No sábado, 10, véspera do Dia das Maes, as mulheres mães que trabalham na Vamol, loja matriz do Grupo Vamol que tem sede em Floriano-PI, foram recepcionadas para mais um dia de ação com um café da manhã.
Tudo foi preparado pelo gerente Genilson com apoio de outros colaboradores e apoio de algumas mulheres que não são mães, mas também por algumas que já cumprem esse ofício.
Tudo foi preparado pelo gerente Genilson com apoio de outros colaboradores e apoio de algumas mulheres que não são mães, mas também por algumas que já cumprem esse ofício.
Durante as homenagens, houve quem se manifestasse para falar desse ser tão importante no seio da sociedade e da família.
Exame realizado neste domingo constatou lesão no músculo posterior da coxa direita de Erick Pulgar, que vai desfalcar o Flamengo nesta quinta-feira contra a LDU, no Maracanã.
O problema também tira de ação o jogador diante do Botafogo, no clássico pelo Brasileiro domingo.
O volante chileno tentará retornar para a última rodada da Libertadores, no dia 28, diante do Deportivo Táchira, também no Rio, mas ainda assim é dúvida para o compromisso decisivo.
A ideia é que Pulgar não force o retorno para que não comprometa a participação no Mundial de Clubes a partir de junho.
O Flamengo informou, depois da publicação, as lesões de Erick Pulgar e também Allan, outra baixa na equipe para os próximos jogos.
"Exame de imagem realizado no domingo (11), após substituição no primeiro tempo de Flamengo x Bahia no dia anterior, constatou uma pequena lesão no músculo posterior da coxa direita nos dois atletas. Ambos iniciaram tratamento com o Departamento Médico do clube já no sábado (10)."
Com quatro partidas disputadas neste domingo (11), a oitava rodada do Campeonato Brasileiro ganhou novos contornos na parte de cima e de baixo da tabela. O destaque do dia ficou por conta da vitória do Palmeiras sobre o São Paulo por 1 a 0, na Arena Barueri, com gol de Vitor Roque nos acréscimos. O resultado manteve o time alviverde na liderança isolada, com 19 pontos, e derrubou os tricolores para o 15º lugar, perigosamente próximos da zona de rebaixamento.
Mais cedo, o Cruzeiro passeou na Ilha do Retiro e goleou o Sport por 4 a 0, resultado que afundou ainda mais os pernambucanos na lanterna do campeonato, com apenas dois pontos somados. Matheus Pereira foi o nome da partida, com dois gols e participação decisiva na construção da vitória que colocou a equipe mineira no G4, com 16 pontos.
No duelo entre Atlético-MG e Fluminense, emoção não faltou. O time mineiro levou a melhor no Estádio Arena MRV ao vencer por 3 a 2, em partida movimentada e cheia de alternativas. Com o resultado, o Galo chegou a 12 pontos e subiu para a sexta colocação, ultrapassando o próprio Fluminense, que estacionou nos 13.
Fechando a programação dominical, o Botafogo confirmou a boa fase e venceu o Internacional por 4 a 0 no Nilton Santos. A equipe carioca chegou aos 11 pontos e aparece na oitava posição, enquanto os gaúchos, que seguem sem vencer fora de casa, caíram para o 13º lugar, com oito pontos.
A rodada será encerrada nesta segunda-feira (12), com o confronto entre Santos e Ceará, na Vila Belmiro. Enquanto o Peixe tenta sair da vice-lanterna, o time cearense busca se reaproximar do G6.
A Confederação Brasileira de Futebol oficializou nesta segunda-feira o que há meses era tratado como quase certo: Carlo Ancelotti será o novo técnico da Seleção Brasileira até a Copa do Mundo de 2026. O treinador italiano, multicampeão na Europa, assume a equipe para os próximos jogos das Eliminatórias, contra Equador e Paraguai, no mês que vem. A nomeação encerra uma longa novela e escancara mais uma vez a aposta da CBF em prestígio internacional como solução para problemas internos que a própria entidade se recusa a enfrentar.
Ancelotti, de fato, tem currículo. É o maior campeão da história da Champions League, com cinco conquistas – duas como jogador e três como treinador. Foi campeão nas cinco principais ligas europeias (Inglaterra, Itália, Alemanha, França e Espanha) e dirigiu gigantes como Milan, Chelsea, Real Madrid, PSG e Bayern de Munique. O discurso oficial, no entanto, parece ignorar que o italiano deixa o Real Madrid após uma temporada decepcionante, marcada por quedas precoces em torneios como a Liga dos Campeões e a Copa do Rei, além de sucessivas derrotas para o Barcelona em jogos decisivos.
Curiosamente, esse mesmo treinador quase desembarcou no Brasil em 2024, quando seu nome foi tratado como prioridade por Ednaldo Rodrigues. Como o acordo não se concretizou naquele momento, a CBF passou um ano improvisando. Primeiro, entregou a Seleção a Ramon Menezes, que somou atuações vexatórias e resultados pífios. Depois, apostou em Fernando Diniz, numa tentativa híbrida entre o que chamaram de “interino de luxo” e “técnico experimental”, que terminou sem rumo. Por fim, Dorival Júnior assumiu, tampando mais um buraco enquanto a entidade esperava Ancelotti terminar sua temporada no Real.
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O tom da CBF na apresentação é sintomático. “O maior técnico da história comandará a maior Seleção do planeta”, exaltou Ednaldo, com uma pompa que nem sempre foi vista em relação a treinadores brasileiros. O endeusamento do italiano contrasta com o desprestígio recente da camisa pentacampeã, tratada como trampolim ou laboratório por parte dos próprios dirigentes. Enquanto nomes como Jorge Jesus e Abel Ferreira também eram ventilados, não houve sequer tentativa pública de prestigiar técnicos brasileiros consolidados, numa postura que reforça o complexo de inferioridade da CBF frente ao futebol europeu.
A promessa, agora, é de uma “nova era”, com reuniões já programadas para montar a primeira convocação. Ancelotti encontrará um ambiente pressionado, uma torcida impaciente e uma Seleção desmoralizada por eliminações precoces em Copas A missão é clara: conquistar o hexacampeonato. Mas o caminho até lá não será pavimentado apenas por currículo.
O Brasil aposta suas fichas em um nome de peso que não vive seu auge, após desperdiçar um ano em experimentos mal explicados. Resta saber se o prestígio europeu será suficiente para apagar os erros da gestão Ednaldo e recolocar a Seleção no topo – ou se a conta chegará mais uma vez no campo, onde os nomes não jogam sozinhos.