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A Universidade Federal do Piauí abre nesta semana os prazos para candidatos selecionados na 1ª Chamada da Lista de Espera enviarem documentos necessários para as matrículas do SISU 2022.1 na Instituição. As matrículas são exclusivamente on-line no site sis.ufpi.br/matriculagraduacao/. Para candidatos cotistas que precisam comprovar critérios de etnia e raça e/ou renda e/ou deficiência, o envio da documentação de validação das cotas já começa às 8h de amanhã, 23 de março, e segue até às 18h do dia 24 de março. Nesta chamada, quase mil candidatos foram convocados para preencher vagas de cotas do total de 1615 classificados da Lista de Espera.

Recursos - Candidatos cotistas com avaliação indeferida podem pedir reanálise da documentação ao enviar recurso das 8h do dia 23/3 até às 18h do dia 25/3. O resultado do recurso será divulgado no dia 28/3, até as 18h. Exclusivamente para candidatos que precisam validar a Autodeclaração Etnico-Racial, por meio do processo de heteroidentificação, é permitido envio de 1 único recurso para pedido de reconsideração de parecer, conforme estabelece o edital. Para validação das demais exigências de cotas, candidatos que ainda não tenham sanado pendências com a documentação podem enviar mais de um recurso, caso exista tempo hábil.

ATENÇÃO! Se você foi convocado para uma vaga diferente da que se inscreveu no SISU 2022.1, você deverá apresentar no ato da matrícula a documentação correspondente à sua cota de origem, ou seja, a cota para a qual fez opção no ato de sua inscrição no SISU. Nesse caso, você apenas foi remanejado para uma vaga não preenchida – conforme explica o item 2.3 do Edital PREG/UFPI Nº 08/2022.

Na lista de convocação, os candidatos selecionados em modalidade de cota diferente da original são identificados com um símbolo (*, &, %, #, @, $, ~ ,^) ao lado do número do CPF, e a legenda relacionada ao símbolo encontra-se no final do documento, informando a modalidade original do candidato.

Matrícula Institucional- Após essa fase, os candidatos cotistas com documentação aprovada, bem como candidatos cotistas exclusivamente oriundos de escola pública e candidatos aprovados para ampla concorrência devem enviar, das 8h do dia 28 de março às 18h do dia 29 de março, a documentação básica para solicitar a matrícula institucional. A matrícula institucional é a primeira etapa das matrículas na UFPI, momento em que o aluno formaliza seu vínculo com a Instituição. Há ainda a segunda fase, chamada de “matrícula curricular", que vincula o aluno às disciplinas, que ocorre mais à frente, também on-line, via portal do discente no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA). A data da matrícula curricular será divulgada em Calendário Acadêmico específico, a ser publicado pela Instituição.

Próximas chamadas- A UFPI irá lançar mais duas convocações da Lista de Espera. A previsão é que a segunda chamada saia até metade de abril.

Aulas- As aulas do período 2022.1 na UFPI estão previstas para iniciar no mês de junho.

Confira documentos do SISU 2022.1:

Convocação da 1ª CHAMADA DA LISTA DE ESPERA

Procedimentos e Cronograma para 1ª Chamada da Lista de Espera - Edital PREG/UFPI Nº 08/2022

Retificação ao Edital PREG/UFPI Nº 08/2022 Procedimentos e Cronograma para 1ª Chamada da Lista de Espera (atualizado em 18/03/22)

Edital Geral de Procedimentos do SISU 2022.1 Edital UFPI Nº 07/2022 

Confira a playlist com tutoriais para realizar sua matrícula.

