A diretoria geral do Campus Floriano do Instituto Federal do Piauí divulgou a homologação de inscrições para a escolha dos membros representantes dos Docentes, Técnicos Administrativos e Discentes, além de membros representantes dos Pais de Alunos, Egressos, da Sociedade Civil e dos Setores Produtivos Locais, que comporão o Conselho Diretor do IFPI.

Conselho Diretor - é um órgão consultivo e de assessoramento à Direção Geral e integrante da sua estrutura básica, em conformidade com o Art. 31 do Estatuto do IFPI, aprovado pela Resolução Nº 01, de 31 de agosto de 2009, do Conselho Superior do IFPI. O Conselho se reunirá ordinariamente, quatro vezes ao ano na última semana de cada trimestre e, extraordinariamente, por convocação do Presidente ou por solicitação de pelo menos 2/3 dos seus membros.

Confira a homologação

 

Ifpi

O Conselho Regional de Farmácia do Piauí (CRF-PI) realizou no último fim de semana, o 3º Ciclo de Palestras Farmacêuticas na capital e em três cidades do Sul do estado, São Raimundo Nonato, Corrente e Bom Jesus. As palestras aconteceram em parceria com o Conselho Federal de Farmácia (CFF), finalizando a agenda de eventos voltados para qualificação dos profissionais da área em todo Piauí.

palestra

Em Teresina, o palestrante Glaucio Saldanha (CE) falou sobre "Solicitação e interpretação clínica do hemograma", na quarta-feira (28). Já na quinta, sexta e sábado, nas cidades de São Raimundo Nonato, Corrente e Bom Jesus, respectivamente, palestrou sobre "Testes rápidos: podemos confiar?".

O presidente do CRF-PI, Luiz Junior, destaca que a gestão do órgão em 2018 focou em qualificação profissional para promover valorização. "Mais qualificados e preparados, os profissionais podem acordar melhores salários e oferecer mais e melhores serviços para população e pacientes de seus postos de trabalho. Também miramos em atualizar os profissionais do interior que tem menos acesso a cursos e treinamentos.

Luiz Junior explica que foram mais de 30 eventos promovidos pelo Conselho para profissionais farmacêuticos e acadêmicos em 2018. "Procuramos ofertar palestras, workshops e cursos dentro das áreas e temas mais procurados atualmente e que são relevantes para o mercado. Fechamos nossa agenda com dois cursos de injetáveis, em Parnaíba e Teresina, e o Curso de Excelência Farmacêutica, que habilita o farmacêutico para empreender ou gerir melhor seu negócio. Em 2019 vamos ampliar essa agenda ainda mais", completa.

 

David Carvalho
Comunicação CRF-PI

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou hoje (4) a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino médio. O documento define o conteúdo mínimo que será ensinado em todas as escolas do país, no ensino médio, públicas e privadas.

Na prática, a BNCC deverá ser implementada até 2020. “A grande diferença do ensino médio a partir de agora é uma mudança, um ensino médio que não é mais o mesmo ensino médio para todo mundo. Ele precisa trabalhar com diferenças que existem do ponto de vista regional e até individual do próprio estudante”, diz o presidente da comissão da BNCC no CNE, Eduardo Deschamps.

A partir da BNCC, os estados, as redes públicas de ensino e as escolas privadas deverão elaborar os currículos que serão de fato implementados nas salas de aula. Para isso, terão dois anos.  

A BNCC tem como norte o novo ensino médio, aprovado em lei em 2017, que entre outras medidas, determina que os estudantes tenham, nessa etapa de ensino, uma parte do currículo comum e outra direcionada a um itinerário formativo, escolhida pelo próprio aluno, cuja ênfase poderá ser em linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ensino técnico.

“Vemos esse processo como um ganho para a educação brasileira”, diz a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Kátia Smole. Segundo ela,  governo se preparou para apoiar os sistemas de ensino e as redes estaduais no processo de implementação da BNCC. “Vamos seguir acompanhando enquanto estivermos aqui”, enfatiza.

Discussão

O documento foi aprovado hoje por 18 votos favoráveis e duas abstenções: do ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), professor Chico Soares e da conselheira Aurina Santana.

A BNCC começou a ser discutida no governo de Dilma Rousseff e, após o impeachment, o documento foi modificado pelo governo de Michel Temer, o que gerou uma série de protestos. As sessões de discussão do documento no CNE têm sido conturbadas. Duas das cinco audiências públicas, em São Paulo e em Belém, foram canceladas.

Ontem (3), Chico Soares, que era relator do documento, deixou a relatoria. O Conselheiro Joaquim Soares Neto assumiu no lugar dele. “Sou completamente favorável a que haja uma Base que especifique os direitos do país, no entanto, nesse momento, estamos deixando de fora uma estrutura, para mim essencial”, disse Soares, que foi um dos únicos que se absteve na votação hoje. O conselheiro explica que a BNCC traz uma nova proposta de educação que não é mais estruturada em disciplinas, como é hoje.

Isso, segundo ele, encontrará várias barreiras para ser implementado, incluindo a alocação de professores. A BNCC não contempla os itinerários formativos que poderão ser escolhidos pelos estudantes. Nessa etapa da formação, a questão das disciplinas terá dificuldade maior de implementação, na avaliação de Soares.

Presente na reunião de hoje, a secretária-executiva do Movimento pela Base Nacional Comum Curricular, Alice Ribeiro, disse que houve avanços importantes comparando o documento da BNCC apresentado em abril e o documento final. Segundo ela, as redes de ensino passarão a contar com “a faca e o queijo na mão”, para implementar o novo ensino médio.

Implementação

Após revisão, a BNCC será encaminhada ao MEC e já tem data prevista para ser homologada, no dia 14 de dezembro. Junto com a homologação, segundo Kátia, o MEC apresentará os referenciais para que servirão de norte para as redes de ensino implementarem os itinerários formativos.

Os estados, que detêm a maior parte das matrículas do ensino médio, terão um ano para fazer o cronograma da implementação da BNCC e um ano para implementá-la, ou seja, o documento deverá chegar na prática, nas escolas, até 2020. Após a implementação, o documento será revisto em três anos, em 2023.

Ainda terão que ser adequados ao novo ensino médio, os livros didáticos, a formação de professores e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

 

Agência Brasil

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