Regina Sousa (PT), governadora do PI, participa, hoje (1º), do Fórum Global Understanding Risk (UR22), que iniciou na segunda-feira (28) e segue até sexta-feira (02), em Florianópolis (SC). Sousa fará o discurso introdutório da sessão que discutirá o tema “Rumo à Proteção Social Responsiva ao Choque no Brasil”, organizada pelo Banco Mundial.

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A superintende de Direitos Humanos da Secretaria da Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos (Sasc), Janaína Mapurunga, também participa do debate que será conduzido pelo consultor do Banco Mundial, especialista em Trabalho e Emprego, Tiago Falcão Silva. A gestora da Sasc fará uma apresentação sobre “Resposta a desastres em nível estadual – insights e desafios do Piauí”.

A governadora pontuou que é importante essa discussão no sentido de tratar das questões de adaptação dos estados e nações para adotar estratégias para identificação de riscos de desastres.

“A pandemia veio nos mostrar que precisamos estar preparados para o imprevisto. E esse evento também trabalha a questão dos riscos para o social. Então, é importante a minha participação, já que irei assumir a gestão da área social do Estado. Espero trazer ideia boas do encontro”, comentou Regina.

A gestora acrescentou que o Estado está desenvolvendo dois projetos junto ao Banco Mundial que entra na proposta do Fórum UR22. “Um deles é na área social, sobretudo para o combate à pobreza, e outro na área da saúde, para o fortalecimento da estrutura e ações da vigilância sanitária estadual”, completa Sousa.

Sessão “Rumo à Proteção Social Responsiva ao Choque no Brasil”

Esta sessão conjunta organizada pela equipe de Proteção Social/Gestão de Riscos de Desastres do Banco Mundial e pelo Ministério da Cidadania do Brasil se concentrará na adaptabilidade do sistema de proteção social do Brasil para responder a choques/desastres.

A sessão apresentará primeiramente a metodologia do recentemente desenvolvido Teste de Estresse de Proteção Social do Banco Mundial – uma ferramenta que ajuda os países a avaliar o nível de adaptação dos sistemas nacionais de proteção social à escalonar e responder às necessidades intensificadas causadas pelo início de choques co-variáveis. Em segundo lugar, a sessão mostrará os resultados iniciais do teste de estresse do Brasil recentemente realizado.

A sessão também irá oferecer a oportunidade de compartilhar experiências de respostas passadas de proteção social a desastres no Brasil. Por fim, importantes lacunas na proteção social do Brasil, bem como iniciativas e políticas adequadas para ASP no futuro, serão discutidas em um painel.

O evento

O Fórum Global Understanding Risk (UR22) tem patrocínio de diversas instituições, como Google e Nasa, e reúne uma comunidade internacional de especialistas e profissionais da área de identificação de riscos de desastres. A programação conta com atividades on-line e presenciais, em diferentes locais de Florianópolis, e inclui mais de 100 sessões técnicas com especialistas de todo o mundo, plenárias, palestras, demonstrações de tecnologia e performances artísticas.

Esta é primeira vez que o Brasil recebe o Fórum Global, voltado a acadêmicos, políticos, representantes do setor privado e de organizações comunitárias. Durante cinco dias, a conferência apresenta os mais recentes conhecimentos e inovações na área de gestão de risco de desastres, abrangendo tópicos que vão desde sistemas de alerta precoce até resiliência urbana, comunicação e financiamento do risco.

O evento é organizado pela Prefeitura de Florianópolis, Banco Mundial e Mecanismo Global para Redução e Recuperação de Desastres (GFDRR), com apoio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec).

Com informações da SECOM