• prefeutura-de-barao.jpg
  • roma.png
  • vamol.jpg

No primeiro duelo entre dois times brasileiros na Libertadoresde 2025, Bahia e Internacional ficaram no empate por 1 a 1, na Arena Fonte Nova, em Salvador, em duelo válido pela primeira rodada do Grupo F da fase de grupos. Jean Lucas, autor do gol da classificação do time baiano para essa fase, abriu o placar, mas Enner Valencia minutos depois deixou tudo igual.

bahiainter

Com o resultado, as duas equipes somam o primeiro ponto no Grupo F, que é tido como ‘o grupo da morte’ nesta primeira fase. O Atlético Nacional, da Colômbia, é lider com três após vencer o Nacional, do Uruguai, por 3 a 0, no jogo de estreia.

O primeiro tempo foi movimentado desde o início e jogando em casa, o Bahia dominou as primeiras ações do jogo. A primeira boa chance veio logo aos seis minutos, quando Lucho Rodríguez arriscou de fora da área, a bola desviou na zaga e mesmo assim, Anthoni foi buscar no cantinho. A resposta do Internacional não demorou para acontecer.

Aos 12, depois de uma saída de bola errada do Bahia, Vitinho ficou com ela e bateu cruzado, mas Ronaldo conseguiu fazer a defesa no puro reflexo. Nos minutos finais, o time da casa seguiu em cima, mas o duelo foi mesmo para o intervalo com o empate sem gols.

Na volta do intervalo, tudo mudou. Depois dos dois técnicos fazerem mudanças em ambos os times, o Bahia conseguiu chegar ao gol depois de muito tentar. Aos 27, Erick Pulga avança pela direita e encontrou Jean Lucas, na entrada da área, que chegou batendo de primeira, no cantinho, sem chances para o adversário.

Mas, o Internacional não desistiu e conseguiu empatar aos 38 minutos, Aguirra arriscou um chute pelo lado direito e Ronaldo fez a defesa, mas soltou nos pés de Enner Valencia, que só teve o trabalho de empurrar para o gol. A partir daí, o Bahia seguiu tentando de tudo para sair com a vitória, mas sem sucesso e por isso, o duelo terminou com o placar de 1 a 1.

futebol interior

O Flamengo teve uma atuação decepcionante, mas obteve sua primeira vitória na Copa Libertadores, ao derrotar, nesta quinta-feira, o Deportivo Táchira, por 1 a 0, em San Cristóbal, na Venezuela. Juninho marcou o gol da vitória.

flavenc

Com o resultado, o time rubro-negro lidera o Grupo C, com três pontos, à frente de LDU e Central Córdoba, com um ponto cada. Os venezuelanos ainda não somaram ponto.

O Flamengo tomou a iniciativa da partida como se estivesse no Maracanã. O problema é que o time rubro-negro pouco produziu nos primeiros 15 minutos, apenas uma finalização de Luiz Araújo.

Aos poucos, o Deportivo Táchira, empurrado por uma entusiasmada e barulhenta torcida, buscou um toque de bola mais rápido e passou a ocupar mais o campo de ataque.

Aos 18 minutos, Bruno Henrique surgiu na grande área, trombou com o goleiro Jesús Camargo, a bola sobrou para o atacante do Flamengo, que finalizou para nova intervenção do arqueiro.

Aos poucos a intensidade do Flamengo foi diminuindo, enquanto o Táchira ganhou confiança para buscar jogadas no ataque. Mas a bola ficou concentrada nas duas intermediárias, sem oportunidades criadas pelos ataques.

Sem poder de infiltração, o Flamengo passou a arriscar chutes de longe. Bruno Henrique e Michael tentaram, mas foram mal na execução. Aos 35, Pulgar cobrou mal uma falta da intermediária.

Os últimos minutos do primeiro tempo foram sonolentos, com o Flamengo sentindo muito a falta de Arrascaeta (machucado) na armação das jogadas. Os times foram para o vestiário com o placar inalterado.

DEU MENGÃO O Flamengo voltou para o segundo tempo com o mesmo problema. Ficou com a bola, mas sem saber o que fazer com ela. Aos dez minutos, Filipe Luis colocou Juninho, Allan e Alex Sandro. E só precisou de dois minutos para dar certo. Alex Sandro lançou Everton, que cruzou da esquerda. Bruno Henrique desviou e Juninho abriu o placar.

