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Uma solenidade na Câmara de Vereadores de Floriano marcou o Dia do Demolay.

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Há anos o poder Legislativo vem realizando uma sessão solene em homenagem os demolays e, a classe comparece em grande número, além deles, muitos maçons e familiares.

O evento desta semana foi no dia 20, e apesar de  não ter grande número de pessoas, os homenageados estavam a caráter.  Grande parte dos vereadores não compareceu o que para alguns foi um desprestigio à classe de jovens.

"É lamentavam que os vereadores, em sua grande maioria, não compareceram. Isso mostra um despretígio desses líderes com os jovens", disse um maçon, familiar de um dos jovens demolay, que preferiu não se identificar.

“A maçonaria trabalha o apadrinhamento de jovens com a formação dessas pessoas em lideranças. O foco, é que eles conheçam os valores éticos, como disciplina e patriotismo no sentido de que realmente, no futuro, eles se tornem adultos de sucesso”, disse o vereador Mauricio Bezerra, presidente do Legislativo,  que foi quem presidiu a sessão.

Houve  comparecimento de poucos vereadores, pois aparecem nas imagens os vereadores Maurício, David Oka (mesa de honra), Fábio Braga e Liacir César nos seus assentos.

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ATUALIZADA às 12:16h

Informações acabam de chegar na redação do Piaui Noticias confirmando que os vereadores Salomão Holanda, Miguel Vieira, Flávio Henrique, Celso Soares , Maria Daguia, Manoel Simplício e Antonio José justificaram suas ausências.

Não há informações sobre justificativas dos demais ausentes: Akássio Sousa, Bilú e Dessim.


HOMENAGEM

Em todo país, no dia 18 de março é comemorado o Dia do Demolay, data da morte do francês Jacques de Molay, herói mártir da Ordem. A homenagem atende à lei estadual número 12.905 e à federal 12.208 que seguiu o exemplo paulista. A Ordem Demolay é uma sociedade de jovens meninos de 12 a 21 anos incompletos que tem por objetivo os princípios filosóficos, fraternais, iniciáticos e filantrópicos.

Esses princípios são baseados em virtudes como a fraternidade e o companheirismo, incentivando cada membro a trilhar seu caminho seguindo preceitos, que são considerados diferenciais na vida de um líder e determinantes para seu destino. Fundada nos Estados Unidos dia 24 de março de 1919 pelo maçom Frank Sherman Land, é patrocinada e mantida pela Maçonaria oficialmente desde 1921.

A Momo ataca novamente. Uma imagem feminina de cabelos pretos, aparência cadavérica e olhos bem grandes alcançou “fama” mundial em 2018. Logo surgiram diversos perfis no aplicativo de mensagens Whatsapp da boneca Momo, ordenando que crianças e adolescentes enviassem informações pessoais ou causassem automutilação.

Nos últimos dias, a boneca voltou a causar preocupação de mães e pais.  A figura de feições bizarras estaria agora aparecendo em desenhos e vídeos infantis do YouTubeKids ensinando os pequenos a cometerem suicídio. A plataforma de vídeos afirmou que não há evidências de gravações em que a Momo aparece. Entretanto, a onda de pânico é grande e há quem diga que o problema é real.

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Fake News ou não, o assunto circula nos grupos em que pais conversam sobre assuntos escolares e gera aflição. A pequena Maria Sophia, de 5 anos, estava na casa do pai quando sua mãe, a Enfermeira Priscila Braga, de 31, recebeu o alerta sobre a sua mudança de comportamento. “Ela estava estranha, aparentando muito medo e não queria dormir sozinha”, descreveu Priscila. Naquele momento, não havia muito a ser feito e Priscila ainda não tinha visto a repercussão do caso.

Foi na última segunda-feira (18), que a enfermeira começou a ser bombardeada com informações sobre a Momo e começou a ficar preocupada com a filha. “A noite, fui tentar conversar com Sophia, perguntar se ela sabia sobre o caso e ela se desesperou. Chorava compulsivamente, me pedia para não falar sobre a boneca e não queria que eu saísse de perto dela”, contou.

