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fndeEstá aberto até 1º de maio o período de pré-inscrição de obras didáticas para os anos finais do ensino fundamental referentes ao Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) para 2014. A entrega dos exemplares para avaliação está prevista para o período de 7 a 11 do mesmo mês. As editoras, pela primeira vez poderão apresentar objetos educacionais digitais complementares aos livros impressos. Esse novo material multimídia, que inclui jogos educativos, simuladores e infográficos animados, será enviado aos alunos com o material impresso.


Os novos livros didáticos trarão também endereços on-line para que os estudantes tenham acesso a material multimídia que complemente o assunto estudado. “O DVD é um recurso adicional para as escolas que ainda não têm internet, além de tornar as aulas mais modernas e interessantes”, diz a coordenadora-geral do programa do livro didático do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Sonia Schwartz.


Como estabelece o Edital nº 6/2011, do FNDE, os livros inscritos pelas editoras passarão por uma seleção. As obras aprovadas integrarão o Guia do Livro Didático 2014, que conterá resumo de cada uma para permitir a professores e diretores a indicação daquelas mais adequadas ao processo pedagógico. Pelas previsões do FNDE, serão adquiridos 93 milhões de exemplares. O cadastramento das obras pelos detentores de direitos autorais deve ser feito na página do FNDE na internet.



MEC

lancamentodocursoO Estado do Piauí lança, na próxima segunda-feira, 12, o primeiro Curso Técnico de Administração de Empresas do Brasil dentro de uma comunidade terapêutica para dependentes químicos. O curso é uma parceria da Secretaria de Estado da Educação e Cultura do Piauí (Seduc), com o Instituto Federal do Paraná (EAD-IFPR) e a Fazenda da Paz.

 

A Aula Inaugural do Curso iniciará às 17h30. “O curso é para beneficiar 45 estudantes internos na comunidade, que concluíram o Ensino Médio, ou que estejam devidamente matriculados em alguma unidade de ensino da rede pública, cursando o segundo ano”, informa o diretor da Fazenda da Paz, Célio Luiz Barbosa.

 

A Fazenda da Paz será a primeira unidade de tratamento de dependentes químicos beneficiada com um Polo de Ensino à Distância no Brasil. “O curso técnico de Administração terá duração de dois anos e ao final, os alunos estarão habilitados como técnicos de nível médio para atuar na área administrativa”, avisa Célio.

 

A Comunidade Luz e Vida, com a recepção do sinal, receberá um tutor presencial vinculado à SEDUC e outro à distância do IFPR para o desenvolvimento das atividades do curso. “Mais uma garantia para auxiliar o dependente químico a se inserir no mercado de trabalho”, frisa.

 

Entusiasmado com a estrutura e com o tratamento dispensado aos internos, o secretário de Educação, Átila Lira, esclarece que este será mais um curso de formação de grande importância para o ensino no Piauí. “Todos os cursos técnicos à distancia oferecidos no Piauí são reconhecidos e credenciados pelo Ministério da Educação”, argumenta Átila.

 

Em fevereiro do ano passado, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esteve em Teresina e visitou a Fazenda da Paz na companhia do governador Wilson Martins. Na oportunidade, o ministro afirmou que a entidade servirá de modelo para todo o país e será levada para o Plano Nacional de Enfrentamento Contra Crack, Álcool e Outras Drogas.

 

A Fazenda da Paz é uma instituição piauiense que trabalha na recuperação de dependentes químicos. Ela possui três unidades (Terra da Esperança e Flor de Maria, ambas em Timon, e Luz e Vida, em Teresina) e atende aproximadamente 140 internos.

 

Na unidade de Teresina, a Comunidade Luz e Vida da Fazenda da Paz funciona no povoado Cacimba Velha, local onde os internos são submetidos a acompanhamento terapêutico que baseia-se no binômio trabalho/educação, com a realização de outros cursos profissionalizantes.


Piaui.gov

proextO Ministério da Educação convoca as instituições públicas de ensino superior: federais estaduais e municipais, a apresentar programas e projetos de extensão universitária. Para receber recursos, as propostas devem ter foco na inclusão social, nas suas várias dimensões.