Em desvantagem no placar, o Táchira adiantou a marcação, dando mais espaço para o Flamengo, que, por sua vez, não soube aproveitar para criar jogadas. O jogo do Flamengo se arrastou até o final e quase foi castigado no acréscimo quando Balza teve duas grandes chances de empatar, mas desperdiçou.

Futebol interior

Foto: Flamengo

Deportivo Táchira e Flamengo estreiam na Conmebol Libertadores nesta quinta-feira, na primeira rodada do Grupo C. As equipes se enfrentam às 21h30 (de Brasília), no Estádio Polideportivo de Pueblo Nuevo, em San Cristóbal, na Venezuela.

desportivo

O Deportivo Táchira conseguiu a classificação para a Libertadores por ter sido campeão venezuelano no ano passado. Na atual edição do torneio, o time divide a liderança com outras três equipes, todas com 18 pontos em nove jogos: Deportivo La Guaira, UCV e Carabobo. O adversário do Flamengo vem de vitória sobre o Estudiantes de Mérida na sexta-feira da semana passada.

Campeão da Supercopa do Brasil e do Campeonato Carioca em 2025, o Flamengo inicia a Libertadores defendendo um retrospecto favorável de nunca ter perdido na Venezuela. O desafio de Filipe Luís é superar os desfalques: cinco jogadores, sendo quatro deles titulares, não viajaram com a delegação por causa de problemas físicos/musculares.

Deportivo Táchira - Técnico: Pérez Greco O Deportivo Táchira não tem jogadores conhecidos em seu elenco, mas o técnico Edgar Pérez Greco terá à disposição os principais nomes para a estreia na Libertadores. Entre eles o zagueiro Carlos Vivas, da seleção venezuelana, o meia Maurice Cova, com passagem pelo futebol mexicano; e o atacante argentino Lucas Cano, autor de 16 gols em 2024 pelo Huancayo, do Peru.

Flamengo - Técnico: Filipe Luís Ao menos uma alteração já é certa: sem Wesley, o técnico vai escalar Varela. O restante da escalação deve ser parecida com a que empatou com o Inter no último sábado. Porém, Filipe Luís não montou time no último treino no Ninho do Urubu e vai definir a escalação só nesta quinta-feira. Como a viagem é casada, os jogadores voltarão direto para Salvador onde enfrentam o Vitória domingo, não está descartada a possibilidade de preservar algumas peças. Cenário em que alguns nomes correm por fora, como por exemplo Ayrton Lucas, Allan e Cebolinha.

GE

Foto: Reprodução

Renato Gaúcho é o novo técnico do Fluminense. Autor do gol do histórico gol de barriga contra o Flamengo, que deu o título carioca ao Flu em 1995, no centenário do rival, o ex-jogador vai comandar o Flu pela sétima vez na carreira.

renatogauchoflu

O clube e o técnico alinham os últimos detalhes para anúncio. As partes já entraram em acordo em relação ao salário. A reunião desta quinta será para definir o tempo de contrato, mas o acordo é dado como certo. A tendência é que o vínculo seja até o fim do ano com cláusula de renovação. Alexandre Mendes e Marcelo Salles serão os auxiliares que chegam junto com o técnico.

Como jogador, Renato entrou para a história do Fluminense em 1995 ao desbancar o Flamengo de Romário no ano do centenário rubro-negro. O gol de barriga aconteceu no dia 25 de junho de 1995, no Maracanã, para um público de mais de 120 mil pessoas.

Aos 41 minutos do segundo tempo, aconteceu a cena que imortalizaria Renato no Fluminense. Aílton recebeu pela direita, driblou Charles Guerreiro e soltou uma bomba, cruzada, à meia-altura. Na área, a bola encontrou Renato Gaúcho, que, de barriga empurrou para a rede antes de explodir em comemoração.

A última vez que Renato Gaúcho tinha comandado o Flu foi na temporada de 2014, quando permaneceu por apenas três meses. Com o clube, ele conquistou o título da Copa do Brasil de 2007 e também foi vice-campeão da Conmebol Libertadores em 2008.

A ideia do Tricolor é ter Renato Gaúcho já na partida contra o Bragantino, na segunda rodada do Campeonato Brasileiro, que acontece no próximo domingo, às 16h, no Maracanã.

A escolha por Renato Gaúcho aconteceu após a recusa de Gabriel Milito. O técnico ex-Atlético-MG foi procurado anteriormente pela diretoria tricolor, mas alegou "questões familiares" e não aceitou a proposta.

GE

Foto: Marcos Ribolli