advogadoO advogado do DCE - Diretório Central dos Estudantes da UFPI, Enzo Samuel Alencar Silva, estudante de Direito, Deolindo Moura da Legião de Vanguarda da Juventude, Isael Neves, estudante de Direito, Luciano e Alex Alves(presidente da União Municipal de Estudantes Secundaristas), foram presos pelos policiais da Rone, Ronda Cidadão na avenida Frei Serafim, onde estavam fazendo o protesto contra o aumento da tarifa de ônibus para R$ 2,10.

 
Depois da negociação com a Coronel Júlia Beatriz, do Comando de Gerenciamento de Crises e Conflitos da PM, os cinco foram liberados depois de ficarem presos dentro das viaturas. Deolindo Moura disse que todos vão prestar queixa contra os policiais da Rone por causa das agressões na Central de Flagrantes da Polícia Civil.

 
O advogado Enzo Samuel disse que estava dando entrevista para uma emissora de TV quando foi procurado pelos policiais na hora dos confrontos na avenida e sofreu um golpe mata-leão. Ele disse que desmaiou depois de sofrer o golpe, quando estava preso dentro de um camburão acompanhado de Luciano. Enzo disse que bateu muito na porta da viatura e os policiais abriram, pois ele estava passando mal e ferido no rosto.

 
Depois da liberdade dos presos, os manifestantes se espalharam e foram para a sede do Sindicato dos Servidores Públicos de Teresina.


Fonte: meionorte

coletivaA Polícia Federal continua as investigações sigilosas sobre o caso da estudante Fernanda Lages, morta em 25 de agosto de 2011. Na superintendência da PF houve uma retomada dos depoimentos.


Os primeiros a serem ouvidos foram parentes e amigos de Fernanda Lages, que ajudaram a traçar o perfil psicológico da estudante. O ex-namorado da vítima, Pablo Vital, também prestou depoimento, na 3ª semana de dezembro do ano passado.

 
Pablo Vital ainda comunicou à Polícia a intenção de mudar de endereço. Atualmente, ele residente em Fortaleza-CE.


O veículo que pertencia à Fernanda Lages, um Fiat Uno, está sendo periciado pela PF. O carro teria sido devolvido à família pela Polícia Civil, quando a instituição estava à frente do caso. Familiares que moram em Barras-PI entregaram novamente o veículo à Polícia.


O delegado José Olegário afirmou que todos os detalhes do inquérito só serão oferecidos ao final da investigação.


Fonte: cidadeverde

 

 

Foram encaminhados para um dos pavilhões da penitenciária de Vereda Grande, dois dos homens presos em operações policiais nesse final de semana quando as pessoas estavam comemorando a chegada do ano novo.



 As polícias, tanto a Civil quanto a Militar, que não deram tréguas nas atividades de apreensões e buscas, conseguiram capturar algumas pessoas que de alguma forma tem problemas com a justiça local.




Manoel da Paixão ( Manoelzinho), morador da região do bairro Alto da Cruz, acusado de vários crimes, entre os quais arrombamentos e Ivaldo Gomes Caminha (Negrinho da Rodoviária) que é usado de agressão contra uma mulher foram mandados para a penitenciária Gonçalo Castro no domingo, 1º, após serem presos pela polícia.


Da redação
afdriannoO diretor do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), Sérgio Henriques, informou na manhã desta terça-feira, 3, que não foram encontrados vestígios de pólvora nas mãos do jogador Adriano, do Corinthians, e de Adriene Ciryllo Pinto, que na véspera de Natal se feriu com um tiro disparado dentro do carro do jogador.
 

Segundo o diretor do ICCE, o fato de o laudo da perícia ter dado negativo para a presença de pólvora nas mãos da vítima não significa que a confissão dela à polícia, no dia 28, possa ser posta em dúvida.

 
"É possível uma pessoa disparar uma arma e não aparecerem vestígios de pólvora em suas mãos quando é feito o exame. No caso da jovem, ela foi diretamente para um hospital após se ferir e lá suas mãos podem ter sido lavadas e esterilizadas antes de a perícia fazer o exame, que foi feito no próprio hospital", explicou ele.

 
O tiro dentro do carro do jogador Adriano aconteceu no dia 24 de dezembro, na saída de uma boate na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Adriene, 20 anos, foi atingida no dedo. No momento do disparo, estavam no carro outras três mulheres, Adriano e um policial militar reformado amigo do jogador.

 
Inicialmente, Adriene disse que Adriano foi o autor do disparo, mas, após acareação e a reconstituição do caso, ela confirmou que disparou, acidentalmente, o tiro que a feriu. Apesar da confissão, o delegado Fernando Reis disse que o inquérito ainda não foi concluído.

 
Aliviado

Adriano disse que ficou aliviado após a jovem admitir à polícia que foi ela quem atirou acidentalmente dentro do carro do jogador.

 
"Estou aliviado porque realmente as provas estão comprovando que eu não fiz o disparo", disse o jogador ao deixar a delegacia na noite do dia 28.

 
Perguntado se acha que a história teve um fim após a acareação e reconstituição, ele afirmou: "Acho que sim, eu espero".


Fonte: G1

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