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O Ministério Público Eleitoral vai intensificar nos próximos dias a fiscalização da propaganda política na internet. A alegação é de que alguns candidatos estão utilizando as páginas e serviços de relacionamento para se promover, o que é proibido.

 

De acordo com o promotor Marcos Machado, a fiscalização deve se concentrar sobre a página de relacionamentos “Orkut” e o serviço Messenger. “Isso não pode. A legislação eleitoral prevê que os candidatos só deverão usar páginas exclusivas para a campanha”, explica.

 

Outro fator que o MP deverá dar atenção especial é saber se os candidatos irão se limitar ao uso de páginas com terminologia can. Nesta campanha, as páginas pessoais com fim “.com.br” não poderão fazer propaganda política.

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Além da internet, o MP se dedicará nos próximos dias a fiscalizar comitês políticos e até as ruas de Cuiabá para investigar denúncias de contratação irregular de cabos eleitorais por parte dos candidatos da Capital. O objetivo é investigar se as contribuições previdenciárias serão devidamente recolhidas e aferir se o número de cabos eleitorais está sendo registrado detalhadamente. Essa aferição visa combater a omissão de gastos eleitorais, conhecida também como a prática do caixa 2.

 

Todos os candidatos poderão ser alvos das blitze. O levantamento deve concentrar atenção especial sobre os que disputam o cargo de prefeito por conta da grande estrutura. Detectada qualquer irregularidade, os candidatos serão alvos de representações junto ao Judiciário.

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