Lista Geral de Espera do SISU 2022.1

Ufpi

Terceira coleção do Mulherio das Letras reúne escrita lírica de 33 mulheres

A terceira coleção do Mulherio das Letras, movimento que promove e celebra o protagonismo feminino na literatura, chega ao mercado reunindo 33 livros de bolso escritos por mulheres de todas as regiões do país. Das 33 autoras selecionadas, 8 fazem parte da Confraria Poética Feminina. Três delas – Andréa Santos, Adriana Pardo Malta e Eva Dantas - estreiam em publicação solo. “Somos em número bastante representativo e forte. Oito baianas participando desta coleção ao lado de mulheres de várias partes do Brasil”, celebra Rita Queiroz que fundou a Confraria Poética Feminina com as escritoras Érica Azevedo, AnaCarol Cruz e Juliana Nogueira. 

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O grupo nasceu no Facebook no ano de 2015 com a proposta de discutir questões relacionadas à autoria feminina, presença histórica de mulheres e buscar formas de ampliar sua participação na literatura. “Em um cenário literário ainda predominantemente dominado pelos homens, as mulheres vêm conseguindo publicar cada vez mais. Estamos conquistando nossa voz na literatura”, pontua a autora Palmira Heine, que também faz parte da Confraria e lança nesta coletânea do Mulherio das Letras Nasça Mulher. Poesia na Veia, de AnaCarol Cruz, Lições da Flor, de Érica Azevedo, No meio do Caminho, Poesia, de autoria de Ilza Carla Reis e Mínima Poesia, de Rita Queiroz são alguns outros títulos que integram a coleção de bolso. “Em formato 10x15, os livros de bolso cabem na bolsa, em qualquer lugar e podem despertar reflexões profundas”, acrescenta Queiroz.

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A Confraria Poética Feminina teve início com 15 mulheres. No ano seguinte, em 2016, já eram 37 autoras. A efervescência de ideias e palavras de incentivo mútuo têm contribuído para preencher folhas em branco com escritos. Alguns guardados na gaveta desde a adolescência. Uma das participantes da Confraria que estreia na cena literária, Adriana Pardo Malta, 47 anos, descobriu na juventude o poder de se expressar através das palavras. “A leitura foi sempre presente e prazerosa na minha vida”, conta a baiana que atualmente mora no Rio de Janeiro. Rumos Poéticos, que já tinha sido publicado em 2016 em formato de E-book, ganha agora versão impressa. “O livro físico tem seu encanto. Para mim tem um significado enorme mostrar minha poesia para o mundo. É um pouquinho de mim agora impresso e capaz de tocar outras pessoas, sensibilizar”.

Embriaguez, entre Amores e Vinhos, de autoria da baiana Eva Dantas, 49 anos, é outro título que integra a coleção do Mulherio das Letras. Diretora de uma escola pública em São Sebastião do Passé, interior da Bahia, Eva tem uma longa carreira de poetisa, declamadora, participou de grupos na universidade para apresentações orais, mas não tinha seu livro solo. Escreve desde os sete anos em seu caderninho de versos. A produção dos 108 poemas deste primeiro livro nasceu da inspiração da sua dissertação de mestrado, que analisou imagens de vinhos na poesia de Godofredo Filho. “Prestes a completar meio século de vida, ter meu primeiro livro solo é um grande presente”, avalia.

Baiana de coração, Andréa Santos nasceu em São Paulo, divide o tempo entre o doutorado voltado para representações femininas na poesia da escritora baiana Myriam Fraga com a produção poética. “Gosto de questionar, de ser crítica. A escrita para mim é uma forma de liberdade e posicionamento”, define. Doutoranda em Letras na UNESP, já publicou poemas, contos, participou de coletâneas. Somente no ano passado, em meio ao caos pandêmico, se fez presente em cinco antologias.

Com a marca da escrita lírica, ela apresenta em Tessituras de Silêncios questões não ditas e que estão na ordem do dia silenciando ainda muitas mulheres. Em 83 poemas – alguns de apenas dois versos (dísticos), outros com três linhas (tercetos) – alguns ilustrados por Sabrina Abreu – Andréa Santos usa as palavras como instrumento de reflexão. “A literatura é capaz de nos abrir os olhos, mostrar um leque de novas possibilidades.

