No final da tarde dessa quarta-feira, 24, uma idosa, que não teve a identidade revelada, foi encontrada morta dentro de uma caixa d’água, no município de Pedro II, região Norte do Piauí.
Segundo informações da Polícia Militar, a suspeita é de que a idosa tenha ido possivelmente buscar água e acabou perdendo o equilíbrio, caindo assim dentro da caixa d’água e acabou se afogando. Não há informações sobre que horas pode ter ocorrido o acidente.
Ainda conforme as informações da PM, o corpo foi encontrado por familiares da idosa, já no fim da tarde. A caixa d'água fica localizada na residência da idosa, no bairro Boa Esperança.
Há suspeitas ainda de que a vítima estaria sob efeito de álcool.
Algo estranho está acontecendo com 50 mil 667 doses de vacinas contra a Covid-19 no Estado que sumiram e não aparecem no sistema do Ministério da Saúde. As doses foram entregues aos municípios.
De acordo com o que apurou o portal, os 224 municípios piauienses receberam até agora 392 mil 080 doses de vacinas Coronavac e AstraZeneca e os prefeitos incluiriam no cadastro do governo federal somente 341 mil 413 doses dos imunizantes, tendo uma sobra de mais de 50 mil doses que não estão sendo localizadas. O sumiço puxa a campanha de vacinação no estado para baixo.
Há três possibilidades: ou as Secretarias Municipais de Saúde estão vacinando e não incluíram no cadastro do Ministério da Saúde, ou as doses foram utilizadas de forma irregular - fura fila e outros fins - ou as vacinas estão paradas.
O Ministério da Saúde define o número de vacinas para cada municípios de acordo com estimativa populacional do IBGE. A Secretaria Estadual de Saúde (Sesapi) distribui os imunizantes e os prefeitos fazem a vacinação.
A hipótese defendida pela presidente do Conselho dos Secretários Municipais de Saúde do Piauí (Consems-PI), Leopoldina Cipriano, é que as doses podem estar paradas devido a dificuldade das prefeituras de vacinar o público-alvo na zona rural das cidades. Ela conta que a logística do Ministério de fracionar as doses retardou o alcance das metas de vacinação.
“Para se ter uma ideia, uma mesma vacina chegou em três etapas, somente com 20% ou 30% das doses para uma mesma faixa etária. Algumas zonas rurais são extensas, equipes tiveram que retornar no mesmo povoado várias vezes para imunizar o grupo prioritário”, informou.
Agilizar a vacinação
Leopoldina informou que teve uma boa notícia essa semana de que os municípios vão receber todas as vacinas para imunizar os idosos acima de 70 anos e vai agilizar a vacinação.
“Não vai ficar mais no pinga-pinga que inviabilizar atingir a meta de vacinação”, disse presidente do Consems-PI.
Equipes fazem cadastro no papel
Outra dificuldade das prefeituras é a falta de internet. Equipes que trabalham na zona rural não conseguem fazer o cadastro do local da vacinação e fazem o registro quando chegam na Secretaria Municipal de Saúde. A demora se deve também porque as equipes precisam fazem agendamento para cadastrarem as doses aplicadas no sistema do Ministério e assim evitarem aglomerações na sede das Secretarias de Saúde.
Um adolescente de 14 anos suspeito de participação na tentativa de latrocínio do policial civil Marcelo Duarte, em novembro de 2020, foi apreendido pela Guarda Civil Municipal de Teresina. A vítima foi abordada em um bar no bairro Bela Vista, na zona Sul de Teresina, e alvejada com cerca de seis tiros.
O adolescente foi apreendido com um comparsa de 15 anos no bairro Portal da Alegria, Zona Sul, na manhã desta quarta-feira, 24. Com a dupla, os guardas municipais apreenderam um revólver municiado, uma moto com o chassi adulterado e uma chave artesanal usada para furtar motocicletas.
A dupla ainda desobedeceu a ordem de parada dos guardas municipais e tentou se desfazer da arma durante a perseguição, mas acabou sendo capturada.
O adolescente de 14 anos tinha um mandado em aberto por ato infracional análogo à tentativa de latrocínio (roubo seguido de morte) do policial civil.
Os dois foram encaminhados à Central de Flagrantes da capital.
O prefeito de Campo Maior (a 80 km de Teresina), Joãozinho Félix (MDB), confirmou que sete pessoas morreram dentro de ambulâncias, na porta do hospital regional do município, por falta de leitos disponíveis para tratamento de pacientes com covid-19. As mortes ocorreram de domingo(21) até esta terça-feira(23), segundo ele, eram pacientes do município e cidades circunvizinhas. A Secretaria Estadual da Saúde (Sesapi) contesta a informação e disse que as mortes não ocorreram dentro de ambulâncias.
Ele disse que as três ambulâncias do Samu, disponíveis em Campo Maior, estão servindo como leitos para pacientes com covid-19 usarem oxigênio, já que todos os 37 leitos (clínicos) do Hospital Regional da cidade estão ocupados e as cidades que podem ser feitas a regulação também não têm vagas.
“Nós atendemos 22 municípios e não temos mais onde colocar ninguém. Domingo morreram três, segunda duas e ontem mais duas pessoas dentro das ambulâncias esperando vaga ou regulação para Piripiri ou Teresina. Estamos usando as ambulâncias como leitos para deixar os pacientes no oxigênio. As pessoas chamam o Samu e as ambulâncias não podem ir socorrer, porque estão com pacientes”, afirma o prefeito.
Joãozinho reclama que o município não possui um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). E destaca que a reabertura dos 27 leitos da Maternidade Sigefredo Pacheco, que passou por uma reforma ano passado, poderia amenizar a situação neste momento.
“A maternidade está limpa, reformada, com equipamentos novos. O município já se comprometeu a fazer o repasse de R$ 120 mil, mas precisamos de um convênio com o governo do Estado que seria de R$ 180 mil para ser reaberta e o governo não responde. Já entramos em contato, pedimos ao secretário Florentino, mas até agora não temos resposta. Acredito que neste momento as adversidades políticas têm que ser deixadas de lado”, declara Joãozinho Félix que faz oposição ao governo do PT.
Sesapi diz que mortes não foram nas ambulâncias
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) informa que não foram registrados óbitos de pacientes dentro de ambulância, na última terça-feira (23), à espera de leitos no Hospital Regional de Campo Maior (HRCM).
De acordo com a Sesapi, os dois óbitos registrados no dia 23 de março, foram de pacientes que já estavam internados na unidade de saúde.
A secretaria disse ainda que quanto à frequência de ambulâncias, na data de ontem, apenas dois veículos deram entrada, ambas para fazer transferência de pacientes para Teresina.
"O HRCM dispõe de 14 enfermarias com 50 leitos (clínicos e de estabilização), com canalização de gases e toda a estrutura para atendimento de pacientes com Covid-19, além de dois médicos 24h e equipe multiprofissional. No momento, a unidade de saúde possui 19 vagas. O Hospital Regional de Campo Maior atende a cidade de Campo Maior e 20 municípios da região. Quanto ao setor da maternidade no HRCM, o mesmo está em pleno funcionamento", finaliza nota da Sesapi.
Região colapsada
Campo Maior já registrou 4.102 casos positivos da doença e 86 mortes. O município fica no território dos Carnaubais que de acordo com o boletim do monitoramento realizado por Pesquisadores da UFPI/FioCruz, a região está colapsada, não há leitos disponíveis, no levantamento feito na última segunda-feira(22).
Taxa de Ocupação dos leitos de UTI Covid-19 por Regiões de Assistência Covid do Piauí – 22.03.2021
Planície Litorânea - colapsado Cocais - colapsado Entre Rios, Carnaubais e Vale do Sambito - colapsado Vale do Rio Guaribas Chapada Vale do Rio Itaim - colapsado Vale do Caninde? - colapsado Serra da Capivara - colapsado Vales dos Rios Piaui? e Itaueiras Tabuleiros do Alto Parnai?ba - colapsado Chapada das Mangabeiras - 77% de ocupação