ou quem são os vereadores eleitos na oposição que irão compor a base? O jeito, é aguardar o tempo e as negociações.

Nessa quinta-feira,10, tentaremos informações sobre a reunião de hoje com os opositores.

Da redação

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (9) para garantir a compra e o fornecimento de vacinas contra a Covid-19, caso a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não aprove os imunizantes em 72 horas.

A OAB argumenta que essa dispensa deve valer para as vacinas já registradas em renomadas agências de regulação no exterior. A liberação já está prevista na chamada "Lei Covid", aprovada pelo Congresso Nacional no início da pandemia. A ação pede que o Supremo declare a "plena vigência e aplicabilidade" da legislação.

“É imprescindível que o governo brasileiro paute os protocolos de intenção e memorandos de entendimento relativos à aquisição de vacinas na comprovação estritamente técnica e científica, independentemente da origem nacional do imunizante”, diz a ação.
As possibilidades de registro na Anvisa são:

Anvisa - registro definitivo: os desenvolvedores submetem o pedido de registro à Anvisa apenas após concluírem as 3 fases de testes da vacina. Para acelerar o trâmite, a agência criou o procedimento de submissão contínua de dados.
Anvisa - uso emergencial: permite aos desenvolvedores enviarem os dados que comprovem eficácia e segurança antes de terminarem a fase 3 da vacina;


Lei Covid: Prevê que a Anvisa terá o prazo de 72 horas para conceder a autorização caso o imunizante tenha conseguido registro no Japão, nos EUA, na Europa ou na China. Caso o prazo não seja cumprido e a Anvisa não se manifeste, a autorização é concedida automaticamente.
A organização também afirmou ao STF que a demora na definição do plano de vacinação coloca em risco o direito à saúde, a saúde pública, a integridade física dos cidadãos e o direito humano e fundamental à vida.

Segundo a OAB, “a plena garantia do direito à vida e à saúde, nesse contexto, se dá com a possibilidade de que se oferte aos brasileiros todas as vacinas que já tenham atingido fases avançadas de testes e demonstrado a segurança e eficácia necessária. Não pode o governo federal eleger alguns imunizantes em detrimento de outros sem a devida motivação técnico-científica necessária à publicidade, moralidade e impessoalidade que devem permear todos os atos administrativos”.

Nesta terça-feira (8), após encontro com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, governadores citaram a "Lei Covid" para lembrar que vacinas aprovadas no exterior terão aval para uso no Brasil (veja no vídeo abaixo). O que faz a lei ser citada pelos políticos é a preocupação com o prazo de análise na Anvisa, já que Pazuello afirmou que ele deve ser de cerca de 60 dias.
Acordos fechados
O governo federal tem acordos fechados para a compra de 100 milhões de doses da "vacina de Oxford", desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Fiocruz, e de 42,5 milhões de doses via consórcio internacional Covax, liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O Ministério da Saúde chegou a anunciar acordo para a compra da vacina da Sinovac, produzida em parceria com o Instituto Butantan, mas recuou depois de pressão do presidente Jair Bolsonaro.

A ação da OAB se junta a outras quatro apresentadas ao tribunal e questionam desde a falta de um plano de imunização nacional até a obrigatoriedade de vacinação.

A organização também pede na ação que o STF determine que fundos de recursos recuperados em operações como a Lava Jato sejam investidos no plano nacional de imunização contra o coronavírus.

 

G1

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A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

jocinala

Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação