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Em coletiva de imprensa realizada neste início de tarde de terça-feira no Chile, o presidente da federação chilena de futebol (ANFP), Sebastián Moreno, reforçou a determinação para receber a final de 23 de novembro, entre Flamengo e River Plate, no Estádio Nacional. Disse que mantém contato permanente com as autoridades do governo e de segurança e que passa informes a todo momento aos dirigentes da Conmebol. Inclusive, uma diligência da entidade sul-americana está em Santiago para verificar as condições para a partida.

A ANFP suspendeu as atividades por período indeterminado. As atividades do futebol local estão suspensas até o fim de semana pelo menos. Há expectativa de que na próxima semana, caso os protestos diminuam, o futebol volte ao calendário do país. Mas Moreno faz alerta:

- Entendemos que fazemos parte da engrenagem social do nosso país. Estamos dentro dessa realidade.O Chile está por cima da realidade do futebol nesse momento, também avançamos pela decisão de suspender esta rodada. Quando tivemos condições de retomar as atividades o faremos. Nossa ideia é retornar o futebol, mas não tem futebol a qualquer preço, a qualquer custo. Existem razões mais que consideráveis para o adiamento - disse o presidente da federação chilena, defendendo a segurança dos torcedores, dos atletas e de todos os envolvidos nas partidas.
Há indefinição também para jogo da seleção chilena, previamente marcado para Concepción, fora de Santiago, no dia 15 de novembro. Moreno disse que está em contato com a federação boliviana também para se certificar da realização desta partida. Assim como os torneios nacionais - em fases finais, como a Copa Chile.

- A Conmebol está sendo informada do que se passa no Chile. O presidente Alejandro Dominguez ratificou que Santiago vai receber a final e é muito importante que se realize esse jogo. Mas temos que levar em conta a realidade nacional. Há um compromisso de que se jogue a final no Chile. Mas tem que ser realista. Todos esperamos a normalização. Mas insisto: há uma realidade nacional que é mais importante que o futebol nesse momento.

 

GE

brunoA péssima campanha feita pela Chapecoense na disputa do Brasileirão não tem impedido que algumas peças do elenco se destaquem. É o caso do lateral-esquerdo Bruno Pacheco, que está na mira do Atlético Mineiro, conforme informação do repórter Mateus Montemezzo, da Rádio Oeste Capital de Chapecó.


O jogador de 27 anos é um velho conhecido de Rui Costa, diretor de futebol do Galo. Quando a Chape contratou o atleta, no final de 2017, o homem forte do futebol na equipe catarinense era o mesmo Rui Costa.
Titular absoluto, Bruno Pacheco jogou 85 partidas com a camisa da Chapecoense, 46 delas na atual temporada. O contrato dele com o clube é válido até 2021.


Revelado pela Ferroviária, o lateral rodou por alguns times do futebol paulista, como Inter deLimeira, São Bento, Guarani e Bragantino. Ele ainda tem passagens por Ivinhema, Patinga, Vitória da Conquista e Atlético Goianiense.

 

futebolinterior

Foto: Márcio Cunha/AD Chapecoense

 

renfelipA declaração de Gustavo Alfaro, treinador do Boca Juniors, afirmando que deixará o comando do time ao fim da Superliga Argentina, pegou todos de supresa na equipe. Nem jogadores nem diretoria esperavam isso. O anúncio foi feito após a eliminação do clube na Copa Libertadores e fez com que o clube já começasse algumas sondagens sobre o futuro treinador.


Entre as opções estão dois brasileiros: Felipão e Renato Portaluppi. Segundo Leandro Contento, do diário Olé, os dois brasileiros são vistos com bons olhos pelo clube. O ex-treinador do Palmeiras "sempre esteve na mira" e o treinador do Grêmio, com seu "grande trabalho, tão pouco fica atrás", diz a publicação.

Outros estrangeiros cogitados seriam o colombiano Reinaldo Rueda (treinador da seleção chilena), o peruano Ñol Solano (ex-jogador do Boca e auxiliar de Ricardo Gareca no Peru) e o português José Mourinho. A ideia de ter o ex-treinador do Manchester United é tida como "a mais louca" dentro do clube.

A escolha por um treinador de fora da Argentina se dá pela falta de opções do mercado local. Todos os possíveis alvos do Boca já estão empregados: Gabriel Heinze renovou há pouco com o Vélez; Maradona está "comprometido até a morte" com o Gimnasia; Gareca não parece estar disposto a sair da seleção peruana; Tata Martino também não tem interesse em deixar a seleção mexicana; Martín Palermo, um dos maiores ídolos do clube, está fechado com o Pachuca, do México.

Mas dois problemas afastam os treinadores não-argentinos do Boca. O primeiro é o financeiro. A situação econômica no país não favorece, principalmente pela disparidade entre o peso e o dólar. O segundo motivo é que dos últimos nove treinadores estrangeiros, apenas um deu certo: Óscar Tabárez, atual treinador do Uruguai.

 

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jorjesusPor conta da comemoração de Gabriel Barbosa com a famosa plaquinha "Hoje tem gol do Gabigol", na vitória por 5 a 0 sobre o Grêmio, na Libertadores, o Flamengo foi denunciado pela Unidade Disciplinar da Conmebol. De acordo com o regulamento da competição, o clube é responsabilizado por episódios como este, e o atacante não corre risco de punição.

A informação foi publicada pelo jornal "O Globo". Classificado para a decisão da Libertadores, o Flamengo enfrenta o River Plate, da Argentina, no dia 23 de novembro, em final única a ser disputada em Santiago, no Chile. O clube tem até sexta-feira para enviar sua defesa à Conmebol.

A comemoração de Gabigol foi relatada em súmula e no relatório do delegado da partida, chegando, assim, ao Tribunal Disciplinar. O Flamengo foi denunciado no Artigo 67 do regulamento da Libertadores, que diz ser proibido "exibição de mensagens políticas, religiosas, comerciais, pessoais ou slogans em qualquer idioma ou forma por jogador ou oficial no uniforme, camiseta sob o uniforme, equipamento e inclusive no corpo" durante o jogo ou em qualquer atividade relativa ao jogo.

A punição prevista é de multa de, no mínimo, 5 mil dólares - cerca de R$ 20 mil - e, em caso de reincidência ou subsequentes infrações, poderão ser impostas sanções adicionais.

MISTER PODE SER PUNIDO

​Se Gabigol não corre o risco de perder a final, a situação de Jorge Jesus é diferente. O técnico foi denunciado pela Conmebol e terá de responder pelo atraso de dois minutos na volta do intervalo do Flamengo no jogo contra o Grêmio.

Segundo o regulamento da Libertadores, o treinador é o responsável por responder pela demora, além de prever suspensão de uma partida ao técnico na primeira infração desta natureza, embora Jorge Jesus não ter sido citado na denúncia, apenas o clube da Gávea, segundo o "Uol".

 

Lançe

Foto: AFP