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Em uma cruzada para cortar gastos e enfrentar a pandemia do coronavírus, o Inter entrou em acordo com os jogadores para redução em 25% dos salários em meados de maio. E isso se aplica também aos atletas emprestados pelo clube a outras equipes para a disputa da temporada de 2020.

Quase todos os atletas aceitaram e assinaram o acordo proposto pela diretoria colorada. A exceção ficou por conta de Valdívia, emprestado ao Avaí até o final do ano. O meia-atacante recusou os termos propostos pelo clube.

Conforme apurado pelo GloboEsporte.com, Valdívia aceitou o primeiro acordo proposto pela diretoria, de prorrogar o pagamento dos direitos de imagem para 2021, com um valor acertado em seis parcelas. A segunda proposta foi recusada pelo atleta, que considerou "inviável" os termos, por só ter mais seis meses de contrato e ficar livre de vínculo com o clube ao final do ano.

Além de Valdívia, o Inter tem os seguintes atletas emprestados: Dudu e Gustavo Ferrareis (Atlético-GO), Pedro Lucas (Figueirense), Ramon (Bahia), Carlos Miguel (Santa Cruz), Àlvaro (Náutico), Zeca (Bahia) e Richard (Tondela, de Portugal). Todos eles aceitaram o acordo.
A exemplo do que ocorreu com os atletas do elenco de Eduardo Coudet, o Inter propôs a redução de 25% referente ao percentual dos salários com que tem que arcar mensalmente. Os valores variam de contrato para contrato. O pagamento dos direitos de imagem desses jogadores também foi postergado.

Além das reduções, o Inter toma uma série de medidas para cortar gastos durante a pandemia do coronavírus. Recentemente, a diretoria desligou 44 funcionários do clube. Os dirigentes também repactuaram dívidas com credores e pagamentos a fornecedores.

No futebol, foram três medidas. A primeira delas foi a extinção do time B. Com o elenco, os acordos são para para postergar o pagamento de três meses de direitos de imagem para o próximo ano e de redução de 25% dos salários.

 

GE

 

fisoflaComo tem acontecido desde que voltou aos treinos, o Flamengo realizou nesta segunda-feira mais uma bateria de testes com todo o departamento de futebol. Mais uma vez, o clube informou que não houve casos positivos para coronavírus.

De acordo com o presidente Rodolfo Landim, desde os primeiros testes, os rubro-negros tiveram nove jogadores que tiveram contato com a covid-19. Todos passaram pela quarentena e estão recuperados.

Nas últimas baterias de testes, não houve nenhum caso positivo em todo o departamento de futebol. Com isso, a diretoria do Flamengo intensificou os treinos e vem buscando o retorno do futebol.

Com o apoio da Ferj, Vasco e todos os clubes pequenos, o Flamengo é um dos que buscam a retomada do Campeonato Carioca. No entanto, ainda não há data para o reinício do Estadual.

Confira a nota oficial do Flamengo:

O Clube de Regatas do Flamengo informa que todos os atletas e colaboradores da comissão técnica testaram negativo no exame semanal de coronavírus, realizado nesta segunda-feira (08.06), no CT.

 

gazetapress

jrgeDepois do Atlético de Madrid-ESP ter solicitado o retorno de Caio Henrique, a diretoria do Grêmio passou a analisar um mercado em busca de um novo lateral-esquerdo.

Um nome que surgiu como possibilidade foi o de Jorge, ex-Santos e atualmente no Monaco-FRA. O representante do lateral, Eduardo Uram, descartou um possível retorno do lateral ao Brasil.

"Não fui procurado e não tem chance de acontecer. O Jorge não vai retornar ao Brasil agora. Ele está bem no Monaco, vai voltar a treinar daqui a duas semanas com grupo. Não vai para o Grêmio e nem para nenhum outro clube brasileiro", afirmou Uram à GaúchaZH.

Jorge tem 24 anos e surgiu nas categorias de base do Flamengo, sendo contratado pelo Monaco-FRA em 2016. Depois, foi emprestado para Porto-POR e Santos.

No ano passado, com a camisa do Peixe, Jorge foi um dos principais destaques do time comandado por Jorge Sampaoli, que terminou como vice-campeão do Brasileirão.

Depois da saída de Caio Henrique, o técnico Renato Portaluppi tem o experiente Cortez e o prata da casa Guilherme Guedes para a posição.

 

futaolinterior

Foto: Ivan Storti/Santoss

cbfA CBF confirmou nesta segunda-feira que permitirá uma nova medida para ajudar os clubes das Séries A e B em meio à pandemia da COVID-19. Em nota oficial, a entidade destacou que os participantes das duas competições terão acesso a uma linha de crédito imediata de até R$ 115 milhões (o limite é de R$ 100 milhões para a elite e R$ 15 mi para os participantes da Segunda Divisão), a juro zero.

As quantias, que sairão integralmente do caixa da CBF, terão como garantia os valores que os clubes têm a receber em contratos de direitos de transmissão das competições e prêmios por desempenho. O objetivo é compensar parte da perda de arrecadação que cada clube teve com a redução dos valores pagos por direitos de transmissão das partidas que seriam disputadas entre abril e junho e fontes de receita como bilheterias, programa de sócio e patrocínios.

- A CBF sabe que os clubes são a base de toda a indústria do futebol e que eles têm sofrido grandes impactos com com a paralisação das competições provocadas pela epidemia da COVID-19. Por isso, temos procurado ajudar os clubes da melhor maneira possível - disse o mandatário Rogério Caboclo, frisando:

- Não basta que voltem as competições. Precisamos de clubes capazes de retornar a elas de forma competente - completou.

A linha de crédito para quem disputará a Série B, por sua vez, será de R$ 15 milhões para cada clube (após ter adiantado uma primeira parcela de R$ 11,4 mi). Em virtude do adiamento do início da competição, o Grupo Globo fechou com a CBF e as equipes um acordo para redesenhar o calendário das parcelas de abril, maio e junho.

A entidade diz que o adiantamento com recursos de seu caixa é uma forma de ajudar os clubes a honrarem seus compromissos em meio à pandemia da COVID-19. Anteriormente, a CBF destinou valores para clubes das Séries C e D, além das Federações.

 

Lançe