O estado do Piauí registrou nas últimas 24 horas o total de 260 casos confirmados e sete óbitos por Covid-19. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), na noite desta segunda-feira (26). Os números do Piauí seguem em baixa há mais de dois meses.
Dos 260 casos confirmados da doença 140 são mulheres e 120 são homens, com idades de um a 89 anos. Um homem e seis mulheres foram vítimas da Covid-19.
Um homem de: Teresina (66 anos) Duas mulheres de: Baixa Grande do Ribeiro (48 e 69 anos) Uma mulher de: Piripiri (62 anos) Uma mulher de: Redenção do Gurgueia (79 anos) Uma mulher de: São Raimundo Nonato (31 anos) Uma mulher de: Teresina (69 anos)
Os casos confirmados no estado somam 307.881 distribuídos em todos os municípios piauienses. Já os óbitos pelo novo coronavírus chegam a 6.815 e foram registrados em 222 municípios.
Dos leitos existentes na rede de saúde do Piauí para atendimento à Covid-19, há 359 ocupados, sendo 187 leitos clínicos, 158 UTIs e 14 em leitos de estabilização. As altas acumulada somam 21.485 até o dia 26 de julho de 2021.
A Sesapi estima que 300.707 pessoas estão recuperadas ou seguem em acompanhamento médico.
Na manhã da sexta-feira (23), a Secretaria de Saúde através do Núcleo Multiprofissional de Saúde, finalizou os atendimentos de mais uma etapa do Programa Saúde Auditiva, uma parceira de integração de governos estadual e municipal, com o Centro Integrado de Saúde "Lineu Araújo". Segundo Daniel Gutemberg, diretor do Núcleo Multiprofissional, foi realizada a última etapa de exames para a confecção de dispositivos auditivos de 12 florianenses.
O Núcleo Multiprofissional de Saúde têm proporcionado a esses florianenses a continuidade do processo de reabilitação auditiva. “A reabilitação auditiva é de suma importância “para reajustar a audição e a capacidade de comunicação do paciente”, explica.
Os aparelhos auditivos têm a função de compensar o déficit auditivo da pessoa, isto é, eles amplificam os sons que o paciente não ouve mais. Quando as pessoas perdem a audição, ou elas não ouvem nada, ou não escutam todos os sons da mesma forma. Dependendo da característica de som, é possível amplificar os agudos e preservar os graves.
Daniel Gutemberg explica que desde que assumiu a direção do Núcleo, tem se dedicado a organizar o processo que vai desde a promoção à saúde auditiva até o acompanhamento integral de quem precisa do aparelho. “Nós encaminhamos as pessoas com deficiência auditiva ou suspeita de perda auditiva a esse serviço. Para isso, organizamos junto com o paciente a documentação necessária, o que facilita o acesso. Os pacientes encaminhados a Teresina são transportados pela Secretaria de Saúde de Floriano e realizam uma série de exames especializados.
Nos últimos seis meses, de janeiro a junho de 2021, a Vigilância Epidemiológica de Floriano registrou 64 notificações para casos de dengue no município de Floriano. Desse total, 56 foram confirmados para a doença e o restante aguarda resultado sorológico.
Segundo o diretor do Centro de Zoonoses de Floriano, Thales Rodrigues, o número preocupa as autoridades de saúde. “Nós já sabemos como prevenir a doença, mas a pandemia acabou deixando a comunidade mais preocupada com o coronavírus. É compreensível, porém devemos redobrar nossos cuidados, pois alguns sintomas da dengue são muito parecidos com a Covid-19”, disse.
Na zona urbana, os bairros com o maior número de casos confirmados são: São Borja (08), Manguinha (05), Campo Velho (05) e São Cristóvão (05). Na zona rural, a localidade L3 teve 13 casos confirmados da doença. Ao todo, 20 bairros tiveram casos confirmados nos últimos seis meses.
Confira a lista completa dos bairros e o número de casos confirmados.
ALTO DA CRUZ - 1
MANGUNHA - 5
CAMPO VELHO - 5
BOM LUGAR - 1
SÃO CRISTOVÃO - 5
IRAPUÁ I - 2
IRAPUÁ II - 1
MELADÃO - 1
MELADÃO - 1
CAJUEIRO II - 2
SAMBAIBA NOVA - 3
CURADOR - 1
LOC. L3 - 13
TABOCA - 1
SÃO BORJA - 8
PEDRO SIMPLICIO - 1
PAULO KALUME - 2
CENTRO - 1
CANOAS - 1
TIBERÃO - 1
A Prefeitura de Floriano continua a campanha “Covid mata e Dengue também”, ação desenvolvida pelas Secretarias de Saúde e Infraestrutura dentro do Projeto Floriano Limpa com as equipes de limpeza pública que estão atuando com várias frentes de trabalho distribuídas por vários bairros da cidade e os agentes de endemias. O objetivo da campanha é conscientizar a população de que ações simples fazem toda a diferença no combate ao mosquito Aedes aegypti.
Transmissão
O mosquito que transmite a Dengue, Zika e Chikungunya também é o principal responsável pela transmissão da febre amarela, por isso, é importante combatê-lo, evitando o acúmulo de água parada em recipientes como copos, pneus, tampinhas de garrafa ou vasos de plantas. Saiba mais sobre a transmissão da dengue.
Como combater o Aedes aegypti
Para combater o mosquito da dengue é importante evitar a existência de locais ou objetos, como tampas, pneus, vasos ou garrafas, que possam acumular água parada, facilitando o desenvolvimento do mosquito. Por isso é aconselhado:
- Manter a caixa de água fechada com a tampa;
- Limpar as calhas, removendo as folhas, galhos e outros objetos que possam impedir a passagem da água;
- Não deixar acumular água da chuva sobre a laje;
- Lavar semanalmente tanques utilizados para armazenar água com escova e sabão;
- Manter os tonéis e barris de água bem tampados;
- Encher os pratinhos dos vasos com areia;
- Lavar 1 vez por semana os vasos com plantas aquáticas, usando escova e sabão;
- Guardar as garrafas vazias de cabeça para baixo;
- Entregar os pneus velhos no serviço de limpeza urbana ou guardá-los sem água e abrigados da chuva;
Colocar o lixo em sacos fechados e fechar bem a lixeira.
Foi na manhã de hoje, 26, o sepultamento do corpo do empresário Juliano Caruaru, 49 anos, duas filhas. O filho do seu Guilherme Ramalho, empresário florianense, estava jogando bola com amigos em Guadalupe, quando infartou.
De acordo com informações do Guilherme Júnior, seu irmão, os amigos do futebol informaram que o Juliano, na partida de futebol, estava partindo para bater um pênalti quando caiu, foi socorrido pelos amigos que acionaram o SAMU, mas não houve jeito e ele entrou em óbito.
O corpo do Juliano foi velado por alguns momentos em Guadalupe, onde ele morava e, em seguida, foi trasladado para Floriano onde os familiares e amigos velaram por um deterninado tempo (noite de domingo e madrugada de segunda), mas o sepultamento foi num Cemitério em Barão de Grajaú-MA.