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hugoflaRevelação no último Campeonato Brasileiro, o goleiro Hugo voltou a ser lembrado por Tite. O jogador do Flamengo estava na pré-lista elaborada pelo técnico da Seleção para a convocação que aconteceria para os jogos das Eliminatórias em março.

Por conta das restrições de viagens devido à pandemia de coronavírus, os jogos acabaram adiados (ainda não foram remarcados), e a convocação não ocorreu. Tite e sua comissão técnica preparavam lista larga para fazer ajustes de acordo com as possibilidades de convocações em meio à Covid-19.


Tite e a comissão técnica se preparavam para diversos cenários. O que incluía fazer convocações apenas com atletas que conseguissem liberações em países com menos exigências de quarentena no retorno, além dos jogadores que atuam no Brasil; fazer convocação mais larga com série de jogadores de dentro do país e também os "estrangeiros", buscando liberações até o momento da apresentação; e, ainda em chance mais remota, convocar apenas jogadores que atuam no Brasil.

Um dos goleiros de preferência de Tite é Weverton, em grande fase no Palmeiras, titular nos dois primeiros jogos das Eliminatórias. Os outros dois convocados são Alisson, do Liverpool, e Ederson, do Manchester City. Tite sabia que estes dois dificilmente seriam liberados.

Os técnicos das equipes inglesas abriram o jogo em coletiva de imprensa e disseram que eram contra a liberação de atletas para a rodada das Eliminatórias.

Normalmente, não há limite de pré-convocados, mas a CBF costumeiramente convoca apenas 23 atletas - durante a pandemia adotou a "lista de espera" com mais alguns atletas. A rigor, as seleções só precisam passar uma relação de 23 relacionados até 24 horas antes do primeiro jogo.

Hugo, que terminou o Campeonato Brasileiro como titular do Flamengo, por conta da lesão de Diego Alves, foi convocado uma vez por Tite para a Seleção, em 2018. Na época, com 19 anos, ainda estava no sub-20 rubro-negro e foi incluído na lista para os amistosos contra Estados Unidos e El Salvador.

- Queríamos dar lastro, experiência, know how na posição. Alisson e Ederson têm 25 e 26 anos, respectivamente. Trabalhar esse jogador não é para mim, é para a Seleção. Essa integração é importante. Por isso a convocação (de Hugo) - disse Tite na época da convocação.

Hugo antecipou seu retornou das férias e voltou aos treinos no Flamengo na última segunda-feira. Ele terá a concorrência de Diego Alves e Gabriel Batista. O clube também trabalha para trazer mais um goleiro caso encontre uma boa oportunidade de mercado.

 

GE

Foto: André Durão

gremlibertaO Grêmio não teve dificuldades para estrear com vitória na Libertadores. Nesta quarta-feira (10), o Tricolor recebeu o Ayacucho (Peru) na Arena, em Porto Alegre, e goleou por 6 a 1, no jogo de ida do duelo pela segunda fase preliminar da competição. Os gaúchos têm a vantagem de poderem perder até por quatro gols de diferença na segunda partida do confronto.


O resultado iguala a maior goleada aplicada pelo Grêmio na história da Libertadores. Em 1984, o Tricolor derrotou o Universidad Los Andes (Venezuela) pelo mesmo placar, com gols de Caio, Tarciso (2), Guilherme (2) e Hugo de León, no estádio Olímpico, antiga casa do clube gaúcho.

O duelo de volta será na próxima terça-feira (16), às 21h30 (horário de Brasília), no estádio Olímpico Atahualpa, em Quito (Equador), 2,8 mil metros acima do nível do mar. A partida seria no estádio Garcilaso de la Vega, na cidade peruana de Cusco, com altitude de 3,4 mil metros, mas a impossibilidade dos voos do Brasil entrarem no Peru, devido à variante do novo coronavírus (covid-19), levou a Confederação Sul-Americana de Futebol (CBF) a mudar o palco do jogo.

Quem avançar no confronto encara o ganhador de Unión Española (Chile) e Independiente del Valle (Equador) na terceira fase preliminar, que dá vaga à etapa de grupos do torneio. No jogo de ida, os chilenos, que atuaram em casa, venceram por 1 a 0.

Com as linhas de marcação adiantadas e muita pressão, o Grêmio não demorou a balançar as redes. Aos três minutos, o volante Maicon lançou César Pinares às costas da defesa, pela esquerda. O meia desviou para a pequena área, na saída do goleiro Maxilimiliano Cavalotti, e o zagueiro David Braz completou. Os gaúchos só não aumentaram a vantagem aos nove porque Cavalotti fez grande defesa em finalização do atacante Diego Souza, na sequência de uma jogada construída pela esquerda, com o lateral Diogo Barbosa.

O Ayacucho conseguiu passar do meio de campo somente após os 22 minutos, mas sem perigo. Ao contrário do Grêmio, que chegou ao segundo gol aos 27 minutos. O atacante Ferreirinha recebeu passe milimétrico de Pinares, driblou Cavalotti e balançou as redes. Aos 31, o meia Alisson foi puxado na área e a arbitragem marcou pênalti, que Diego Souza converteu. O atacante marcou também o quarto, na sequência de um passe que ele próprio tentou dar para Ferreirinha e que foi rebatido pela defesa dos peruanos.


Na segunda etapa, o Grêmio diminuiu o ritmo. Ainda assim, criou oportunidades para ampliar. Aos 13 minutos, Ferreirinha teve a chance após cruzamento do lateral Vanderson pela direita e cabeçada de Diego Souza, mas mandou para fora. Na sequência, Maicon levantou na área e Ferreirinha tentou de cabeça, mas Cavalotti defendeu. A acomodação tricolor saiu caro. Aos 27 minutos, após cobrança de escanteio, o goleiro Vanderlei afastou mal e a bola sobrou nos pés do zagueiro Minzun Quina, que descontou.

