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estadioEstádio mais importante do Campeonato Carioca 2013, o Engenhão, interditado ontem pela prefeitura por falhas estruturais é, por incrível que pareça, a ponta do iceberg de uma história de falta de estrutura e planejamento. Dos 33 estádios apontados como casa dos times das Séries A e B do Estadual do Rio, 15 estão interditados, não podendo receber público e/ou partidas durante as competições.

 

Três estádios estão com os laudos vencendo e, a partir de 1º de Abril, caso não apresentem nova documentação, não poderão receber torcedores. Tal fato totalizaria um impressionante número de quase 55% de arenas impedidas de receber qualquer torcedor.

 

A FERJ exige que cada estádio tenha sido aprovado em quatro laudos técnicos para que possa haver venda de ingressos nas partidas disputadas. Cada arena apontada por um clube como sua casa na Série A ou B do Carioca é analisada. Quem aprova ou reprova é a Polícia Militar, Vigilância Sanitária, LPCI (laudo de proteção contra incêndio) e LVE (laudo de vistoria e engenharia, feito pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura).

 

Caso à parte, o Engenhão está em dia com todos os laudos exigidos para receber público e jogos, mas foi interditado por uma intervenção direta da prefeitura devido aos riscos que o estádio poderia trazer aos torcedores e à sua própria estrutura.

 

No caso dos estádios menores, e situação é bem pior. Na Série A do Estadual, o estádio Olímpico João Havelange é o terceiro que não poderá ter jogos nem público. O Estádio Arthur Sendas, do Audax, em São João do Meriti e o Antônio Carneiro, do Quissamã já não recebem jogos desde a primeira rodada. Enquanto o Audax manda seus jogos no estádio Moça Bonita, o Quissamã, que não obteve nenhum dos quatro laudos técnicos, transferiu seus jogos para o Moacyrzão, em Macaé.

 

Na Série B, a condição piora ainda mais. O Tigres do Brasil, de Xerém, entregou os laudos aprovados do estádio Los Larios esta semana, e assim a competição teve o seu sexto estádio liberado entre 19 inscritos na competição. Outros 12 estão interditados e um está com um dos laudos vencendo nos próximos dias. O curioso é que a Federação de futebol do Rio de Janeiro permite que os jogos sejam disputados com portões fechados nos estádios sem laudo da Série B, mas proíbe o mesmo na Série A.

 

O campeonato que trará dois novos times ao Carioca de 2014 já está na 6ª rodada e, até agora, só 17 partidas tiveram público entre as quase 60 disputadas. Com mais de 60% dos estádio interditados, a competição acontece sem ninguém ver. História triste, que pode ter mais capítulos quando Março acabar e Abril chegar.

 

Competições podem perder mais três estádios no próximo mês

 

O estádio Moça Bonita, na Zona Oeste do Rio de Janeiro é, sem dúvidas, um dos mais importantes do campeonato da Série A. Mando de campo da Bangu e Audax, é um dos poucos que podem receber partidas dos times grandes , servindo de refúgio para que muitas partidas não castiguem os gramados dos grandes estádios e de solução para a TV que não consegue transmitir partidas em palcos muito acanhados.

 

Segundo a tabela de laudos publicada no site da FERJ, no entanto, o “Estádio Proletário Guilherme da Silveira”, nome oficial, estará interditado pelo vencimento do LPCI (Laudo de Proteção contra Incêndio) caso não apresente nova documentação até a próxima Segunda-Feira, 1º de abril. Na mesma situação estão o estádio Marrentão, do Duque de Caxias e o Giulite Coutinho, que abriga as partidas do América na Série B do Carioca.

 

Muitos lugares disponíveis, poucos liberados

 

O número impressiona. Ao todo, somada a capacidade dos 33 estádios, o torcedor carioca tem 322.565 lugares disponíveis nos estádios, grandes ou pequenos, de norte a sul do estado. Hoje, com as interdições, só 122.016 (37,8% do total) estão, de fato, aptos a receberem público e partidas naquele que já foi o Estadual mais charmoso do Brasil.