A primeira reação de Priscila foi tentar acalma-la e depois decidiu procurar ajuda de um psicólogo. “Fui aconselhada a não tocar mais nesse assunto em sua frente”, diz ela. Apesar de não falar mais com Sophia sobre o caso, a enfermeira contou a sua história em um grupo em que participa e viu que a sua situação não é um fato isolado. “Todas as mães que conversei, estavam passando pela mesma situação ou conhecem alguma criança que está em pânico por causa do boneca”, assegurou.

Priscila deu uma super dica para outros pais e responsáveis. “Na ajuda em que procurei, fui informada que a melhor forma de se evitar problemas como esse, não é restringindo o uso do celular. Ao invés de deixar os pequenos com acesso livre ao aparelho, é necessário assistir aos conteúdos, baixa-los e só assim, deixar que eles assistam. “Eu sempre me preocupei com o que Sophia assistia, mas aprendi que o cuidado deve ser redobrado”, conclui.

A psicóloga Flávia Brandão Bomfim e pós-graduanda em Neuropsicologia explica que as crianças são um público-alvo “fácil” e tem dificuldade de nomear e reconhecer os seus próprios sentimentos. “As crianças possuem muito tempo livre e, na maioria das vezes, utilizam os aplicativos da internet sem nenhum tipo de monitoramento do pais. Vale ressaltar também que esses desafios são bem elaborados, chamam atenção. E as crianças não sabem diferenciar o que é uma brincadeira boa da ruim”, destaca.

A psicóloga também participou de pesquisas na área da educação e acredita que as escolas precisam estar sempre oferecendo palestras para pais e alunos sobre o mau uso da internet, cursos de aperfeiçoamento para professores e ter em sua grade curricular eventos regulares sobre temas atuais. “Acredito que depois desse jogo os pais vão prestar mais atenção no que os filhos assistem e o que fazem na internet. E o papel da escola é estar sempre conscientizando os jovens para os benefícios e malefícios das redes sociais”, ressalta, lembrando que o assunto precisa estar sempre presente e discutido nas relações escolares e familiares.

Fonte: Bárbara Maria - Agência Educa Mais Brasil

O Campus Floriano do Instituto Federal do Piauí divulgou, nesta quinta-feira, 21, edital para seleção de alunos para curso de extensão em Língua Inglesa.

As inscrições serão realizadas on-line, no período de 21 a 25 de Março.

O curso terá foco em conversação e, segundo os organizadores, não será indicado para interessados em cursos de proficiência linguística.

O processo de seleção será dividido em duas etapas: participação em uma aula inicial e uma entrevista individual no dia 26 de março.

O resultado final será divulgado no dia 29 de Março , no site www.ifpi.edu.br

 

Confira o edital.

 

Ifpi

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou nesta terça-feira (19), os espelhos das redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 para os candidatos. Para acessar a versão digitalizada dos textos corrigidos é necessário acessar a Página do Participante. As notas dos treineiros também foram divulgadas.

Na consulta, é preciso inserir o CPF e a senha cadastrada no momento da inscrição do programa. Vale lembrar que o objetivo da disponibilização desses conteúdo é exclusivamente para vista pedagógica. A redação do Enem é corrigida por dois avaliadores independentes que atribuem nota de 0 a 200 pontos para cada uma das competências exigidas. A soma desses pontos irá compor a nota total de cada avaliador, que pode chegar a 1.000 pontos.

Na edição de 2018, dos mais de 4 milhões de participantes, 55 tiraram nota mil, sendo que as mulheres respondem por 42 das redações com nota máxima - o equivalente a 76,4%. A média de idade de quem tirou nota máxima foi 18,9. O tema da redação do ano passado foi “Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet” - a prova teve quatro textos motivadores: três trechos de reportagens e um gráfico com dados.

Confira quais são as competências avaliativas da redação do Enem:

Competência I: Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa.

Competência II: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa.

Competência III: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Competência IV: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Competência V: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado que respeite os direitos humanos.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil