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O Núcleo de Concursos e Promoção de Eventos da Universidade Estadual do Piauí (NUCEPE/UESPI) que irão atuar no Processo Seletivo da Secretaria Municipal de Educação (SEMEC), regido pelo Edital SEMEC nº 009/2025.

As inscrições são gratuitas e poderão ser realizadas até o dia 2 de janeiro de 2026, exclusivamente pela internet, por meio do endereço eletrônico https://nucepecolaborador.uespi.br/. A iniciativa tem como objetivo compor um banco de colaboradores para apoio à aplicação das provas do processo seletivo.

“Entre as atribuições do fiscal estão o apoio ao NUCEPE e aos centros de aplicação de provas, o cumprimento das normas do edital, a participação obrigatória no curso de formação e a comunicação de quaisquer irregularidades observadas durante a aplicação do certame”, explica o Professor Isidio de Souza, Diretor do NUCEPE UESPI.

Podem se inscrever servidores públicos, alunos regularmente matriculados da UESPI e prestadores de serviços terceirizados da Universidade, desde que atendam aos requisitos previstos no edital, como idade mínima de 18 anos, ensino médio completo e disponibilidade para participação no curso de formação e atuação presencial no dia da prova.

No ato da inscrição, o candidato deverá anexar, em arquivo único, a documentação exigida, incluindo documento de identificação, CPF, comprovante de endereço, comprovante de vínculo com a UESPI, entre outros documentos listados no edital. A inscrição gera apenas expectativa de convocação, não configurando vínculo empregatício com a instituição.

A remuneração bruta estimada para a função de fiscal é de R$ 208,00, calculada com base na quantidade de horas trabalhadas. O pagamento será realizado conforme o vínculo do colaborador com o Estado do Piauí, podendo ocorrer via contracheque, conta de bolsa ou mediante emissão de nota fiscal avulsa, no caso de pessoa física sem vínculo estadual.

A homologação do cadastro está prevista para o dia 5 de janeiro de 2026, e a divulgação da lotação dos fiscais deverá ocorrer em 7 de janeiro de 2026, no site oficial do NUCEPE.

O edital completo, com todas as regras, cronograma e orientações, está disponível para consulta no site do NUCEPE/UESPI.

Uespi

Art. 1º Aprovar o Edital PREG UESPI nº 022/2025, que dispõe sobre o Processo de Seleção de candidatos para preenchimento de 100 por cento das vagas ofertadas nos cursos de graduação da Universidade Estadual do Piauí, UESPI, na modalidade presencial, referentes ao ano letivo de 2026, primeiro e segundo semestres, por meio do Sistema de Seleção Unificada, SiSU, conforme Quadro de Vagas e Termo de Adesão ao SiSU, nos termos do Anexo Único desta Resolução.

EDITAL 022.2025 OFERTA SISU 2026 – PUBLICAÇÃO NO SITE DA UESPI

TERMO DE ADESÃO – SISU 2026

Uespi

A Universidade Estadual do Piauí – UESPI, por meio do Programa de Pós-Graduação em Letras – PPGL, torna público o resultado da análise dos recursos interpostos no âmbito do processo seletivo regido pelo edital vigente, conforme documento oficial anexado, informando que as decisões foram proferidas com base nos critérios estabelecidos no referido edital e que o resultado divulgado passa a integrar as demais etapas e publicações do processo seletivo, para os devidos fins.

resultado de recurso ppgl

Uespi

O Curso de Letramento Racial em Serviço Social: Formação, Trabalho e Comitê Antirracista do CRESS-PI foi concluído no dia 10 de dezembro, consolidando-se como um importante espaço formativo voltado ao fortalecimento da luta antirracista no âmbito do Serviço Social no Piauí.

ufpi

A iniciativa foi resultado de uma parceria entre o Departamento de Serviço Social (DSS) e o Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas (PPGPP) da Universidade Federal do Piauí (UFPI) com o Comitê Antirracista do Conselho Regional de Serviço Social do Piauí (CRESS-PI). O curso esteve sob a coordenação das professoras Maria Aparecida Milanez Cavalcante e Teresa Cristina Moura Costa, em conjunto com os/as membros/as do Comitê Antirracista do CRESS-PI.

Ofertado na modalidade presencial, o curso foi estruturado em módulos temáticos que abordaram questões centrais para a compreensão crítica do racismo estrutural e das lutas antirracistas, como: Escravismo e Formação Social Brasileira; Racismo, Antirracismo e Letramento Racial; Desigualdades Raciais no Brasil; os imbricamentos entre raça, gênero e classe social; a desconstrução do mito da democracia racial; o sistema de opressões no Brasil e no Piauí; direitos e lutas antirracistas nas políticas públicas; povos africanos e a instrumentalidade do letramento racial; além dos fundamentos legais e práticos do letramento racial para a luta antirracista.

O encerramento do percurso formativo foi marcado por um encontro, que reuniu reflexão, memória e expressão artística. A última aula contou com a performance da releitura da Carta de Esperança Garcia, apresentada pela atriz Carol Henrique, a partir do livro América Negra e outros poemas afro-brasileiros, de Élio Ferreira. O momento reafirmou a centralidade da memória histórica e da resistência negra como fundamentos da luta antirracista contemporânea.

Para a coordenadora do curso, Maria Aparecida Milanez Cavalcante, o encerramento representou mais do que a conclusão de uma formação acadêmica. “Este curso reafirma o compromisso ético-político do Serviço Social com o enfrentamento ao racismo estrutural. O letramento racial não é apenas um instrumento teórico, mas uma prática necessária para a defesa dos direitos humanos, para a construção de políticas públicas equitativas e para o fortalecimento da justiça social”, destacou a professora.

A programação final também contou com a Aula 8, ministrada pela própria Profa. Dra. Maria Aparecida Milanez Cavalcante, com o tema Fundamentos do Serviço Social para a Luta Antirracista: Legislação, Práticas e Desafios. Na ocasião, foram apresentadas reflexões críticas sobre o papel da profissão no enfrentamento ao racismo, além do resgate das memórias das lutas antirracistas no Serviço Social, com destaque para a campanha do Conselho Federal de Serviço Social “Assistentes Sociais no Combate ao Racismo”, bem como para legislações e resoluções que normatizam a atuação profissional frente às práticas racistas. “É fundamental que assistentes sociais conheçam e se apropriem das legislações, resoluções e diretrizes que orientam a profissão no combate ao racismo. Nosso trabalho precisa estar alinhado à promoção de políticas públicas que garantam direitos e reconheçam as especificidades da população negra”, reforçou a docente.

O curso contou com ampla participação de assistentes sociais de diversas regiões do Piauí, além de discentes do curso de Serviço Social e profissionais de outras áreas. A formação contribuiu de maneira significativa para a qualificação da atuação profissional em diferentes espaços sócio-ocupacionais, fortalecendo práticas comprometidas com a luta antirracista, a equidade racial e a justiça social.

Ufpi