 

ESPN

Os campeonatos estaduais viraram um verdadeiro tormento para dirigentes, treinadores e jogadores dos principais clubes do futebol brasileiro. Com número elevado de datas e fórmulas de disputas pouco atraentes, os estaduais são apontados como grandes vilões do início de temporada.

 

Na última terça-feira, em seminário sobre o calendário do futebol brasileiro, cartolas de grandes clubes discutiram o futuro dos campeonatos estaduais e chegaram a um consenso sobre o assunto: os estaduais precisam ser reduzidos.

 

“O grande problema no início do ano é que falta tempo para realizar uma boa pré-temporada. Isso faz muita falta para os clubes grandes do futebol brasileiro. Os campeonatos estaduais ocupam essas datas e comprometem a pré-temporada”, disse José Carlos Brunoro, diretor-executivo do Palmeiras.

 

Segundo Brunoro, as fórmulas de disputas dos estaduais devem ser repensadas. Em São Paulo, por exemplo, 20 clubes disputam turno único e os oito primeiros garantem vaga nas quartas de final. Após 19 rodadas, a única vantagem do time que faz a melhor campanha é disputar as partidas decisivas como mandante.

 

“Na minha visão, os estaduais não devem acabar. No entanto, as fórmulas de disputa precisam ser alteradas. Os clubes grandes começam a pré-temporada no início de janeiro e apenas duas semanas depois já estão jogando os campeonatos estaduais”, comentou.

 

Além de atrapalharem a pré-temporada dos clubes, os estaduais também estão comprometendo receitas importantes. Por causa do problema, o Flamengo, por exemplo, promete ignorar as primeiras rodadas do Campeonato Carioca de 2014.

 

“É óbvio que esse calendário impacta bastante nas nossas receitas. Para o próximo ano, temos propostas para realizar a pré-temporada nos Estados Unidos, na Ásia ou no Oriente Médio. Não podemos perder essa oportunidade. Vou fazer a pré-temporada no exterior custe o que custar. Se o Campeonato Carioca começar no dia 15 de janeiro, vamos jogar com um grupo de meninos”, disse Wallim Vasconcellos, vice-presidente de futebol do Flamengo.

 

Apesar de concordarem que os estaduais devem ser reduzidos, os cartolas alertam que qualquer alteração leva tempo. “Precisamos levantar a bandeira da necessidade da redução de datas, principalmente dos estaduais. Para 2014 acho que não é possível alterar. Podemos nos antecipar para buscar uma mudança em 2015, mas é difícil”, lamentou Rodrigo Caetano, diretor de futebol do Fluminense.

 

IG

piauienseO Feriado de Semana Santa se aproxima e nesta quarta-feira, 27, se realiza a décima rodada do Campeonato Piauiense de Futebol 2013. As tradicionais rodadas duplas ainda não tinham ocorrido nesta edição do Estadual, mas hoje terá a primeira.

 

A partir das 17:45h, pisam no gramado do Estádio Lindolfo Monteiro as equipes do Piauí e Cori-Sabbá, que buscam uma reabilitação. Em seguida, às 20:00h, será a vez de River e 4 de Julho se enfrentarem. O tricolor é o líder da competição com 20 pontos enquanto o time de Piripiri é o quarto com 11 pontos.

