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Chamado para os amistosos contra Árabia Saudita e Argentina, nos dias 12 e 16 de outubro, o atacante Everton, do Grêmio, enfrenta o Atlético Tucumán nesta noite de terça-feira. Se é nome em ascensão na lista de Tite - foi o único jogador de time brasileiro convocado -, ele também é fundamental na equipe de Renato Gaúcho e motivou apelo da diretoria gremista pela sua desconvocação. A CBF prepara a desconvocação do atleta. A tendência é pela divulgalção do corte do atacante após o jogo desta noite pela Libertadores da América.

Caso viaje para os amistosos, Everton ficaria fora de partida que impacta direto na disputa pelo título brasileiro. Hoje, o Grêmio está a três pontos do Palmeiras, líder da competição, a quem enfrenta no dia 14 - em São Paulo, partida marcada para o Pacaembu. Se não for desconvocado, o atacante de 22 anos seria desfalque certo no time de Renato Gaúcho.

O presidente do Grêmio, Romildo Bozan, foi à CBF na semana passada e aproveitou para conversar sobre o assunto na sede da entidade. A repercussão negativa em Porto Alegre, pelo desfalque gremista, sensibilizou a comissão técnica da Seleção, apesar de Everton ser nome visto cada dia com mais carinho por Tite.

Na última convocação, Tite e companhia já sofreram diversas críticas com convocações de jogadores de Lucas Paquetá, do Flamengo, Dedé, do Cruzeiro, e Fagner, do Corinthians, envolvidos nas semifinais da Copa do Brasil. O corintiano terminou cortado por lesão. Apenas o Palmeiras, entre os concorrentes pelo título da Copa do Brasil, não teve jogador convocado.

Contra a Arábia Saudita, sem Douglas Costa, havia boas chances de Everton ser testado no ataque. Diante da Argentina, o técnico da Seleção deve ir a campo com força máxima. Everton atuou 45 minutos em dois amistosos pela Seleção - nos 2 a 0 sobre os EUA e 5 a 0 contra El Salvador, em setembro.

 

GE

No final de semana dezenas de capoeiristas, pessoas de  todas a idades e de ambos os sexos, se reuniram num evento esportivo com participação de visitantes em Floriano.

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O evento estava sendo promovido pela Associação de Capoeira Beira-mar, entidade que vem sendo presida pelo capoeirista e mestre Traíra que é fundador e presidente da referida associação.

Durante o final de semana houve um curso com o mestre Canseira, de São Paulo, e ainda palestras com monitores que vieram de Teresina, Capital do Piauí,  e batizados de novos membros na capoeira.

Cerca de 24 crianças fizeram a troca de corda, mas houve outras ações envolvendo adultos.  Além dos praticantes estavam presentes dezenas de curiosos e amantes desse tipo de esporte.

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Da redação

fluO Fluminense virou a chave do Campeonato Brasileiro e o foco agora é a Copa Sul-Americana. Na quinta-feira tem o jogo de volta das oitavas de final do torneio continental, às 19h30(de Brasília), contra o Deportivo Cuenca no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ). O Tricolor ganhou na ida, no Equador, por 2 a 0 e agora pode até mesmo perder por um gol de diferença que vai se classificar. Esta vantagem, porém, foi minimizada pelos brasileiros.

Na visão do técnico Marcelo Oliveira, o Fluminense não pode acreditar que a classificação está assegurada. “Nós sabemos que conseguimos um bom resultado na ida, mas ainda tem muita coisa para acontecer e por isso mesmo precisamos estar atentos durante os noventa minutos para não nos complicarmos. O bom resultado no primeiuro jogo dá sim uma tranquilidade, mas apenas para que o nosso jogo possa fluir. A classificação ainda não está assegurada e tem,os que brigar muito por ela”, disse o comandante.

O volante Dodi espera contar com o apoio dos torcedores. “A vantagem no jogo de ida é muito boa e disso nós não temos a menor dúvida. Porém, ainda não tem nada ganho e vamos precisar nos esforçar muito para confirmarmos a vaga para as quartas de final. A Copa Sul-Americana não apresenta jogos tranquilos”.

