Para muitos dos são-joseenses a nova administração da cidade, liderada pelo prefeito Celso Antônio, tem uma aliada de peso, ou seja, uma pessoa experiente, com visão administrativa e compromissada com a cidade.
A vice-prefeita do médico Celso Antônio, em São José, é a professora Iracema Neves que já administrou a cidade por quatro mandatos e, é tida como uma líder que tem buscado sempre o desenvolvimento da cidade.
Iracema Neves estava há oito anos afastada da gestão, quando esteve administrando a cidade o prefeito Valdemar Santos que vinha de dois mandatos consecutivos, mas não conseguiu eleger o seu sucesso o empresário local Lindon Átila.
Na manhã de hoje, 15, a ex-prefeita e atual vice-prefeita concedeu uma entrevista, por telefone, ao Piauí Notícias. Ouça:
O Hospital Universitário da UFMA, em São Luís, informou que pacientes com Covid-19 de Manaus devem chegar nos próximos dias ao Maranhão. Ao todo, 40 leitos foram disponibilizados por conta da falta de oxigênio e o colapso na rede de saúde no Amazonas.
Além do Maranhão, outros estados estão recebendo pacientes de Manaus, como Goiás, Piauí, Brasília, Paraíba e Rio Grande do Norte. Até a tarde desta quinta (14), 235 pacientes já haviam sido transferidos, mas nenhum para o Maranhão.
O governo do Amazonas diz ter feito um estudo dos estados para que as transferências não sobrecarregassem a rede assistencial de outros locais. Atualmente, a ocupação dos leitos da rede pública estadual na Grande São Luís já se aproximam dos 70%.
O representante do Ministério da Saúde, Coronel Franco Duarte, afirmou que são transportados pacientes com estado de saúde considerado em fase moderada da doença.
“São pacientes que ainda continuam dependentes do oxigênio, mas eles têm toda a segurança plena para serem aerotransportados”, disse.
O transporte dos pacientes com Covid-19 de Manaus está sendo feita por meio de uma rede de apoio coordenada pelo Ministério da Saúde (MS).
Segundo a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), aproximadamente 150 leitos estão distribuídos em nove hospitais universitários federais para receber pacientes de Manaus a fim de ajudar o Estado do Amazonas.
A greve dos caminhoneiros, prevista para o próximo dia 1º de fevereiro, vem crescendo em adesões e, de acordo com o presidente da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, poderá ser maior do que a realizada em 2018, devido ao grau crescente de insatisfação da categoria, principalmente em relação ao preço do diesel e às promessas não cumpridas após a histórica greve no governo Temer.
Integrante do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), que na semana passada já alertou para a possibilidade de uma paralisação nacional, a ANTB representa cerca de 4,5 mil caminhoneiros, e não vê problema de realizar uma greve em plena pandemia.
"A pandemia nunca foi problema. A categoria trabalhou para cima e para baixo durante a pandemia. Muitos caminhoneiros ficaram com fome na estrada com os restaurantes fechados, mas nunca parou", afirma Stringasci.
Segundo ele, a alta do preço do diesel é o principal motivador da greve, mas conquistas obtidas na paralisação de 2018, que chegou a prejudicar o abastecimento em várias cidades, também estão na lista de dez itens que estão sendo reivindicados ao governo para evitar a greve.
"Esse (diesel) é o principal ponto, porque o sócio majoritário do transporte nacional rodoviário é o combustível (50% a 60% do valor da viagem) Queremos uma mudança na política de preço dos combustíveis", informa.
Ainda monopólio da Petrobras, a produção de combustíveis no Brasil passou por mudanças em 2016, quando foi instituído o PPI (Preço e Paridade de Importação), praticado até hoje. Na época, os reajustes eram praticamente diários, seguindo a flutuação do mercado internacional, mas agora obedecem apenas a lógica da paridade, sem prazo determinado.
"A Petrobras não foi criada para gerar riqueza para meia dúzia, a Petrobras é nossa e tem que ajudar o povo brasileiro e o Brasil", afirma Stringasci. "Queremos preços nacionais para os combustíveis, com reajuste a cada seis meses ou um ano. Essa é uma das maiores lutas nossas desde 2018, e até antes, e até hoje", destaca.
Outras reivindicações são o preço mínimo de frete, parado no Supremo Tribunal Federal (STF), após um recurso do agronegócio, e a implantação do Código Identificador de Operação de Transporte (Ciot), duas conquistas de 2018.
Para resolver a questão e evitar uma greve, os caminhoneiros querem uma reunião com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, que recebeu o apoio da categoria nas eleições de 2018.
"A categoria apoiou ele em 100% praticamente nas eleições. Então agora exige a presença dele na reunião", explica.
Stringasci diz que a greve já tem 70% de apoio da categoria e de parte da população, diante de preços em alta não apenas no diesel, mas em outros combustíveis, alimentos e outros itens que elevaram a inflação em 2020.
"Eu creio que a greve pode ser igual a 2018. A população está aderindo bem, os pequenos produtores da agricultura familiar também. Se não for igual, eu creio que vai ser bem mais forte do que 2018", alerta.
A prefeita Claudimê Lima, de Barão de Grajaú-MA, continua em reuniões consideradas importantes em São Luis. De acordo com sua assessoria, a mesma, acompanhado do marido e ex-prefeito Raimundo Silva, está fazendo suas reivindicações sobre questões que envolvem o desenvolvimento da cidade Barão de Grajaú.
Anteontem, 13 de Janeiro, a Claudimê esteve na sede da Secretaria de Cultura do Estado do Maranhão com o Secretário Anderson Lindoso.
"No dia de ontem, 14, ela também esteve na Secretaria de Assistência Social do Estado do Maranhão para tratar de assuntos importantes relacionados a Barão de Grajaú. Esse totem (que aparece na foto) foi um brinde da Secretaria de Assistencia Social. Claudimê sempre em busca de melhorias para nossa cidade", externou um assessor da gestora.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.