Em um trecho do poema Silêncios, ela escreve: “Quero rasurar o silêncio. Todos os silêncios. O silêncio das meninas violadas, das pretas, das mulheres castigadas, das putas, das brancas, das indígenas, das trans. Há um rio em mim. Quero transbordar, vou alcançar o mergulho”. Consciente do quanto ainda é difícil mulher publicar no Brasil, Andréa sente-se vitoriosa por romper mais um silêncio. “Este livro foi sendo gerado aos poucos, ao longo da minha vida. É uma grande realização poder mostrar um pouco da minha escrita”.

Confraria Poética Feminina:                   

A primeira publicação do grupo, que nasceu nas redes sociais, nasceu de um desafio. No primeiro ano de atividades, cada participante foi convidada a escrever 10 poemas. Das 15 integrantes, 12 completaram o desafio que deu origem ao primeiro livro coletivo lançado no ano de 2016, intitulado Confraria Poética Feminina, pela editora Penalux. “Chegamos a ter 37 autoras, todas com muitas ideias, uma efervescência. Nossa intenção é transformar a Confraria em uma associação, mas isso ainda não saiu do papel”, comenta Rita Queiroz.

Em compensação, poemas, contos e textos ocupam, desde então, folhas em branco para alegria de quem escreve e de quem lê. Em 2017, uma coletânea de fotopoemas foi lançada pela Agbook, em formato de e-book e também impresso. No ano seguinte, os poemas ilustraram uma Agenda Poética. Em 2020, em plena pandemia, lançaram duas coletâneas. Brincando com Palavras, organizada por Palmira Heine, é destinada ao público inafantojuvenil. Confraria em Prosa: outros olhares e vozes femininas, organizada por Rita Queiroz, reúne textos de 18 autoras que tratam de temáticas do universo feminino: casamento, sexualidade, maternidade, violência doméstica, feminicídio.

O grupo segue ativo nas redes sociais e no WhatsApp com uma marca muito forte de incentivo para que todas superem o medo da página em branco e escrevam cada vez mais, em verso ou prosa. Em comemoração ao mês das mulheres, entre os dias 11 e 19 de março, promoveram lançamentos individuais durante a Feira Virtual do Livro Brasil, transmitida pelo Facebook. “A confraria me abriu muitas possibilidades. As trocas são generosas e nos estimulam a produzir mais e mais. O que mais admiro no grupo é que não tem competitividade”, reconhece Adriana Pardo Malta.  

SERVIÇO:

O que? Terceira coleção do Mulherio das Letras

Quem? 33 autoras lançam livros de bolso (formato 10x15), pela editora Venas Abiertas.

Quando? Lançamento dia 26/03, 19h, no Instagram da Confraria Poética Feminina através do link: https://instagram.com/confrariapoeticafeminina?utm_medium=copy_link

Rumos Poéticos, Adriana Pardo Malta

Poesia na Veia, AnaCarol Cruz

Tessituras de Silêncios, Andréa Santos

Lições da Flor, Érica Azevedo

Embriaguez, entre Amores e Vinhos, Eva Dantas

No meio do Caminho, Poesia, Ilza Carla Reis 

Nasça Mulher, Palmira Heine - 

Mínima Poesia, Rita Queiroz.

Quanto? Preço médio de cada livro R$ 25,00                 

Como? Mais informações no Instagram da Confraria Poética Feminina e Mulherio das Letras.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

Ciência da Felicidade é vista como uma área multidisciplinar, diz professor

A Ciência da Felicidade ganhou força no início dos anos 2000, quando Martin Seligman assumiu a presidência da Associação Americana de Psicologia e fez uma observação importante. Ao longo dos seus 150 anos de história, a psicologia tinha se dedicado bastante ao estudo das doenças – o que possibilitou avanços importantes na área, mas até então sabia-se pouco sobre o lado positivo da vida humana.

