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Em resposta às acusações de violência de gênero feitas pela vereadora Pollyanna Rocha (PV), o secretário de Finanças de Teresina, Admilson Lustosa, publicou um vídeo nesta terça-feira (11) para esclarecer os fatos.

A parlamentar afirmou que o gestor foi agressivo e grosseiro com ela durante uma reunião na Câmara dos Vereadores.

No vídeo, Admilson negou as alegações, dizendo que não houve gritos nem agressões, e que ele apenas negou duas solicitações de gastos feitas pela vereadora. Ele ressaltou que outras 12 pessoas testemunharam o diálogo entre ele e a parlamentar e informou também que cinco vereadores, na semana anterior, tiveram o mesmo parecer para o pedido.

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"Estou há 30 anos no serviço público e nunca tratei ninguém mal. Estive hoje na delegacia para prestar meu depoimento. Tenho plena convicção de que não a agredi", declarou o titular da Secretaria Municipal de Finanças (Semf).

Relembre o caso

Na terça-feira, os vereadores da Câmara Municipal de Teresina aprovaram um decreto legislativo exigindo a exoneração imediata do secretário de Finanças.

O requerimento foi protocolado pelo vereador Dudu Borges (PT), após a vereadora Pollyanna Rocha relatar, durante seu discurso na tribuna, um possível caso de violência de gênero por parte de Admilson Lustosa. Segundo Pollyanna, o secretário teria alterado o tom de voz durante uma audiência na Prefeitura de Teresina, na semana passada, e culpado os vereadores pela atual situação econômica da capital.

Pollyanna Rocha, que também é vice-presidente da Câmara Municipal, registrou um boletim de ocorrência denunciando a situação. Além disso, a Câmara aprovou um requerimento solicitando a presença de Admilson na Casa para prestar esclarecimentos sobre as denúncias. O documento foi encaminhado ao Palácio da Cidade e aguarda a sanção do prefeito de Teresina, Dr. Pessoa (Republicanos).

A matéria teve o voto contrário dos vereadores Graça Amorim (Progressistas), Antônio José Lira (Republicanos), Bruno Vilarinho (PTB), Markim Costa (Republicanos), Alan Brandão (PDT) e Roberval Queiroz (União Brasil).

Com informações do Manchete net