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A Universidade Federal do Piauí (UFPI) passa a integrar oficialmente o grupo de instituições brasileiras habilitadas a desenvolver projetos de pesquisa e inovação financiados por recursos da Lei de Informática (Lei nº 8.248/1991). O credenciamento foi concedido pelo Comitê da Área de Tecnologia da Informação (CATI) e representa uma nova possibilidade de captação de investimentos para projetos tecnológicos dentro da universidade.

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Com a habilitação, a UFPI poderá atuar em cooperação com empresas do setor de tecnologia da informação e comunicação interessadas em investir em pesquisa e desenvolvimento no país. A legislação federal prevê ainda incentivos fiscais para empresas que direcionam parte de seus recursos para instituições credenciadas, estimulando a criação de soluções inovadoras, o fortalecimento da produção científica e a aproximação entre universidade e mercado.

A conquista também fortalece o papel da instituição no desenvolvimento tecnológico regional em áreas estratégicas ligadas à transformação digital. Entre os impactos esperados estão a ampliação de pesquisas aplicadas, modernização de laboratórios, o incentivo à inovação e a expansão de projetos voltados para inteligência artificial, ciência de dados e sistemas inteligentes.

Para o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da UFPI, Rodrigo de Melo Souza Veras, o reconhecimento consolida a capacidade científica e tecnológica da universidade. “Esse credenciamento representa um marco importante para a UFPI, pois amplia nossa inserção no ecossistema nacional de inovação e abre novas oportunidades de parcerias estratégicas com empresas do setor de tecnologia. Além disso, fortalece nossas ações de pesquisa aplicada e contribui diretamente para o desenvolvimento regional”, destacou.

O coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC), Glauber Dias Gonçalves, ressaltou o impacto da conquista para a área de computação e inovação. “A habilitação da UFPI na Lei de Informática reconhece a qualidade da infraestrutura e da produção científica desenvolvida na universidade. Esse avanço cria perspectivas para projetos cooperativos de alto impacto, especialmente nas áreas de inteligência artificial, ciência de dados, sistemas inteligentes e transformação digital”, afirmou.

Com o novo cenário, a expectativa é ampliar a atuação conjunta entre a UFPI e a Fundação Cultural e de Fomento à Pesquisa, Ensino, Extensão e Inovação na busca por financiamentos voltados à inovação tecnológica, criando novas oportunidades para pesquisadores, estudantes e parceiros institucionais.

Ufpi

O Instituto Federal do Piauí divulga editais para seleção de Alunos Monitores e Professores Orientadores para atuar nas atividades do programa OlimpIFPI.

alunosmonitores

O programa é uma ação de ensino, extensão e inovação educacional, voltada à formação e atuação de estudantes do Ensino Médio da rede pública na condição de monitores da Olimpíada de Ciências, bem como de discentes regularmente matriculados em cursos de licenciatura, na condição de monitores da Olimpíada do Conhecimento.

Podem concorrer às vagas para monitoria estudantes regularmente matriculados e cursando o 3º ano de cursos técnicos integrados ao médio ou a partir do 3º módulo das Licenciaturas em Física, Biologia, Química e Matemática, que tenham disponibilidade em turno distinto ao do estudo.

Já para as vagas de professor orientadores nas disciplinas Língua Portuguesa, Matemática, Biologia, Física e Química, os requisitos são ser professor orientador efetivo, professor orientador substituto ou técnico administrativo; estar lotado no campus de concorrência; possuir disponibilidade de carga horária para atuar, obrigatoriamente, nos dias e horários previstos, de execução do programa; e possuir a habilitação mínima apresentada. Os selecionados receberão três parcelas de bolsas no valor de R$ 500,00.

As inscrições serão realizadas de 11 a 20 de maio, no portal do OlimpIFPI, mediante envio de documentação em arquivo único PDF. A seleção será através de análise curricular.

Confira os editais:

Alunos monitores

Ifpi

Na manhã desta quarta-feira, 13 de maio, aconteceu a abertura do III Simpósio Acadêmico de Computação (SIAC 2026), no Auditório Afonso Sena, localizado no Centro de Ciências da Natureza da Universidade Federal do Piauí (CCN/UFPI). Idealizado e organizado por estudantes do curso de Ciência da Computação, o evento tem como objetivo promover a divulgação científica e a integração da comunidade acadêmica com programação que vai até o dia 15 de maio.

siac

O pró-reitor de Pesquisa e Inovação da UFPI, Rodrigo Veras, destacou a importância de promover eventos que aproximem a comunidade acadêmica da pesquisa. “É sempre bem vinda a motivação e o entusiasmo dos alunos. São oportunidades como essa que permitem aos ingressantes conhecer a iniciação científica, os planos de trabalho e as linhas de pesquisa dos professores”, apontou.

