O que diz o secretário Assis Carvalho, da Infraestrutura da Prefeitura de Floriano-PI, sobre a denúncia quanto ao abandono da praça do bairro São Borja.
Hoje, Assis acompanhou a reportagem do Piauí Notícias ate o local e na ocasião estava o Maurijan que é o responsável pela iluminação pública.
Há alguns dias alguns dos moradores do bairro São Borja, em Floriano, denunciaram no Piauí Notícias que a praça da referida comunidade estava abandonada pela gestão, pois segundo eles, não estava sendo limpa e a grama que era uma das mais bem cuidadas da cidade deixou de receber atenção e desapareceu.
Hoje, o local está assim como é mostrado nessas imagens, sem nenhum cuidado e os canteiros que estavam sempre com a grama verde, não existem mais.
Outro ponto observado pelos denunciantes é que a praça está sempre às escuras, pois as lâmpadas dos postes estão acima da copa das árvores que são de várias espécies e crescem muito.
Os moradores sugerem que sejam colocados postes com a ilumiação mais baixa e pedem que cuidados sejam dados a praça que já foi uma das bem cuidadas da cidade.
OUTRO LADO
O secretário Assis Carvalho, da Infraestrutura, e o Maurivan, do setor de iluminação, que são responsáveis por resolver esses problemas acompanharam a reportagem do Piauí Notícias até a praça e se manifestaram sobre os problemas.
Assim como esperam a confirmação das previsões de chuva e de produtividade por hectare, ano após anos, os produtores de grão do cerrado piauiense, mais especificamente da região da Baixa Grande do Ribeiro, a quase 600 km de Teresina, sabem que também terão que trabalhar e investir do próprio dinheiro para a recuperação de um trecho de estrada por onde, anos após ano passa a super safra de soja, milho e algodão do Piauí.
Seria apenas mais um dos inúmeros trechos de estrada não concluídas no interior do Piauí se este movimento não existisse há quase 20 anos e se por este trecho não passasse mais de 20% do PIB do Estado. Para agravar a situação na PI-392, que liga as cidades de Baixa Grande do Ribeiro, Ribeiro Gonçalves, Bom Jesus e Uruçuí, o trecho de 16 km que todo se ano se transforma num grande gargalo para o produtor é uma obra já licitada há pelo menos sete anos.
Em 2020, o trabalho de recuperação do trecho já foi feito . “Todo ano a gente vai se ajudando, às vezes tem ajuda de alguma prefeitura, ás vezes não, vai se cotizando e resolvendo os piores problemas, mas a gente sabe que é dinheiro jogado fora, é um dinheiro jogado fora porque é um paliativo quando a chuva chegar acaba levando embora”, explica Karl Milla produtor que está na região há quase 20 anos.
Pelo trecho da PI-392, que sempre tem de ser recuperado por eles entre uma safra e outra, são transportados os insumos e também por onde passa um fluxo de 250 caminhões por dia - segundo dados do próprio Departamento de Estradas de Rodagem do Piauí (DER-PI). “É uma dificuldade tremenda para os caminhoneiros, eles não sabem quando chega, quando vão conseguir sair, ficam presos na estrada e acontecem acidentes”, afirma o produtor Karl Milla.Segundo ele um terço da produção de grãos do cerrado, que em 2020 ultrapassou os 5 milhões de toneladas, passa por esta estrada. Milla lembra que esteve no evento, há 10 anos, no qual o Governo do Estado anunciou a realização da obra.
Mesmo com dificuldades investimentos na região continuam
A recuperação do trecho contou este ano com a participação de novos investidores da região. Atuando na região de Uruçuí há muitos anos Gregory Sanders, do projeto Fazendo Progresso, conta que quando o grupo decidiu realizar o plantio na região da Baixa Grande já sabia do problema. O grupo adquiriu nova área em Baixa Grande e decidiu pelo plantio mesmo diante do problema.
Gregory, que mora desde 2004 em Sebastião Leal, foi um dos produtores que colocou maquinário a disposição da iniciativa para a recuperação do trecho.“Um doa patrola, outro coloca o carro-pipa, outro se dispõem com a comida, o óleo diesel, cada um paga e contribui com o que pode”, explica. Ele lembra que a situação faz com que o produtor pague a conta da infraestrutura é paga pelo produtor duas vezes quando ele paga pela recuperação da estrada, pelo frete dos insumos que chegam e paga quando a conta daqueles que compram os produtos para retirar das fazendas.
“Todos os insumos e toda e 30% de a produção toda a produção do agro do Piauí passa por esta estrada e ficar do jeito que está a gente termina pagando uma conta muito maior”, acrescenta.Gregory conta que apesar da construtora já estar no local da obra mobilizada para o seu inicio os trabalhos ainda não começaram e com medo de ver chegar um próximo período chuvoso com a estrada em péssimas condições os produtores decidiram por mais um ano realizarem por conta própria a recuperação do trecho como medida paliativa.
Segundo o produtor a empresa que venceu a licitação que é a Terracom chegou a mobilizar o maquinário para realizar a obra, mas a ordem de serviço não dada. A possibilidade de que os produtores deixem a região apesar das dificuldades também é rechaçada por Karl Milla.
Segundo a Associação dos Produtores de Soja do Piauí (Aprosoja Piauí) o trecho é de grande importância para o desenvolvimento do setor e a informação que se tem é que a obra já está licitada e foi garantida pelo governador Wellington Dias (PT).
O prefeito Nonato de Abílio, de Nazaré do Piauí, anunciou esta semana o nome que estará como pré-candidato a vice-prefeito na sua chapa.
O prefeito Nonato vai buscar uma reeleição e, para isso, tem buscado apoio junto a alguns populares locais.
Para divugação da parceia política entre Nonato de Abílio e o ex-prefeito Thé Filho, pré-candidato a prefeio e pré a vice-prefeito, respectivamente, a assessoria de imprensa do Nonato de Abílio preparou um vídeo onde eles confirmam um acordo.
A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão. Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.
Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.
O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão.