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Nessa segunda-feira, 23, uma operação conjunta da Polícia Civil de Corrente e ficais do Conselho Regional de Odontologia do Piauí (CRO-PI), flagrou uma técnica em Prótese Dentária atendendo um paciente no consultório odontológico da UBS Raimunda Lisboa de Freitas, em Sebastião Barros, no Extremo Sul do Piauí.

A fiscalização do CRO-PI averiguou por meio de relatos de testemunhas, que o atendimento ilegal da técnica já ocorria há cerca de seis meses. Segundo o CRO-PI, o desempenho das atividades profissionais do Técnico em Prótese Dentária se restringe ao ambiente do laboratório de próteses. É proibida a manipulação de pacientes, devendo trabalhar exclusivamente em cima das moldagens realizadas pelo cirurgião dentista.

Fotos divulgadas nas redes sociais sugerem que ela fazia outros procedimentos exclusivos do cirurgião dentista. A técnica em Prótese Dentária também mantém um laboratório de próteses irregular, sem o devido registro no Conselho Regional de Odontologia do Piauí. O Conselho investigará se o laboratório fornece as próteses para a Secretaria de Saúde do município de Sebastião Barros.

Após o flagrante, a mulher foi conduzida para a Delegacia da Polícia Civil em Corrente/PI e autuada pelo exercício ilegal da Odontologia. Ela também responderá perante o Conselho de Ética do CRO-PI.

A ação do CRO-PI em Sebastião Barros fez parte da Operação Odontologia Legal, iniciada no último mês de março e que já fiscalizou dezenas de profissionais, clínicas odontológicas e Unidades Básicas de Saúde.

Com informações do 180graus

No início da noite dessa segunda-feira, 23, um corpo em avançado estado de decomposição foi encontrado, em uma região de mata fechada na localidade Barro Vermelho, na zona rural de Parnaíba, no litoral do Piauí. As informações são do Click Parnaíba.

A vítima foi identificada como Francisco Menezes Rosa, de 27 anos, que estava desaparecida desde o último sábado (21/05). O corpo foi achado com mãos e pés amarrados, e apresentava vários golpes e perfurações de arma branca.

Policiais do GPM de Ilha Grande acionaram o Instituto Médico Legal (IML) por volta das 18h. Após serem comunicados acerca de um corpo que havia sido localizado por um popular, a família acompanhou todo o trabalho da perícia, pois o local era de difícil acesso.

O corpo foi encaminhado para o Posto Avançado do IML no bairro Frei Higino, porém a motivaçã o do crime e os autores não foram identificados.

Com informações do Click Parnaíba

Nas primeiras horas da manhã desta terça-feira, 24, cerca de 75 famílias de uma ocupação localizada no bairro Planalto Uruguai, na zona Leste de Teresina, protestam numa ação de reintegração de posse no local. A Polícia Militar foi acionada e houve confronto em alguns momentos.

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Os moradores queimaram pneus e galhos de árvores e fecharam ruas nas proximidades para tentar impedir a ação de despejo e o avanço da tropa de choque da Polícia Militar.

O local ocupado, nomeado como Mirante do Uruguai pelos moradores, é uma área pública da Prefeitura de Teresina. Segundo Leonardo Bezerra, um dos ocupantes, as famílias estão no local desde setembro do ano passado.

“Nós estamos desde 27 de setembro ocupando a área, pessoas que vieram dessa pandemia, pessoas que não tem mais condições de pagar aluguel e morar em casas porque não tem emprego, pessoas que vêm de casas de favores e detectaram essa de Prefeitura, adentramos e estamos residindo aqui”, contou.

O major Jamsom Lima, do Centro de Gerenciamento de Crises e Direitos Humanos da Polícia Militar, informou que as equipes tentam intermediar o diálogo com os moradores da ocupação para tentar evitar um confronto maior.