Segundo o diretor do CCN, Carlos Humberto Soares, o protagonismo dos estudantes na organização do simpósio demonstra a proatividade com o curso e com a área de Ciências da Computação. “Um evento totalmente conduzido pelos alunos é bastante significativo, louvável e aponta o interesse dos alunos em manter essa tradição, levando a aproximação com a pesquisa e o mercado de trabalho”, afirmou o professor.

“O SIAC vem se consolidando como um importante espaço de integração, aprendizado e compartilhamento de experiências na área. O Departamento de Computação da UFPI tem buscado, continuamente, incentivar atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação tecnológica”, enfatizou o chefe do Departamento de Computação, professor Laurindo de Sousa Britto, destacando a relevância do evento.

Para o coordenador do curso de Computação, professor Kelson Rômulo Teixeira, o Centro Acadêmico (CA) teve um papel fundamental no sucesso da iniciativa. “É uma gestão atuante, que procura e responde aos chamados da coordenação, que por consequência, engrandece o nosso curso. A consequência é o surgimento de alunos motivados e interessados em tornarem-se mais capacitados”, disse.

O estudante da UFPI, João Pedro Vilarinho, um dos organizadores do SIAC, indicou o evento como uma oportunidade de crescimento acadêmico e profissional. “Procuramos proporcionar aos estudantes, o contato com as diferentes áreas dentro da computação, buscando trazer profissionais para apresentar suas experiências e destacar a pesquisa científica”, relatou.

A programação do SIAC 2026 inclui palestras, sessões técnicas para apresentação de trabalhos científicos, minicursos práticos, uma maratona de programação e atividades de premiação. Além disso, o simpósio busca refletir sobre o uso ético e inclusivo da tecnologia na sociedade, alinhando o avanço tecnológico à responsabilidade social.

Compuseram a mesa de abertura do evento o pró-reitor de Pesquisa e Inovação da UFPI, Rodrigo Veras; o diretor do CCN, Carlos Humberto Soares Júnior; o chefe do Departamento de Ciências da Computação da UFPI, professor Laurindo de Sousa Britto Neto; e o coordenador do curso de Computação, professor Kelson Rômulo Teixeira Aires.

Confira mais informações aqui.

Ufpi

As pessoas que solicitaram isenção da taxa de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 podem conferir, a partir desta quarta-feira (13), se o pedido foi aceito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

De acordo com o Inep, o resultado será publicado ao longo do dia, diretamente na Página do Participante do exame, com o login no portal único de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

O Inep também informou que disponibilizará hoje os resultados referentes às justificativas dos candidatos da edição de 2025 que não compareceram aos dois dias de prova, mas querem participar da edição de 2026 gratuitamente.

Recursos Os candidatos que tiveram negado o pedido de isenção ou tiveram a justificativa de ausência reprovada podem entrar com recurso a partir desta quarta-feira até as 23h59 de sexta-feira (19), também na Página do Participante.

Para a solicitar recurso da isenção da taxa de inscrição, o participante deve enviar documentação que comprove uma das situações definidas pelo MEC:

estar matriculado na 3ª série do ensino médio (neste ano de 2026), em escola pública; ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em unidade de ensino privada; estar em situação de vulnerabilidade e com família inscrita no CadÚnico; ser beneficiário do programa federal Pé-de-Meia, inclusive treineiros do 1º e 2º ano do ensino médio; Para contestar a negativa da isenção da taxa de inscrição, o participante deve apresentar documentos como a declaração de realização de todo o ensino médio em escola do sistema público (municipal, estadual ou federal) ou histórico escolar do ensino médio, com assinatura da escola.

Já para entrar com recurso da justificativa de ausência, é preciso enviar nova documentação e nela deverá constar o nome completo do candidato em 2025. As declarações devem estar datadas e assinadas.

Não serão aceitos documentos autodeclaratórios ou emitidos, por exemplo, por pais ou responsáveis dos participantes.

O resultado final dos recursos será conhecido em 25 de maio. O candidato que teve o pedido do recurso de isenção negado em definitivo deverá pagar a taxa para se inscrever no exame.

Inscrição A inscrição no Enem é obrigatória para todos, mesmo para quem solicitou a isenção e teve o deferimento concedido.

O período de inscrição será divulgado pelo MEC em breve.

Enem O Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao fim da educação básica e é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados destas provas para selecionar estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep.

Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

Agência Brasil