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O paradeiro do caminhoneiro Marcos Sá, de 38 anos, ainda é desconhecido. Segundo a família, ele desapareceu na tarde do dia 24 de janeiro, sem deixar explicações. O carro que era conduzido por Marcos foi encontrado carbonizado na manhã do dia seguinte, na PI 130, no Povoado Cerâmica Cil, zona rural de Teresina.

Em entrevista ao GP1, o delegado Francisco Costa, o “Barêtta”, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), afirmou que o caso ainda está sendo investigado, mas por se tratar de um trabalho com muitos detalhes, não pode revelar nenhuma informação. “Nós ainda estamos investigando, mas a operacionalização da investigação ainda não pode ser revelada. O sigilo nesse caso é essencial. O fato é que ele continua desaparecido”, disse o delegado.

Elciano, irmão de Marcos, contou que a situação vivida pela família é como um “velório diário”, uma angústia coberta por incertezas e a única coisa que os familiares ainda se apegam é em Deus.

“Estamos esperando as investigações avançarem, porque até agora nada foi nos repassado. É uma pena, estamos aqui praticamente em um velório que já perdura por quase 20 dias. É algo indescritível. Estamos sem chão, não caiu a ficha ainda. A única coisa que ainda podemos fazer é pedir a Deus uma solução”, lamentou o irmão.

Investigação

O Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa – DHPP está em busca de identificar duas pessoas que foram vistas conversando com a vítima, dentro do veículo do caminhoneiro, pouco tempo antes de seu carro ter sido localizado carbonizado na zona sul de Teresina.

Ligação

A Polícia Civil revelou que a esposa de Marcos Sá afirmou que ele havia recebido uma ligação e que logo em seguida saiu de casa com destino a Vila Irmã Dulce, também na zona sul da Capital. Essa informação servirá para tentar estabelecer ou não alguma relação entre a pessoa que o chamou para um possível encontro e aquelas que foram visualizadas conversando com ele dentro do carro no dia do desaparecimento.

 

GP1

onibuscrateraUm ônibus quase caiu em uma cratera na cidade de Baixa Grande do Ribeiro. Os moradores das comunidades reclamam das péssimas condições das estradas que fazem a ligação da zona rural com a zona urbana.

No momento, um ônibus estava desembarcando alguns passageiros, quando foi quase engolido pelo buraco aberto devido às fortes chuvas. O motorista teve que sair pela janela e um trator foi usado para retirar as rodas traseiras que ficaram presas.

Segundo os moradores, vários trechos da estrada estão intrafegáveis e por conta da situação algumas famílias podem ficar isoladas.

O prefeito de Baixa Grande do Ribeiro, Ozires Castro, ainda não se pronunciou sobre o assunto.

 

 

 

G1 PI

fgquartyoUm apartamento localizado no bairro Lorival Parente, na zona Sul de Teresina, foi atingido por um incêndio na manhã desta sexta-feira, 14.

O morador do apartamento, que prefere não se identificar, estava dormindo quando as chamas iniciaram. Ele acredita que o incêndio foi provocado por um curto circuito no carregador de um celular que passou a noite na tomada.

Ainda muito assustado com incêndio, o jovem de 25 anos, agradece não ter morrido no incêndio. “Eu tenho que agradecer pela minha vida porque poderia ter acontecido algo muito pior. Estou vivo e é o que importa. Quando eu acordei o fogo já estava na minha cama”, conta.

As chamas atingiram o cabelo e sobrancelha do rapaz. A mão do jovem também tem  queimaduras leves.jovemfg

O incêndio destruiu celular, notebook, caixa de som, guarda roupa, ventilador e outros móveis da casa. O fogo ficou concentrado no quarto, mas em toda casa tem fuligem e o cheio de fumaça ainda é muito forte.

O Corpo de Bombeiros apagou as chamas por volta das 8h. O morador da casa faz um alerta para quem insiste em deixar celular carregando por muito tempo.

“Eu pensava que só acontecia com os outros, mas infelizmente aconteceu comigo. Todo mundo faz isso e está aí o que aconteceu comigo hoje. Tenho certeza que o incêndio foi causado por isso”, disse.

O Corpo de Bombeiros deve realizar perícia para definir a causa do incêndio.

 

cidadeverde

Fotos; Célio Roberto e Izabella Pimentel

Um torcedor do Flamengo, que compareceu ontem ao Estádio Albertão onde o time do Vasco enfrentava o Altos-PI pela Copa do Brasil, foi hostilizado e agredido por membros da torcida vascaína na entrada do jogo. Trajando uma camisa do time rubro-negro, ele foi cercado por torcedores do Vasco que arrancaram o uniforme flamenguista e o agrediram com tapas e alguns chutes.

As imagens foram registradas por outros torcedores. No vídeo, é possível ouvir alguns vascaínos dizerem frases como “Tira a camisa, meu filho. Como que o cara vem pra um jogo do Vasco com a camisa do Flamengo? (...). É casa que não acompanha o futebol. Sai fora, meu irmão. Sai fora”, dizem alguns torcedores do time cruz-maltino.

Logo em seguida, o rapaz é empurrado e aparece já sem a camisa. Neste momento, um dos torcedores do Vasco se aproxima dele de forma agressiva e lhe desfere um tapa na cabeça. O rapaz, então, sai de perto da torcida vascaína e vai embora.

Em um segundo vídeo, é possível ver os torcedores vascaínos em uma roda, rasgando a camisa do Flamengo.

portalodia