O Corinthians visita o Grêmio pela volta da Copa do Brasil, no Couto Pereira. A bola vai rolar às 21h30 (de Brasília) dessa quarta-feira, no Couto Pereira.
Na condição de visitante, o Timão não perde do Imortal há quatro embates, com duas vitórias e dois empates no período. A última derrota foi pelo Brasileirão 2018, com Jael marcando o tento decisivo.
Esse duelo, entretanto, tem uma especificidade, já que o Grêmio não jogará na arena, que não tem condições de receber o jogo por conta das consequências das enchentes no Rio Grande do Sul.
Na atual temporada, as equipes se enfrentaram por duas vezes, com dois empates, ambos na Neo Química Arena. O confronto, portanto, está sendo marcado pelo equilíbrio.
Como o primeiro jogo terminou empatado, quem vencer no tempo normal passa de fase. Em caso de nova igualdade, a vaga para as quartas de finais será definida nos pênaltis.
Veja o retrospecto recente do Corinthians contra o Grêmio fora de casa:
Neste domingo, o Goiás anunciou a demissão do treinador Márcio Zanardi. O técnico não resistiu ao revés diante do Novorizontino e foi desligado do clube quatro dias antes do duelo contra o São Paulo, válido pela volta das oitavas da Copa do Brasil.
O Goiás disputa uma vaga contra o São Paulo pelas quartas de final da Copa do Brasil e, no jogo de ida, no Morumbis, o Tricolor Paulista venceu por 2 a 0. O segundo duelo acontece no Estádio Hailé Pinheiro, às 20h (de Brasília), desta quinta-feira.
No total, o treinador comandou o Esmeraldino em 21 partidas - 18 pela Série B do Brasileirão e três pela Copa do Brasil (3). Foram oito vitórias, quatro empates e nove derrotas, o que resulta em um aproveitamento de 44%.
Com contrato válido até o final de 2025, Zanardi deixa o Goiás na décima colocação da Série B do Brasileirão, com 25 pontos conquistados, quatro unidades atrás do Sport, que abre a zona de classificação à elite do futebol brasileiro. Pela competição nacional, o Esmeraldino volta aos gramados para enfrentar o Ceará no dia 12 (segunda-feira), em casa, às 21h.
O Goiás Esporte Clube comunica o desligamento do técnico Márcio Zanardi e da sua comissão técnica do comando do elenco profissional.
O clube agradece pela dedicação e profissionalismo durante o período em que estiveram à frente da equipe.
Rebeca Andrade chorou de emoção e alívio, e o Brasil chorou com ela. A estrela mais brilhante do Olimpo brasileiro conquistou o ouro na final do solo na manhã desta segunda-feira (5), na Bercy Arena, em Paris, e se tornou a maior medalhista olímpica do país em todos os tempos. Tudo isso aos 25 anos.
Foi um dia de emoção e redenção. Rebeca havia falhado na final de trave menos de uma hora antes e ficado fora do pódio. Mas levantou a cabeça e entregou tudo no tablado, com um solo belíssimo, chegadas praticamente cravadas ao fim de cada acrobacia e as lágrimas de quem sabia que havia encerrado sua participação nas Olimpíadas de Paris com uma apresentação de encantar o mundo todo. Simone Biles fez acrobacias incríveis, mas falhas na execução a deixaram com a medalha de prata. A americana Jordan Chiles ficou com o bronze.
Com sua sexta medalha em duas Olimpíadas, Rebeca Andrade ultrapassou os cinco pódios dos velejadores Robert Scheidt e Torben Grael. E pode ter se despedido do solo da maneira mais perfeita possível. A ginasta disse, nos últimos dias, que deve deixar de fazer o solo, que sacrifica muito seus joelhos. Rebeca teve que passar por três cirurgias de ligamento cruzado anterior (LCA), e os joelhos sofrem com o impacto da aterrissagem.
Se realmente essa foi a última vez, a brasileira fechou com graça, leveza e acrobacias impressionantes, altas e difíceis. Tanta beleza rendeu à ginasta um excelente 14.166 e o ouro. E quem sabe não a faz repensar a decisão?
Foi a quarta medalha de Rebeca em Paris 2024. Além do ouro no solo, Rebeca sai da França com duas pratas, no salto e no individual geral, e um bronze por equipes. Na carreira olímpica, ela ainda tem o ouro no salto e a prata no individual geral em Tóquio 2020, somando seis pódios nas duas edições dos Jogos. E foi reverenciada por Simone Biles e Jordan Chiles durante a cerimônia de medalhas.