Os recursos do Programa de Apoio à Extensão Universitária (Proext) se destinam a melhorar as condições de gestão das atividades acadêmicas de extensão das instituições de educação superior públicas e estimular o desenvolvimento social e o espírito crítico dos estudantes. A verba para cada programa é de R$ 150 mil e para projeto, R$ 50 mil. A execução deve acontecer num prazo de até 12 meses, tendo como limite 31 de dezembro de 2013.


As propostas devem ser apresentadas ao Ministério da Educação até 14 de abril; depois corre um período de avaliação e para recursos; a divulgação dos resultados será em 12 de junho e a liberação do dinheiro para execução de programas e projetos acontece no início de 2013.


Para o coordenador geral de relações estudantis da Secretaria de Educação Superior (Sesu), Lucas Ramalho, o governo federal, com o Proext, convida as instituições de ensino superior a participar das políticas públicas e da construção da democracia, ao mesmo tempo em que as coloca como vetores do desenvolvimento nacional.


E na formação dos estudantes, segundo Lucas Ramalho, a extensão universitária promove o encontro do conhecimento acadêmico com o Brasil real. Um programa de extensão que trata da segurança alimentar, por exemplo, vai levar universitários de cursos de agronomia, engenharia de alimentos e de áreas afins a assentamentos da reforma agrária para conhecer os sistemas de produção e contribuir com sua melhoria. Alunos da engenharia civil e de arquitetura devem conhecer programas de moradia social e seus moradores; médicos, enfermeiros, assistentes sociais, vão constatar como é a saúde de populações das periferias, de indígenas.


A extensão universitária, diz o coordenador, permite ao estudante de uma instituição pública que só viu a miséria da janela do seu carro, encontrar a realidade de outros cidadãos do seu país.


No Proext, cada instituição deve orientar a construção de suas propostas dentro das 16 linhas definidas no edital: educação; cultura e arte; pesca e aquicultura; promoção da saúde; desenvolvimento urbano; desenvolvimento rural; redução das desigualdades sociais e combate à extrema pobreza; geração de trabalho e renda por meio do apoio e fortalecimento de empreendimentos econômicos solidários; preservação do patrimônio cultural; direitos humanos; promoção da igualdade racial; mulheres e relações de gênero; esporte e lazer; integração nacional; comunicação; justiça e direitos dos indivíduos privados de liberdade.


O edital do Proext 2013 abrange 12 ministérios: da Educação, da Cultura, da Integração Nacional, da Justiça, da Pesca e Aquicultura, da Saúde, das Cidades, das Comunicações, do Desenvolvimento Agrário, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Trabalho e Emprego, dos Esportes; três secretarias: de Direitos Humanos, de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e de Políticas para as Mulheres, e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).




Ministério da Educação

Uma pesquisa da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) feita em 402 indústrias de todo o Brasil revela quais são as profissões do futuro. São nove áreas que terão grande oferta de vagas até 2020. Todas têm relação com engenharia, automação e conhecimentos de informática.

 

Sã elas: supervisor de transformação em indústria de transformação de plástico, engenheiro de petróleo, técnico em sistema de informação, trabalhador de superfície de metais, engenheiro de mobilidade, técnico em mecatrônica, biotecnologista, engenheiro ambiental e sanitário e desenhista técnico em eletricidade, eletrônica e eletromecânica.

 

"A perspectiva é mais positiva na área de produção, mas a área de gestão também está bastante intensa", diz Hilda Alves, gerente de pesquisa da Firjan.

 

A projeção de crescimento traçada pelas empresas é um cenário que deve se estender até 2020, segundo a pesquisa. Porém, o panorama positivo tem um preço. Para cuidar de tanta automação e tecnologia, o setor industrial nunca esteve quanto exigente em relação à preparação e qualificação dos profissionais.

 

"Teremos uma trajetória de crescimento construída em cima dessas novas oportunidades, dessa grande mão de obra que o mercado vai continuar colocando", afirma Daniel Moczydlower, presidente de empresa. A expectativa é tão boa que até quem ainda dá os primeiros passos no curso técnico já pensa nas oportunidades futuras. "Quero fazer engenharia de automação industrial, me formar em engenheiro e procurar alguma especialização", diz Heitor Matos, aluno de curso técnico.

 

G1