Mesmo com atraso na vacinação, por conta de ações da Saúde do estado, a cidade baronense está avançada no processo de vacinação.
As informações são do Felipe Mazzeo que trabalha na área da saúde como coordenador de uma das pastas.
De acordo ele, há pessoas que se recusaram a tomar as doses da vacina contra o novo coronavirus, ou seja, em toda a cidade cerca de 40 pessoas não quiseram tomar as doses, por tanto, estão mais suscetíveis a doença.
O agricultor Antônio Batista, 52 anos – que é morador da comunidade Lagoa Dantas, zona rural de Floriano-PI, permitiu que um amigo, da referida comunidade, gravasse um vídeo dele brincando com uma cobra coral.
O agricultor, que tem dois filhos, coloca o réptil na cabeça e brinca com o animal, sem receber nenhuma picada.
O que se tem de informações, são que após uns minutos se divertindo, o senhor coloca a cobra numa garrafa plástica e, depois coloca cachaça para depois de um determinado tempo ingerir a bebida alcoólica.
COBRAS CORAIS
As cobras-corais não dão "bote" e apresentam hábitos fossoriais, vivendo em sua maior parte escondidas embaixo de troncos e folhagem. A dentição é do tipo proteróglifa, característica que certamente as diferem das falsas-corais, que apresentam dentição opistóglifa ou áglifa. Existe um antigo ditado para distinguir corais-verdadeiras de corais-falsas: Vermelho com amarelo perto, fique esperto. Vermelho com preto ligado, pode ficar sossegado. O ditado está incorreto, dado que não existe um padrão de coloração exclusivo das corais-verdadeiras e muitas falsas-corais conseguem mimetizar perfeitamente um coral. A única forma de diferenciar os dois tipos de cobras é pela dentição.
Apresentam uma peçonha de baixo peso molecular que se espalha pelo organismo da vítima de forma muito rápida. A coral necessita ficar "grudada" para inocular a peçonha pelas pequenas presas. A cobra-coral é tão peçonhenta quanto uma naja. A sua peçonha é neurotóxica, ou seja, atinge o sistema nervoso, causando dormência na área da picada, problemas respiratórios (sobretudo no diafragma) e caimento das pálpebras, podendo levar uma pessoa adulta ao óbito em poucas horas. O tratamento é feito com o soro antielapídico.
As corais são noturnas e vivem sob folhas, galhos, pedras, buracos ou dentro de troncos em decomposição. Para se defender, geralmente levantam a sua cauda, enganando o ameaçador com sua forte coloração. As atividades diurnas estão ligadas às buscas para reprodução e maior necessidade de aquecimento que as fêmeas grávidas apresentam. Após o acasalamento, a fêmea põe de 3 a 18 ovos, que em condições propícias abrem após 90 dias aproximadamente. Dada a capacidade de armazenar o esperma do macho, a fêmea pode realizar várias posturas antes de uma nova cópula.
Os acidentes ocorrem com pessoas que não tomam as devidas precauções ao transitar pelos locais que possuem serpentes. Ao se sentir acuada ou ser atacada, a cobra-coral rapidamente contra-ataca, por isso recomenda-se o uso de botas de borracha cano alto, calça comprida e luvas de couro, bem como evitar colocar a mão em buracos, fendas, etc. A pessoa acidentada deve ser levada imediatamente ao médico ou posto de saúde, procurando-se, se possível, capturar a cobra ainda viva. Deve-se evitar que a pessoa se locomova ou faça esforços, para que o veneno não se espalhe mais rápido no corpo. Deve-se também evitar técnicas como abrir a ferida para retirar o veneno, chupar o sangue, isolar a área atingida, fazer torniquetes, etc., sendo o soro a melhor opção.
A Sala de Imprensa da Santa Sé publicou na manhã desta segunda-feira, 27, o telegrama de condolências enviado pelo Papa Francisco pela morte do cardeal emérito de Brasília e ex-Arcebispo de Teresina, Dom José Freire Falcão, ocorrido na noite de 26 de setembro.
O telegrama foi enviado ao Arcebispo de Brasília Dom Paulo Cezar Costa no qual o Santo Padre manifesta seu “pesar pela notícia do falecimento do Cardeal José Freire Falcão” e continua “desejo expressar minha união em oração com a arquidiocese de Brasília, a família do defunto e quantos choram a sua morte”.
O Papa ainda acrescenta: “Confio à misericórdia de Deus o amado Cardeal, recordando-me da sua preciosa colaboração nos diferentes organismos da Santa Sé e dos meus encontros com este pastor apaixonado pela evangelização. Ele era solícito em colocar os dons recebidos do Senhor ao serviço do Povo de Deus e dos seus irmãos Bispos sobretudo nos anos que o viram presidente da Conferência Episcopal”. “Dou graças ao Pai do Céu pelo seu ministério episcopal em que ele se prodigalizou com generosidade conduzindo pelos caminhos do Evangelho o povo que lhe fora confiado, com o mesmo zelo com que realizara os seus serviços precedentes”.
"Enquanto confio à materna proteção da Virgem Maria os seus doridos bem como o Senhor Arcebispo, quantos o coadjuvam no seu ministério e todos os fiéis da Arquidiocese, de coração lhes concedo extensiva aos participantes nas exéquias confortadora Bênção Apostólica”.
Com informações do Vatican News.
Fotos: Handout / Vatican Media / AFP) e reprodução