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ruamortePor volta das 19:20h, deste domingo, 04, uma mulher, que ainda não teve a identidade revelada, foi assassinada no bairro Parque Piauí, zona Sul de Teresina. De acordo com informações colhidas pela polícia, a mulher estava realizando, junto com um comparsa, assaltos a transeuntes. Ela foi alvejada com um tiro nas costas.

Ainda não há informações sobre o autor do crime. Após a jovem ser assassinada, o seu comparsa fugiu em uma motocicleta. Com a vítima a polícia encontrou um revólver calibre 38 artesanal.

Até a manhã desta segunda-feira, 05, ninguém da família da vítima procurou o Departamento de Homicídio e Proteção a Pessoas (DHPP). Testemunhas contaram à imprensa que a vítima aparentava ter entre 14 e 15 anos de idade. A moça foi morta após supostamente roubar um celular.

Moradores da rua onde a moça foi baleada afirmam que seu comparsa “gritou muito” por socorro e ainda tentou colocá-la na moto. “Ele gritava muito, tentou colocar na moto mas não conseguiu. Quando ele fugiu a moto nem pegou e teve sair empurrando”, conta um morador que prefere não ser identificado.

Na manhã desta segunda-feira equipes da Delegacia de Homicídios estiveram no local.

Segundo os moradores do Parque Piauí, os assaltos na região são frequentes. A aposentada Irenise Ferreira conta que seu filho já teve uma arma apontada na cabeça durante um roubo no bairro.

“Aqui é frequente assalto. Ninguém mais pode sentar na porta de casa. Assalto de dia e de noite. Nós temos que ficar presos em casa”, reclama.

 

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A Força Tática de Valença em conjunto com a Polícia Militar do estado de São Paulo, após meses de levantamentos, conseguiu na tarde deste domingo (04) efetuar a prisão de Laìlson Vieira Barbosa (30).

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O foragido, em junho de 2012 assassinou com um tiro de espingarda o menor Nilo Vieira de Sousa Neto, à época com 17 anos em  Valença. Após receber o tiro, a vítima ainda gritou o nome do acusado, tendo o mesmo falecido antes de chegar ao hospital.

Momentos após o crime, Laílson Vieira foi preso pela Polícia Militar, porém foi colocado em liberdade e, posteriormente, foi submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri, tendo sido condenado à 13 anos e 08 meses de reclusão.

Depois da sentença, o homicida fugiu da cidade para destino, até então ignorado. Após meses de monitoramento e troca de informações com a inteligência da PMESP, Laílson Vieira foi localizado, juntamente com a esposa e demais familiares na cidade de São Bernardo do Campo, ocasião em que foi preso e conduzido para o Distrito da área.

 

portalv1

 Magno Malta (ES-PR), senador, afirmou nesta 6ª (2.nov.2018) ao jornal O Globo que comandará um ministério no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. “Vou ser ministro, sim”, disse.

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O congressista foi alvo de críticas do vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão. “Quem decidiu isso de não ser vice não fui eu sozinho, fomos nós 2. Então, eu não quero responder ninguém em jornal, quem chegou no ‘ônibus’ depois”, rebateu.

Para ele, o atentado sofrido por Bolsonaro em 1 ato de campanha contribuiu para que não fosse reeleito. “Depois da facada, quem foi cumprir o papel dele [Bolsonaro] pelo Brasil? Eu tive que assumir. Não podia ser ninguém, tinha que ser eu. Quem dirige a história é Deus. Se não tivesse facada no meio do caminho, eu também tinha ganho no meu Estado”, afirmou.

Segundo a reportagem, ele não confirmou se vai comandar o chamado Ministério da Família, que reuniria os atuais ministérios do Desenvolvimento Social e de Direitos Humanos. Há possibilidade de que ele assuma a Secretaria Geral da Presidência.

“Onde eu estiver, eu estarei perto dele. Ele vai anunciar”, disse.

Até o momento, foram confirmados como futuros ministros: Paulo Guedes (Economia), Sérgio Moro (Justiça e Segurança Nacional), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), general Augusto Heleno (Defesa) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil).

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Não passou despercebida para a imprensa internacional a escolha de Jair Bolsonaro para o Ministério da Justiça. Os principais jornais do mundo estamparam em seus portais na internet a opção pelo juiz que levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a cadeia e que, com isso, abriu caminho para a vitória eleitoral do candidato do PSL. Igualmente, sublinharam a aceitação de Sergio Moro ao convite para o cargo.

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O jornal El País, da Espanha, estampou a manchete: “O juiz que encarcerou Lula da Silva aceita ser ministro da Justiça de Bolsonaro”. A reportagem chama o futuro ministro de “herói do antipetismo” e assinala o fato de que sua pasta terá, no futuro governo, funções ampliadas e mais poder.

O portal da BBC segue a mesma linha, mas menciona que o “maior escalpo” coletado por Moro foi o do “esquerdista Luiz Inácio Lula da Silva, o líder nas eleições antes de sua condenação a 12 anos de prisão por corrupção em abril passado”.

O jornal britânico The Times viralizou na internet sua manchete sobre o tema: “Jair Bolsonaro promete alto cargo a juiz que aprisionou seu rival”. Como nas demais publicações, o texto referiu-se a Lula como o adversário real do candidato do PSL à eleição presidencial, e não a Fernando Haddad, que assumiu a chapa petista apenas depois de 11 de setembro.

Mais espirituoso em sua abordagem, o francês Le Monde ironizou esta e as demais primeiras escolhas do presidente-eleito para seu gabinete. “Brasil: militar, juiz anticorrupção, astronauta… os futuros ministros do governo Bolsonaro”. Referiu-se ao general Augusto Heleno, que assumirá o Ministério da Defesa, ao tenente-coronel da reserva Marcos Pontes para a Ciência e Tecnologia e ao próprio Moro.

O jornal classifica o futuro governante como de “extrema direita” e sublinha o fato de Moro ter se notabilizado pela condenação do ex-presidente de esquerda Lula.

A clara definição de Bolsonaro como um presidente de extrema direita foi expressa igualmente pelo The Guardian. O jornal britânico menciona Moro como “o juiz que ajudou a pavimentar o caminho para a vitória colossal (de Bolsonaro) no domingo ao prender o principal rival”.

Ao estampar em seu portal o título “Juiz brasileiro que condenou Lula aceita cargo no gabinete de Bolsonaro”, o jornal The New York Times comenta ser Moro “o mais visível” magistrado na varredura da corrupção brasileira. Segundo a reportagem, a escolha foi saudada no Brasil e no exterior por ser o juiz um “desorganizador de uma classe política que muitos viam despencar para a cleptocracia”.

“Ainda assim, alguns brasileiros o vem como um operador político que cumpriu a missão de políticos conservadores, particularmente ao supervisionar o processo rápido do senhor da Silva sobre corrupção e lavagem de dinheiro”, afirma o Times.

O argentino Clarín anunciou com um perfil de Moro a sua incorporação ao gabinete do “ultradireitista” Bolsonaro. Em “Brasil: Sergio Moro, o juiz a quem se ama ou odeia”, o jornal sustenta que o magistrado tem a imagem de um “lutador contra a corrupção” e de um “justiceiro puritano com viés político”. Em outra reportagem, o jornal destaca mais o fato de ser Moro o juiz da Lava Jato, cuja ramificação na Argentina investiga figuras ilustres dos governos de Néstor e Cristina Kirchner.

msn