O gol peruano acordou novamente o Grêmio. Aos 33 minutos, a bola sobrou para Guilherme Azevedo pela direita, dentro da área. O atacante teve tempo de dominar e bater no canto de Cavalotti. Aos 39, o meia Thaciano recebeu passe de Ferreirinha e tocou de cavadinha, por cima do goleiro, mas acertou a trave. No lance seguinte, aos 40, Diego Souza fez o golaço da noite, ao escapar de três marcadores na área e bater na saída de Cavalotti, assinalando o sexto do Tricolor e fechando o marcador.

 

Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional - São Paulo

Lucas Uebel/Grêmio FBPA/Direitos reservados

Em meio ao aumento no número de óbitos em virtude da Covid-19 no Brasil, a Confederação Brasileira de Futebol, na manhã desta quarta, divulgou um estudo sobre as formas de realização do futebol de maneira segura durante a pandemia. Além disso, a entidade defendeu a manutenção dos campeonatos no país neste período. A apresentação foi veiculada em uma transmissão ao vivo no canal da CBF no Youtube.

- A aplicação do protocolo sanitário, com a convicção ainda mais forte que nós já tínhamos no ponto de vista teórico, em agosto, quando retomamos. Mas agora com convicção da aplicação na prática. O futebol é seguro, controlado, responsável e tem todas as condições de continuar - disse o secretário-geral.


Após a apresentação, Walter Feldman passou a palavra ao médico Jorge Pagura, que elogiou o estudo da entidade e divulgou dados acerca do protocolo sanitário utilizado nas partidas das competições pelo Brasil. O Coordenador médico da CBF afirmou que o programa apresentado é o mais completo do mundo.

- Rapidamente eu gostaria de dizer como funcionou o protocolo. Tivemos a honra de comandar uma comissão técnica que consta com o maior número de especialistas no nosso país. Colocamos médicos que já tinham experiência muito grande no futebol para que fizessem a interface com os nossos médicos e todos os clubes, que foram ouvidos antes do protocolo - disse.

- Trabalhamos em conjunto para que a gente pudesse realizar nossa atividade. Somos médicos, treinados para salvar e não há nada mais importante que a vida. Reconhecemos também o problema social como perda de empregos. Tentamos unir preservação da saúde de qualquer maneira e tentar elaborar um protocolo que preenchesse alguns preceitos. 1º: segurança de todos; 2º: controlabilidade; 3º: manutenção das atividades. Isso norteou o nosso trabalho - frisou Pagura.

Ainda durante a coletiva, o Dr. Braulio Roberto Marinho Couto, um dos membros da equipe de eficácia e segurança do protocolo médico da CBF, falou que não há contaminação dentro de campo. Ele também ressaltou que e o contágio da doença só acontece em virtude de comportamentos sociais inadequados e quebras dos protocolos sanitários.

É preciso destacar que o Brasil enfrenta o seu pior momento desde o início da pandemia global de Covid-19. Na última terça, 1.954 pessoas morreram vítimas da doença no país. Até o momento, no mês de março, foram 13.550 mortes registradas, alcançando o número de 268.568 vidas ceifadas pelo vírus no período da pandemia.

Lançe.

O título da Copa do Brasil pelo Palmeiras foi uma grande notícia para o Fluminense, pois garantiu o clube carioca na fase de grupos da Conmebol Libertadores 2021. Agora, mais do que nunca, é a hora do departamento de futebol tricolor ir ao mercado em busca de reforços que qualifiquem o atual plantel, com alguns nomes ganhando força nos bastidores das Laranjeiras.

De acordo com a apuração do globoesporte.com, diretoria e comissão técnica do Fluminense avaliam que três posições são carentes e precisam de reforços neste mercado: atacante de lado, centroavante e zagueiro. Com base nas informações da fonte citada anteriormente, detalhamos a seguir quem são os atletas que estão na mira do Tricolor e suas respectivas situações contratuais.

1. David Duarte

Bem avaliado pela alta cúpula tricolor, o zagueiro de 26 anos tem vínculo com o Goiás até dezembro de 2021, ou seja, poderá assinar pré-contrato com qualquer outro clube no meio do ano. O Esmeraldino pede uma compensação financeira para liberá-lo agora, mas se vê em situação delicada, por não ter grande poder de barganha após a queda para a Série B.

2. Eduardo Sasha
O centroavante alvinegro agrada Roger Machado e, com isso, o Tricolor fez uma sondagem ao Galo para entender a situação do atleta. Sasha tem contrato longo com o time mineiro (até 2024) e, apesar de não ser titular absoluto no Atlético, o clube não tem interesse em emprestá-lo para um rival que disputará a Libertadores. Neste momento, essa desponta como a negociação mais complexa para o Fluminense.

3. Willian
O atacante de 34 anos é o principal objetivo de mercado do Tricolor neste momento. Sua experiência e liderança agradam demais o clube e o técnico Roger, com quem trabalhou no próprio Palmeiras. Convencer o jogador a deixar o Verdão pode ser o grande desafio desta negociação: é muito identificado com o clube, tem um salário alto na Academia e sua família já está bem adaptada à capital paulista.

Retorno à vista?
Nas últimas horas, ganhou força a possibilidade do volante Hudson retornar às Laranjeiras. Após uma temporada de altos e baixos no Fluminense, via empréstimo, o experiente jogador se reapresentou ao São Paulo e passou por uma avaliação da comissão técnica de Hernán Crespo. Múltiplas fontes, no entanto, cravam que o treinador não se impressionou e não planeja utilizá-lo na temporada 2021, o que abriria caminhos para seu retorno ao clube carioca.

 

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