• prefeutura-de-barao.jpg
  • roma.png
  • vamol.jpg

O início da Copa do Mundo, na quinta-feira, acelerou a contagem regressiva para a estreia do Brasil, no domingo, em Rostov-on-Don, diante da Suíça. A partida será disputada no 28º dia desde a apresentação do grupo de jogadores convocados por Tite, em preparação iniciada em Teresópolis (RJ), na Granja Comary, em 21 de maio.

willian

Desde então, a seleção brasileira passou por Londres, além de Liverpool, onde venceu a Croácia por 2 a 0, e Viena, onde derrotou a Áustria por 3 a 0, até chegar a Sochi, palco final da preparação do Brasil para a Copa. E o meia-atacante Willian exaltou o trabalho que vem sendo realizando pela equipe na preparação para o torneio na Rússia.

"Estamos prontos para estrear no domingo, temos trabalhado muito bem nas últimas semanas e o que a gente mais deseja é começar muito bem e com uma grande vitória", afirmou Willian, em entrevista à CBF TV. O jogador do Chelsea está em sua segunda Copa do Mundo, mas na anterior, a de 2014, no Brasil, só foi titular na derrota por 3 a 0 para a Holanda, na disputa do terceiro lugar.

TODO MUNDO DE OLHO

Enquanto os olhos do mundo do futebol se voltavam ao Estádio Luzhniki na última quinta-feira, onde a Rússia abriu a Copa do Mundo com uma expressiva vitória por 5 a 0 sobre a Arábia Saudita, a seleção brasileira treinava em Sochi para encarar a Suíça, com um treino coletivo em campo reduzido, fechado à imprensa.

A situação foi encarada com naturalidade por Willian. Ele também assegurou que depois acompanharia os lances da expressiva goleada dos donos da casa.

"É um privilégio poder estar aqui para mais uma Copa do Mundo com a seleção brasileira. Infelizmente não vimos o jogo de abertura por um motivo muito bom que é o treino. Vamos conseguir ver a reprise da abertura depois. É muito bom estar aqui, celebrar esse momento", concluiu o titular de Tite.

 

Agência Estado

Foi no sufoco, sofrido, mas o Uruguai largou com vitória na Copa do Mundo de 2018. Mesmo com o craque Salah poupado pelo Egito, a seleção celeste encontrou muita dificuldade ao longo do jogo para chegar ao gol. Suárez perdeu três grandes chances, o time esbarrou na ótima atuação do goleiro El Shenawy, mas José Giménez, de cabeça, garantiu a vitória aos 44 minutos do segundo tempo. Alívio com a vitória, que deixa os uruguaios em boa condição para buscar a classificação à segunda fase.uru

CRAQUE NO BANCO

Ovacionado pelo público na entrada da equipe para o aquecimento, Mohamed Salah acabou ficando no banco de reservas durante os 90 minutos da partida contra o Uruguai. Voltando de lesão, o atacante do Liverpool foi poupado pelo técnico Héctor Cúper de olho na sequência da Copa do Mundo.

Salah no banco de reservas

SUÁREZ FICA NO "QUASE"

Quem teve as melhores chances do Uruguai ao longo do jogo foi Luis Suárez. No primeiro tempo, o atacante chutou para fora uma bola na pequena área. Na segunda etapa, foram dois lances cara a cara com o goleiro desperdiçados. Quase que a má atuação do jogador do Barcelona custa caro à equipe celeste.

FIM DO JEJUM

Desde 1970, o Uruguai não vencia na partida de estreia de uma Copa do Mundo. Até aqui foram seis mundiais (1974, 1986, 1990, 2002, 2010 e 2014) disputados sem conseguir um triunfo no primeiro jogo. O gol de José Giménez contra o Egito colocou fim à "maldição" celeste.

MELHOR EM CAMPO - EL SHENAWY (EGITO)

Apesar da derrota, El Shenawy foi o grande nome do jogo. O goleiro egípcio fez ao menos três grandes defesas - duas em lances com Suárez e outra em chute de Cavani - e garantia o placar em branco até os 44 do segundo tempo. Por isso, a Fifa elegeu o arqueiro o melhor em campo na partida.