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Com o surgimento da Psicologia Positiva, os estudos se debruçaram acerca da felicidade não apenas como resultado da prática de sentimentos, tais como perdão, gratidão, bondade, amor, justiça, resiliência e etc. Mas a Psicologia Positiva vai além e estuda também como o cérebro reage a esses sentimentos e reflete em nosso corpo.

“É uma área multidisciplinar composta por esses três pilares que se complementam: psicologia positiva, neurociência e ciência das emoções”, acrescenta Gustavo Arns, professor dos cursos de pós-graduação em Psicologia Positiva na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), ao lado de Martin Seligman, e realizador do Congresso Internacional da Felicidade.

Um dos expoentes no assunto aqui no Brasil, Gustavo assumiu recentemente a coordenação da primeira graduação em Ciência da Felicidade, oferecida pela Faculdade Unicesumar. A formação foi inspirada no curso do mesmo nome dado na Universidade de Harvard – que passou a ser o curso mais concorrido da história da instituição americana. Os alunos vão aprender sobre as bases dos estudos científicos da felicidade, envolvendo questões de saúde, nutrição, espiritualidade, relacionamentos e ferramentas profissionais.

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Reconhecida pelo Ministério da Educação e classificada como tecnólogo, o curso tem duração de dois anos e totalmente a distância e começou de forma gratuita, com mil bolsas de estudo disponibilizadas. “Nós sentimos que neste momento em que nós estamos atravessando, ainda com a pandemia e, agora, ainda mais com a questão da guerra, nos mostra que nunca foi tão necessário falarmos de felicidade, bem-estar e saúde mental”, comenta o coordenador do curso, Gustavo Arns. Após formados, os estudantes poderão atuar na área de eventos, saúde e bem-estar, hospitalidade, educação sistêmica, treinamento, palestras e consultorias.

20 de março: Dia Internacional da Felicidade

Comemorado todo dia 20 de março, o Dia Internacional da Felicidade não serve apenas para celebrar o ato de sermos felizes. A data também chama a atenção para a necessidade de políticas públicas que garantam segurança, emprego, sistema de saúde e comida de qualidade no prato do povo. O dia foi inspirado pelo Reino do Butão, localizado nos Himalaias, entre a China e a Índia, que criou o conceito de Índice da Felicidade para medir bem-estar socioeconômico e o Produto Interno Bruto (PIB), como explica o site das Nações Unidas.

Reforçando essa ideia de felicidade como também oriunda de políticas públicas, o Relatório de Felicidade Mundial, estudo que ocorre há dez anos com incentivo da Organização das Nações Unidas, elabora anualmente uma lista com os países mais felizes do mundo. Divulgados nesta sexta-feira, 18, o relatório trouxe o Brasil ocupando a 39ª posição. Pelo quinto ano consecutivo, a Finlândia recebeu o título de “país mais feliz do mundo”. O Afeganistão aparece em último lugar.

"A lição obtida do relatório, nestes dez anos, é que a generosidade entre as pessoas e a honestidade dos governos são cruciais para o bem-estar. Os líderes mundiais deveriam levar isto em consideração", afirmou Jeffrey Sachs, um dos coautores do estudo, que questiona as pessoas sobre a sensação de felicidade e cruza as informações com dados do PIB, níveis de liberdade individual ou de corrupção, entre outros dados.

“Nós só seremos realmente mais felizes individualmente, quando conseguirmos tangibilizar a felicidade enquanto coletivo, algo que é também é estudado pela Ciência da Felicidade. Que é pensar em como nós podemos construir sociedades mais felizes coletivamente. Isso não quer dizer que sejam apenas sociedades mais sorridentes. São sociedades mais justas, colaborativas, mais pacíficas, inclusivas, que respeitem as diferenças, que sejam ambientalmente responsáveis e economicamente equilibradas”, conclui o professor Gustavo Arns.

Fonte:  Agência Educa Mais Brasil