 

 Ingressos:

 

Cadeiras: R$ 30,00 - Estudantes: R$ 15,00

 

Arquibancadas: R$ 20,00 - Estudantes: R$ 10,00

 

Gerais: R$ 10,00 - Estudantes: R$ 5,00

 

 

acessepiaui

O presidente do Cori-Sabbá, equipe florianense que disputa o campeonato piauiense de 2013,   José Bruno Filho, esteve nessa tarde na redação do  piauinoticias.com para responder as indagações que foram feitas pelo ex-presidente da equipe Gilberto Duarte,  após a partida do sábado, 23, quando jogando no Tiberão o Cori perdeu  por 2 x 1 para o Parnahyba. josebruno26032013


O presidente do Cori José Bruno que já havia sido procurado pelo piauinoticias.com disse que estranhou o comportamento do Procurador de Justiça e diretor de esportes da Associação, Gilberto Duarte, quanto as indagações feitas no sábado.  O líder esportivo começou falando do atraso dos vencimentos dos jogadores e disse, “os atletas estavam com os salários atrasados, o pagamento teria que ser realizado dia 10 e não foi por um problema burocrático do repasse que a Prefeitura vai fazer para a Associação Atlética Cori–Sabbá e isso foi comunicado, conversado com os atletas”.

 


O presidente afirmou ainda que entende que quando alguém deixa de receber seus vencimentos, isso cria um  pouco de insatisfação  pois essas pessoas chegam a atrasar seus compromissos, no entanto, os membros da diretoria entende e tem procurado resolver os problemas existentes. Sobre tratar mal os jogadores, externou que é uma inverdade e que se dá bem como todos os jogadores e que tem procurado atender a todos dentro das suas possibilidades com ajuda médica, bancando as despesas da Casa do Atleta, o restaurante no caso de viagens, sendo que  Prefeitura tem se responsabilizado pelo ônibus.


Lembrou de um projeto que está tramitando na Câmara de Vereadores e que se for aprovado dará direito a Prefeitura repassar para a equipe um valor significativo, mas que estão sendo estudadas maneiras de tentar sanar essas situações problemáticas da equipe e falou que hoje a folha de pagamento  se aproxima dos R$ 40.000,00.


“Esse recurso que deve sair em breve da Prefeitura  toda a diretoria sabe e também é de conhecimento do Dr. Gilberto Duarte, ele tem plena consciência disse, ele sabe que a razão do não pagamento era justamente isso, um problema burocrático das comissões da Câmara, pois seus membros estavam viajando, mas esse projeto deve ser votado após o dia primeiro de abril, a verdade é essa”, explicou.



O presidente nas suas colocações afirma que estranhou o comportamento do diretor de esportes do time e disse que não maltrata os jogadores. “É uma coisa que não existe, pois sempre tratei os atletas muito bem e dou todo apoio dentro do possível, essas coisas nunca aconteceram e a imprensa pode procurar os atletas para saber o que eles acham do Dr. José Bruno como presidente do Clube, sempre fui uma pessoa elogiada por todos os atletas que já passaram pelo Cori-Sabbá, pois agente sempre honrou com os nossos compromissos, sempre estive presente, mesmo quando eles estão fora da equipe, e não costumo tratar ninguém mal”, disse acrescentando que entende que se trata de um fator pessoal, pois nunca fez mal ao Dr. Gilberto Duarte,  nunca procurou prejudicá-lo em nada e nem nunca falou mal dele e finalizou, “me parece que ele deveria estar sobre efeito etílico, talvez tomado porque o escândalo que ele fez dentro do Estádio não é uma coisa de um  procurador, não é uma coisa de um homem da posição dele, pois um homem da posição dele ficar gritando dentro do Estádio e falando do presidente de um clube que ele é um diretor, pois era um assunto que ele deveria procurar a gente e não dentro de um Estádio, no momento da derrota de um time de futebol, não existe isso.  Ai é onde eu digo, ou estava sobre efeito etílico ou se trata de uma crise de histeria, de ciumeira, despeito porque eu acho que ele que ser o presidente do Clube”, finalizou lamentando o comportamento do Dr. Gilberto.


Sobre a posse, existe uma ata de posse, inclusive com a assinatura do Dr. Gilberto Duarte, disse o presidente Bruno Filho, afirmando que existe um documento registrado em cartório desde fevereiro.

 

 

Da redação

IMAGEM: piauinoticias.com