 

Globoesporte

Foto: REUTERS/Andrew Couldridge

braOs uniformes da seleção brasileira para a fase de grupos da Copa do Mundo já estão definidos. A estreia, contra os suíços, será com a tradicional camisa amarela, além do calção azul e das meias brancas. A Suíça também entra em campo também com a vestimenta usual: vermelho na camisa e nas meias, com calção branco.

Na partida contra a Costa Rica, a segunda da competição, o Brasil vai usar o uniforme todo azul. Por sua vez, os costarriquenhos entram de branco na partida. No último jogo, contra a Sérvia, a Seleção volta a usar o primeiro uniforme - os sérvios jogam de vermelho. A combinação de cores usada pelo goleiro Alisson será toda verde nos três confrontos.

Com o uniforme amarelo na primeira partida, o Brasil mantém uma tradição que vem desde a Copa de 1954. Foi naquele Mundial que a Seleção adotou a amarelinha como equipamento principal e, a partir daí, sempre utilizou essa camisa nos jogos de estreia. Antes, o branco e o azul haviam sido usados.

Além disso, a combinação com calções azuis e meias brancas só não esteve presente nas estreias em duas ocasiões desde 1954: em 1986, o Brasil encarou a Espanha com o calção branco. Diante da Croácia, em 2006, foi o meião que mudou de cor e passou a ser azul.

O uso da camisa azul contra a Costa Rica também representa um marco: a Seleção não usou o segundo uniforme na Copa de 2014. A última vez que a equipe brasileira entrou em campo vestindo a camisa "alternativa" foi em 2010, na derrota por 2 a 1 para a Holanda, que eliminou o Brasil daquele torneio.

Quando o assunto é fase de grupos, a camisa azul é ainda menos recorrente. A Seleção entrou com o segundo uniforme pela última vez nessa altura da competição em 1994, contra a Suécia - país que também usa a camisa amarela como principal.

 

GE

Sem títuloPhilippe Coutinho, Willian, Neymar e Gabriel Jesus compõem o quarteto ofensivo da Seleção Brasileira, que conta com apenas um volante de mais pegada - Casemiro. A escalação da equipe nacional para a estreia na Copa do Mundo indica a necessidade de os atacantes exercerem função dupla, também ajudando na marcação no duelo de domingo com a Suíça, em Rostov, e na sequência da competição. A situação é encarada com naturalidade pelo atacante do Manchester City.

"Faço isso desde quando subi para o profissional, quando jogava de ponta esquerda, sempre voltava para contribuir com o lateral, me dedicando e ajudando a equipe. Sempre vou fazer isso, até onde meu corpo deixar, por muitos anos ainda", afirmou Gabriel Jesus.

 

Ele também apontou que da ação defensiva de um atacante pode surgir um gol do Brasil.

"Uma roubada de bola e a pressão contam muito para que o time possa retomar a posse, iniciar o contra-ataque e fazer um gol. Acredito muito nisso. A seleção vem mostrando que podemos jogar não só com a bola, mas sem a bola também, sermos eficientes, ajudando ao máximo", acrescentou o atacante em entrevista coletiva nesta quinta-feira em Sochi, palco da fase final de preparação do Brasil para a Copa.

 

Mas mais do que ajudar na marcação, o quarteto ofensivo do Brasil tem a necessidade de liderar a equipe e conduzi-la ao sexto título mundial. Gabriel Jesus sabe que a responsabilidade de gols passa por ele, Neymar, Willian e Coutinho, mas rejeita que a equipe seja dependente deles para conquistar as vitórias.

"O coletivo do Brasil é muito forte. A gente vem jogando e mostrando que mesmo quem tem entrado ajuda. O nível continua o mesmo com as trocas, ou até mais alto. Para a bola chegar limpa nos atacantes, lá atrás o passe tem que ser bom", comentou Gabriel Jesus, artilheiro do Brasil sob o comando de Tite, com dez gols.

ALÔ, MÃE!

Além disso, Gabriel Jesus apontou que o título pode colocar o seu nome e o dos companheiros na história da Seleção Brasileira, algo que ele admite almejar.

"Quero colocar meu nome na história do Brasil, sem apagar o dos outros. Temos que conhecer nossos ídolos, exaltar os que fizeram história e ganharam muito com a camisa da seleção", concluiu o atacante de apenas 21 anos.

 

Agência Estado