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A Caixa Tem foi criada durante a epidemia para o transporte de atendimento emergencial e passou a prestar muitos serviços aos usuários ao longo do tempo. Entre eles podemos destacar a nova linha de microcrédito por até R$3.000.

A novidade está disponível tanto para pessoas físicas (PF) que queiram iniciar seus negócios, com a possibilidade de alugar um empréstimo de até R$ 1.000, quanto para aqueles que trabalham como proprietários individuais de pequenas empresas (MEI), que podem solicitar valores de até R$ 3.000.

Somente no caso do MEI, a regra do Programa Sim Digital de Microcrédito Sim exige que 12 meses ou mais de atividade/constituição sejam cumpridos como proprietário de uma pequena empresa.

Taxas de juros

A taxa de juros para pessoas físicas começa em 1,95% ao mês, enquanto o percentual de pequenos empreendedores começa em 1,99% ao mês. Ambos os métodos podem pagar a dívida em até 24 meses (2 anos). Lembre-se que exames negativos podem ser solicitados sem obstáculos.

Como atualizar o aplicativo CaixaTem?

Observe abaixo como atualizar o aplicativo caixa de forma simples e rápida via celular:

  • Vá até a loja de aplicativos do seu celular e baixe a versão mais recente do Caixa Tem;
  • Abra o aplicativo;
  • Uma vez feito isso, você tem documentos de identificação com foto, RG ou CNH em mãos;
  • Em seguida, faça login usando seu número de Segurança Social e senha;
  • Na tela inicial, clique na opção "Atualizar sua gravação";
  • Em seguida, para confirmar, clique na opção "Eu entendi, vamos começar";
  • Certifique-se de que seu endereço está correto e atualizado. Se tudo for verdade, confirme clicando em "Sim";
  • Se os dados estiver incorretos, edite usando informações atualizadas;
  • Digite onde você nasceu e, em seguida, responda algumas perguntas que aparecerão na tela;
  • Após esta etapa, clique em "Next";
  • Verifique os dados informados e clique em "Seguir";
  • Em seguida, siga as instruções para enviar fotos de documentos.

 

Após atualizar as informações, o usuário pode solicitar o empréstimo (se emitido) na aba "Aluguel TEM Crédito em Dinheiro".

O ministro Edson Fachin, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu prazo de dois dias para o PL explicar a origem dos recursos gastos com o impulsionamento de anúncios do presidente Jair Bolsonaro (PL) no YouTube. Nos dias 22 e 23 de julho, que antecederam a convenção que confirmou o chefe do Executivo como candidato à reeleição, o partido gastou R$ 742 mil para promover 15 peças publicitárias contendo o jingle “Capitão do Povo” na plataforma.

© Carlos Moura/SCO/STF

O assunto chegou à Corte Eleitoral por meio de representação protocolada pela federação “Brasil da Esperança”, formada por PT, PCdoB e PV. O documento aponta que o Partido Liberal gastou, em dois dias, 143% a mais do que foi gasto por todos os demais partidos que formam as maiores bancadas na Câmara dos Deputados em oito meses. Como punição, a federação pede que a legenda pague multa de R$ 1,48 milhão.

O Google, que controla o YouTube, disponibiliza ao público os dados sobre publicidade política em suas plataformas. Conforme informado pela empresa, o PL impulsionou peças de 6, 15 e 30 segundos a partir do dia 23, não do dia 22, como diz a representação.

Os valores e o número de visualizações são variados, assim como os Estados aos quais cada vídeo se destina. Há um anúncio de 6 segundos, por exemplo, que foi segmentado para alcançar os quatro Estados do Sudeste, teve mais de 10 milhões de visualizações e custou entre R$ 80 mil e R$ 90 mil, segundo a plataforma.

Outro impulsionamento, destinado à região Norte e com duração de 15 segundos, custou entre R$ 7 mil e R$ 8 mil e teve cerca de 700 mil visualizações. Outro, também de 15 segundos, teve 2 milhões de visualizações, custou entre R$ 15 mil e R$ 20 mil e foi segmentado para os Estados do Nordeste.