A nossa expectativa é ver o Maracanã lotado, pois todo jogador gosta de atuar nestas condições e sabemos que a torcida do Fluminense pode ter um peso muito importante quando apoia o time. O jogo não vai ser tranquilo, mas seremos mais fortes com o torcedor ao nosso lado apoiando ao longo dos noventa minutos”, analisou Dodi em entrevista à “Rádio Brasil” do Rio de Janeiro.

O elenco do Fluminense faz o último treino nesta quarta-feira à tarde, quando Marcelo Oliveira vai definir a escalação que vai duelar com os equatorianos. Em seguida, começa o período de concentração para a partida.

Fora de campo o clube está muito perto de acertar a negociação do atacante João Pedro, considerado um dos principais jogadores do time sub-17, para o Watford da Inglaterra. A Federação Inglesa (FA) aceitou o modelo de negócio proposto pelos clubes e o atleta vem realizando exames médicos.

 

gazeta

Foto: Mailson Santana/Fluminense FC

vascO Vasco deixou a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro na conclusão da 27ª rodada, mas não da forma como desejava. Nesta segunda-feira, no Durival de Britto, em uma partida de muita luta, erros e chances perdidas, o time apenas empatou por 1 a 1 com o lanterna Paraná e terminou o duelo com apenas dez jogadores em campo por causa da expulsão de Leandro Castán no começo da etapa final.

A igualdade levou o Vasco aos 30 pontos, na 16ª posição, com um de vantagem para o Vitória, que agora figura na zona de rebaixamento. O time carioca está há quatro jogos invictos no Brasileirão, mas empatou em três desses compromissos, todos por 1 a 1.

Já o Paraná não vence pelo Nacional desde 22 de julho, sendo que o seu jejum chegou ao 13º compromisso. Assim, está cada vez mais próximo do rebaixamento, na lanterna do Brasileirão, com 17 pontos e a 13 do Vasco.

TREM BALA BUSCOU!

A tentativa do Vasco de aproveitar a fragilidade do Paraná para voltar a vencer no Brasileirão sofreu um revés logo na primeira ação ofensiva perigosa do adversário. Aos oito minutos, o pior ataque do Brasileirão marcou pela 12ª vez em 27 jogo ao contar com a sorte. Alex Santana arriscou de longe, a bola desviou em Leandro Castán e impediu qualquer ação de Martín Silva.

O gol forçou o Vasco que teve Giovanni Augusto, Bruno Cosendey e Rafael Galhardo como novidades, a se reorganizar. O time, porém, exibia nervosismo e pouco acionava Giovanni Augusto, escalado por Alberto Valentim para ser o principal responsável pela criação das jogadas. E passou a fazer um jogo franco com o Paraná, com muitos erros técnicos, mas também de várias oportunidades.

O Vasco cresceu na partida quando passou a acionar Maxi López na grande área. O argentino fazia jogadas típicas de pivô e conseguia vencer os duelos com os seus marcadores, criando várias chances de gol. Só que aí o time falhava nas finalizações. Foi assim em um chute de Giovanni Augusto que parou em Richard e também em chute do próprio Maxi que foi para fora.

Mas quando tudo indicava que o Paraná iria ao intervalo em vantagem, o Vasco arrancou o empate. Aos 49, o argentino converteu pênalti sofrido por Ramon no minuto anterior ao ser derrubado por Deivid.

FICOU ASSIM...

Com a necessidade de vitória, Valentim abriu o Vasco na etapa final ao colocar o atacante Kelvin em campo e recuar Yago Pikachu para a lateral. Só que não deu certo. E não só porque o Paraná aproveitou os espaços para criar chances de gol, mas também em função da expulsão de Leandro Castán, que era o último jogador vascaíno antes do goleiro Martín Silva e derrubou Ortigoza aos 11 minutos.

 

Agência Estado