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O fato ocorreu no último domingo, 21, quando a equipe do Corisabba recebeu o Fluminense, pelo Campeonato de Futebol do Piauí, e perdeu por 2 x 1. Conforme o apurado pela reportagem do Piauí Notícias, a proibição do acesso dos vendedores de amendoins, cerveja, dindim, pipocas e outros produtos ocorreu porque a direção do Clube, presidido pelo Anderson Kamar, resolveu implantar o seu próprio bar, num local, onde antigamente, era entrada principal dos torcedores. 

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Para o lançamento desse novo espaço de venda, a direção teria, inclusive, preparando um show com artistas locais, mas o que ninguém esperava é que os ambulantes fossem proibidos de ter acesso ao Estádio.

Esse vendedor de dindim, José Wilson, que ha décadas vende seus produtos no Estádio nos dias de jogos, seja do Corisabbá ou não, externou o seguinte: " 20 anos vendendo dindim no Estádio e fui proibido de vender nesse último jogo! Uma sacanagem sem tamanho".

OUTRO LADO

Foi tentado uma posição do presidente Anderson kamar sobre a questão, via whatsAp e por ligação telefônica, mas até a publicação da matéria, ele não havia se manifestado. Espaço em aberto.

Ás 10:26h após a publicaçao da matéria, o presidente Kamar acaba de entrar em contato com o PN para tratar do assunto. Aguarde.

Da redação

O meia Gabriel Pires foi regularizado no Bira da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) e pode estrear pelo Fluminense no Campeonato Carioca. Nesta quinta-feira (25), o Tricolor encara o Audax.

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Reforço em 2024, o atleta foi contratado pelo Time de Guerreiros em definitivo junto ao Benfica. No ano passado, o jogador defendeu a camisa do Botafogo, onde fez 34 partidas, marcou quatro gols e contribuiu com cinco assistências.

Sob comando de Marcão, Gabriel Pires vem treinando com parte do elenco do Fluminense que se reapresentou no dia três de janeiro. Aos 30 anos, o meia será mais uma opção para o técnico interino em busca de sua segunda vitória no Campeonato Carioca.

Lance

Foto: Lucas Merçon/Fluminense F.C.

O Flamengo mantém o interesse e ainda não jogou a toalha pela contratação de Léo Ortiz. A ida de Marcos Braz e Bruno Spindel para Europa não afetou a negociação com o Bragantino, que já aceita diminuir a pedida e atender ao desejo do zagueiro de atuar no clube carioca.

Os dirigentes rubro-negros mantiveram contato quase diário com o staff do jogador. O empresário Paulo Pitombeira é quem intensifica a negociação com o Bragantino enquanto os dirigentes rubro-negros estavam na Europa para fechar com Viña e tentar Luiz Henrique. Os paulistas diminuíram a pedida de 12 para 10 milhões de euros, mas o Flamengo ainda deseja um valor um pouco menor.

Braz e Spindel estão agora em Madri, na Espanha, e de lá seguirão viagem aos Estados Unidos para encontrar a delegação rubro-negra na pré-temporada. O encontro com Rodolfo Landim será crucial para debater a nova investida por Léo Ortiz.

A ideia rubro-negra é enviar uma nova proposta ainda nesta semana. Enquanto isso, Léo Ortiz continua os treinamentos no Bragantino e inclusive jogou na estreia do time no Paulistão (ele começou no banco e entrou nos 31 minutos finais da derrota para o Água Santa no sábado). O zagueiro optou por se reintegrar ao elenco para não dificultar a negociação com o Flamengo e possibilitar que as conversas continuem em tom amistoso, sem conflitos.

A poucos dias do fim da janela, o Bragantino ainda nutre esperança de receber uma proposta do exterior e por isso estica a corda. Seguro com as conversas e contando com o desejo do jogador, o Flamengo não abriu mão em nenhum momento da contratação para atender ao pedido de Tite.

GE

O Corinthians ainda busca um denominador comum com o Flamengo para acertar a contratação do lateral-direito Matheuzinho, que já treina com o elenco e aguarda uma definição entre os clubes.

O ponto de entrave na negociação é sobre a mudança de duas cláusulas no contrato (veja abaixo). A intenção do Corinthians é evitar uma nova saída repentina de um jogador do elenco, como ocorreu com o zagueiro Lucas Veríssimo.

A diretoria alvinegra exige que o Flamengo altere dois pontos do contrato de empréstimo:

incluir uma taxa de vitrine ao Corinthians caso Matheuzinho seja vendido ao longo de 2024; retirar a possibilidade de o Flamengo solicitar o retorno do atleta a qualquer momento.

O diretor de futebol Rubens Gomes, o Rubão, afirmou na noite desta segunda-feira que os clubes conversam em busca de uma solução para o imbróglio e ressaltou que o negócio, nos termos atuais, não será finalizado.

– Corinthians e Flamengo estão conversando porque os moldes que foram apresentados o contrato o Corinthians não vai aceitar. O Corinthians não vai mais ser trampolim para ninguém, então a gente vai conversar e chegar em um denominador comum – disse o dirigente do Timão.

Outro ponto discordante entre as partes é sobre o valor fixado para compra dos direitos econômicos do jogador. O Flamengo não aceitou a primeira oferta feita pela diretoria do clube paulista, que considera mais uma segurança caso o jogador se destaque no clube.

Os direitos econômicos de Matheuzinho, que quer ser chamado de Matheus França a partir de agora, são divididos igualmente por Flamengo e Londrina.

Se o imbróglio for resolvido, Matheuzinho assinará contrato de empréstimo por um ano, sem valor de compra pré-estabelecido, e disputará posição com Fagner e Rafael Ramos, que não foi inscrito inicialmente no Paulistão.

Até o momento, o Corinthians tem seis reforços já anunciados para 2024: os zagueiros Gustavo Henrique e Félix Torres, os laterais-esquerdos Hugo e Diego Palácios, o volante Raniele e o meia Rodrigo Garro. Agora, o foco da diretoria alvinegra é contratar atacantes.

GE