O solo de Rebeca Rebeca trocou o collant grená da trave por um azul lindíssimo para o solo. Sua cor favorita deu sorte. Cravou cada uma das quatro chegadas de acrobacia, entregou uma coreografia cheia de graça e inventividade e levantou o público presente na Arena Bercy. A ginasta começou sua série com "End of Time", de Beyoncé, na trilha sonora; pose de diva, mão direita na cintura, braço esquerdo e rosto apontados para o alto. E partiu para uma pirueta para frente ligada, por um flic flac, com o Tsukahara grupado, duplo mortal com as pernas encolhidas junto ao peito emendado com uma pirueta.
No segundo trecho do solo, realizou um Tsukahara esticado, duplo mortal com as pernas estendidas com uma pirueta, a acrobacia mais potente e de valor mais alto da apresentação. Antes da terceira diagonal, Rebeca fez um salto ginástico chamado cadete com pirueta, interpretou a música com coreografia e seguiu para o Mustafina - o giro triplo com a perna alta, porém, não foi considerado completo. Rebeca chegou a pedir um recurso ao fim da prova, mas os árbitros julgaram dificuldade como duplo giro, assim como na classificatória.
Numa homenagem à apresentação com que encantou o mundo em Tóquio, repetiu o famoso passo de dança em que balança corpo e braços dando soquinhos no ar e seguiu para um duplo mortal esticado, agora já ao som de "Movimento da Sanfoninha", de Anitta.
A ginasta deu mais dois saltos ginásticos e se preparou para o encerramento com um duplo mortal carpado perfeito. E finalizou com mais uma homenagem à apresentação que lhe deu tantas alegrias no ciclo olímpico passado, encerrando ao som de um trechinho do Baile de Favela.
A segunda-feira reserva um duelo direto pelo G4 da Série A do Campeonato Brasileiro. O Cruzeiro enfrenta o Fortaleza às 21h (horário de Brasília), no Estádio Kleber Andrade, em Cariacica, pela 21ª rodada, com mando do clube mineiro.
O Cruzeiro, assim, vai colocar à prova o desempenho impecável como mandante longe de Belo Horizonte. A Raposa venceu os oito jogos que disputou com o mando de campo, sete no Mineirão e um no Independência.
O clube mineiro está embalado por duas vitórias seguidas no Brasileirão, sendo a última por 3 a 0 sobre o Botafogo, no Rio de Janeiro. Agora, vai enfrentar um rival que vive um grande momento no torneio.
O Fortaleza ostenta uma sequência de seis jogos de invencibilidade, com cinco vitórias e um empate. Assim, chegou ao G4 do Brasileirão e vai defender o posto contra o Cruzeiro, quinto colocado.
Para o jogo desta segunda-feira, o Cruzeiro conta com o retorno de Zé Ivaldo à zaga após cumprir suspensão. O paraguaio Lucas Romero também volta a ficar à disposição depois de trabalho de condicionamento físico, assim como Matheus Henrique.
O Fortaleza, por sua vez, tem problemas de suspensão e físicos. Juan Pablo Vojvoda não vai poder contar com o volante Hércules, expulso na vitória sobre o São Paulo. Além dele, Calebe, Tinga, Machuca, Pochettino e Lucero não viajaram com o elenco.
FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO X FORTALEZA
Local: Estádio Kleber Andrade, Cariacica (ES) Data: 05/08/2024, segunda-feira Horário: 21h (de Brasília) Árbitro: Alex Stefano (RJ) Assistentes: Alessandro Matos (BA) e Thiago Rosa (RJ) VAR: Rodrigo Guarizo (SP)
CRUZEIRO: Cássio; William, Zé Ivaldo, João Marcelo e Marlon; Lucas Romero, Matheus Henrique, Barreal e Matheus Pereira; Lautaro Díaz e Kaio Jorge Técnico: Fernando Seabra.
FORTALEZA: João Ricardo; Brítez, Titi, Kuscevic e Felipe Jonatan; Lucas Sasha, Pedro Augusto e Rossetto; Pikachu, Breno Lopes e Renato Kayzer Técnico: Juan Pablo Vojvoda.