Uma resolução de 2019 do TSE determina que, embora seja proibida a divulgação de propaganda paga na internet, é permitido o impulsionamento de conteúdo. Contudo, o texto faz uma ponderação sobre “moderação de gastos”, sem dar mais detalhes. Segundo a representação do PT, PCdoB e PV, a prática do PL fere essa premissa.

Eis o que diz a resolução nº 23.610/2019: “O impulsionamento de conteúdo político-eleitoral, nos termos como permitido na campanha também será permitido durante a pré-campanha, desde que não haja pedido explícito de votos e que seja respeitada a moderação de gastos”.

A representação enviada ao TSE mostra que, enquanto o PL gastou R$ 742 mil em dois dias com 15 anúncios, o PSDB gastou R$ 242 mil em oito meses com 27 peças, por exemplo; o União Brasil, R$ 109 mil com 11 anúncios em oito meses.

O documento pedia que a Corte Eleitoral expedisse liminar suspendendo a exibição dos vídeos. Fachin não a concedeu. Segundo o ministro, “faz-se imperioso (…) oportunizar a prévia manifestação do representado (o PL), estabelecendo-se o contraditório, inclusive para que seja viabilizada a possibilidade de justificação acerca da origem dos recursos financeiros despendidos”, fixando prazo de dois dias para tal.

O presidente da Corte afirmou ainda que o conceito de “moderação”, como consta na resolução, “desafia um processo interpretativo exaustivo para a formulação de um significado jurídico apto a se projetar de maneira impessoal para todos os atores envolvidos no processo eleitoral”. Procurado, o PL ainda não havia se manifestado até a publicação desta matéria.

MINS POR ESTADAO CONTEUDO

O prefeito Márcio Neiva, de Porto Alegre do Piauí, responde às acusações de que teria impedido a pavimentação asfáltica na cidade, por se trata de uma obra do governo do estado, ao qual ele se opõe como líder politico. 

As gravações de petistas, de acordo com Neiva, foram feitas nessa quinta-feira, 27, e ele colocada que está restabelecendo a verdade quanto ao caso. 

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O prefeito afirma que não foi procurado por  pessoas ligadas ao governo do Estado para tratar desse investimento para a cidade, e mais, coloca que nunca viu esse projeto, ou seja, que ninguém o apresentou para definir as vias a serem beneficiadas. Veja a gravação do prefeito.  

Da redação

O João Carlos, que é integrante do PT em Porto Alegre do Piauí, gravou vídeos e jogos nas redes sociais afirmando que a Prefeitura local que é gerenciada pelo prefeito Márcio Neiva, teria impedido que as máquinas enviadas pelo Governo do Estado fizesse o asfaltamento de ruas naquela cidade.

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Nos vídeos, o João Carlos acusa o secretário de Obras do município, Félix Casemiro, de proibir o início das obras.

“Com a chegada das máquinas fomos surpreendidos com o secretário de obras, Félix Casemiro, dando ordens para que o encarregado da empresa em Porto Alegre do Piauí, que não iria ser feito asfaltamento. Isso é um verdadeiro absurdo”, denunciou.

Na denúncia João Carlos atribui o suposto impedimento das obras à influência do deputado estadual Gustavo Neiva (Progressistas), que é primo do atual prefeito, Márcio Neiva (MDB). O impedimento citado pelo líder petista seria por conta do lado político de Gustavo Neiva e do Márcio Neiva, que estão na oposição.

Da redação

Subcategorias

A informação sobre como deve funcionar as empresas nessa quinta é da presidente da Classe Comerciária a líder Jocilena Falcão.  Ela recebeu o repórter Ivan Nunes, do Piauí Notícias, para externar sobre como será o funcionamento das empresas no Dia de Corpus Christi.

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Na entrevista, Jocilana informa que algumas empresas consideradas essências estarão em funcionamento, mas cumprindo o que determina a Lei e o acordo firmado entre as classes de patrôes e empregados do comércio local.

O Sindicato, ainda de acordo com ela, deve agir no caso de algum empreendedor descumprir o acordo. Veja a entrevista com a lider Jocilane Falcão. 

Da redação