Na noite dessa terça, 15, uma equipe da Polícia Militar, do 3º Batalhão que tem o comando do major Inaldo Barros, comandada pelo capitão Moisés Morais conduziu para a Central de Flagrantes, após uma abordagem, um homem que estava portando um simulacro de arma de fogo.
Denilson, que foi levado para a Central de Flagrantes, andava na companhia de uma adolescente.
O sargento Ricardo Rodrigues, que comandava uma das patrulhas da Militar, disse que o rapaz estava numa moto e com a arma de brinquedo na cintura.
Nessa terça-feira, 15, dois jovens identificados como José Carlos Rodrigues da Silva, 23 anos de idade, natural de Nazarezinho-PB e o nacional Michael Douglas de Sousa Oliveira foram presos acusados de comercialização de drogas em um apartamento no Conjunto Torquato Neto IV, zona Sul de Teresina.
De acordo com a Subdiretoria de Comunicação da Polícia Militar, após várias denúncias de que no Conjunto Torquato Neto IV, Quadra D, Bloco 02, apartamento 400 estava havendo a venda de drogas, crack e maconha, bem como utilização do local para apoio a assaltantes de várias zonas da capital, os policiais se deslocaram até lá para averiguação e constataram a presença de dois suspeitos.
No local os policiais apreenderam uma arma de fogo calibre 32, marca Rossi, numeração raspada com 6 munições intactas; uma porção de substância vegetal prensada, aparentemente maconha; uma trouxinha de uma substância aparentemente maconha; uma pedra tamanho médio de substância amarelada aparentemente crack; quatro pedrinhas de substância amarelada aparentemente crack; R$ 5 cinco reais em espécie, além de uma motocicleta modelo Fan 125, ano 2015, cor prata, placa PIJ-3437 acompanhada da chave de ignição.
Os dois foram conduzidos para a Central de Flagrantes. José Carlos Rodrigues da Silva já responde pelo crime de homicídio.
Foram presos em Paulínia, interior de São Paulo, Pedrina Lindalva de Oliveira e Edilson José de Souza, acusados de estupro. A vítima é a filha de Pedrina, uma adolescente de 16 anos, que era abusada sexualmente por Edilson, padastro dela, há pelo menos seis anos.
A mãe sabia de tudo e, mesmo assim, não procurou a polícia. Ela se casou com o estuprador há 6 anos, quando a menina tinha apenas 10. Os abusos começaram nos primeiros meses em que começaram a morar juntos e, quando a vítima completou 13 anos, a violência se tornou ainda mais frequente.
O crime só foi descoberto depois que a vítima, que não aguentava mais a violência que sofria, procurou o pastor da Igreja que a família frequentava e contou o que acontecia. Edilson e Pedrina teriam confessado o crime ao pastor, que alegou ter gravado toda a declaração. O casal foi preso temporariamente por estupro de vulnerável.
Segundo informações, mãe e filha são piauienses, naturais da zona rural de Campo Grande do Piauí.
Mais um empresário florianense que é vítima de crime não procura a Polícia Judiçiária para denunciar por não acreditar num resultado do trabalho. Em menos de 45 dias, num período de 48 horas, o empresário Conegundes Gonçalves de Oliveira, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Floriano, teve a loja invadida duas vezes.
Os criminosos, após andarem sobre o telhado numa distância extrema desceram numa parede lateral da loja, arrombaram uma porta e tiveram acesso as dependências da empresa.
Não se sabe quantos homens, mas inúmeros prejuízos foram deixados e as queixas foram registradas na Polícia Civil, mas nenhum dos investigadores lotados na Central de Flagrantes apareceu para iniciar um trabalho no sentido de desvendar os crimes.
Agora, no último final de semana num prazo de sessenta dias, aproximadamente, a empresa do empreendedor Conegundes Oliveira voltou a ser invadida, mas desta feita o mesmo não registrou a ocorrência por não ter sido atendido pela Polícia Civil nos crimes anteriores.
“Tive prejuízos nos três crimes. Nos dois anteriores fomos até a Central de Flagrantes para registrar um Boletim de Ocorrência, deixamos o local do crime como deixaram os criminosos para que a polícia iniciasse uma linha de investigação, mas ninguém apareceu até hoje para ter detalhes dos casos ”, disse o empresário afirmando que tem deixado pequenos valores na empresa, pois os invasores estão querendo dinheiro, pois não tem levado objetos.
Ainda segundo o líder sindical no quarteirão onde há as instalações da sua loja, à Rua Fernando Marques, Centro de Floriano, existem outras seis empresas e, pelo menos, quatro delas já foram vítimas de criminosos somente este ano, sendo que algumas delas já foram invadidas, após serem arrombadas as portas e telhados, até três vezes.
A operação policial que está ocorrendo em Floriano-Piauí, em várias partes da cidade, está contando com dezenas de policiais. Cerca de 19 mandados de prisão devem ser cumpridos. Já houve apreensão de armas e os conduzidos estão sendo identificados.
As forças policiais locais receberam apoio de um grupo de Teresina e estão fazendo abordagem nos mais diferentes bairros. Veja mais um homem que foi abordado e levado à Central de Flagrantes da Polícia Civil, regional de Floriano.