“A Policial Militar está há dez dias tentando fazer contato, estamos aqui há mais de cinco horas, a princípio a Polícia Militar vai desobstruir a rua e passar para que o oficial de justiça cumpra o direito”, ressaltou o major.
De acordo com o gerente de Direitos Humanos da Semcaspi, André Santos, a Prefeitura já realizou uma série de conversas com os ocupantes, mas sem sucesso. O gerente afirma que a decisão judicial de reintegração de posse vai ser cumprida.

“Há mais de quatro meses a gente vem conversando com eles. Foram feitas seis rodadas de conversas com o município, foi dado ações paliativas para que eles pudesse se retirar do local, mas infelizmente não foi obtido êxito em nenhuma. Então, saiu uma decisão judicial e aqui nós estamos para acompanhar a decisão judicial e só aguardar o desfecho através da Policia Militar que vai cumprir, vai ser cumprido”, afirma André Santos. A moradora Cintia Najla contou ao Cidadeverde.com que está na ocupação com seus dois filhos, de 8 meses e 10 anos. Desempregada, ela diz que está no local porque não tem para onde ir.

“Se a gente está aqui é porque a gente precisa, você acha que a gente ia está aqui em uma invasão com meus filhos se a gente não precisasse? A gente precisa desse lugar, a gente não tem para onde ir, a gente é humilhado na casas dos outros. A gente tá aqui porque precisa, não tem banheiro aqui, não tem energia direito. A Polícia vai tirar e a gente vai pra onde? Para debaixo da ponte”, desabafou Cintia.

Com informações do cidadeverde

Nesta segunda-feira, 23, a equipe de reportagem do Ronda Nacional foi procurada por Valcioneide de Sousa, de 49 anos, para denunciar um motorista de aplicativo que a teria expulsado durante uma corrida no último sábado (21) em Teresina. Segundo ela, o motorista se recusou a ir até seu endereço, na Vila Prainha, localizada no bairro São Pedro, na zona Sul de Teresina.

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Segundo Valcioneide, após entrar no carro do motorista, o condutor pediu para ela sair e retirou suas coisas na altura da Praça Saraiva, pois na ‘favela da Prainha só tinha quem não prestava’. Ela informou que depois da situação, procurou o 1° Distrito Policial para prestar um boletim de ocorrência, mas não conseguiu por conta do sistema da delegacia estar fora do ar. “Ele saiu me distratando. Dentro do carro ele já começou me distratando, que na favela da Prainha só tinha quem não prestava, só tinha bandido, só tinha marginal, ladrão. Lá tem pai de família, lá tem estudante, mãe de família, tem pessoas honestas, como todo bairro tem”, desabafou a mulher.


Além disso, a vítima disse ainda que na tentativa de ligar para a polícia, o motorista por aplicativo teria lhe empurrado. “Quando eu tava com o telefone ligando para a polícia, ele me deu um empurrão que eu quase caio. Estava fora de área no sábado e pediram para eu retornar na segunda-feira para fazer o boletim de ocorrência contra ele”, pontuou Valcioneide.

A reportagem procurou a Associação Dos Motoristas Autônomos Para Transporte Privado Individual de Passageiros no Piauí (AMATEPI) para comentar o caso. De acordo com a presidente Maria do Carmo, em média, dois motoristas são vítimas de assalto por dia em Teresina, o que não justifica a atitude do colaborador da plataforma denunciado.

“Não é que a gente descrimine os bairros, até porque dependemos dos passageiros em qualquer local que eles estiverem. Agora a violência tem estado num grau tão avançado que motoristas das plataformas já sofreram disparos em alguns bairros e isso acontece tanto de dia quanto de noite e fica difícil. Mas a gente continha aí sofrendo esse risco e alguns motoristas adentrar nesses bairros que não são recomendados. Quando isso acontece, o caminho é: relatar para as plataformas e dependendo do caso, se for uma instância maior, fazer um boletim de ocorrência. Tanto o passageiro, quanto o motorista por aplicativo”, disse.

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Foto: divulgação meionorte